«A CASA-CE vem perante Angola e o Mundo saudar de forma efusiva o Quadragésimo Terceiro Aniversário da Independência Nacional, conquistada e proclamada pelos Angolanos a 11 de Novembro de 1975, em toda extensão do território nacional. [dropcap]N[/dropcap]este momento de festa, a CASA-CE felicita aos milhares de angolanos, entre heróis conhecidos e anónimos pela coragem, bravura e sacrifício, consentidos na luta de libertação colonial, doando o melhor de si, com o espírito patriótico e nacionalista, em prol da liberdade dos povos de Angola à desumana condição de escravatura. Entre alegrias e…
Leia maisCategoria: Política
Presidente condecora diversas personalidades
«Tendo em conta que o povo angolano consentiu enormes sacrifícios para a conquista e a preservação da Independência Nacional, bem como a Paz e a Democracia e que neste processo inúmeras personalidades e entidades nacionais se distinguiram pelos seus feitos. [dropcap]C[/dropcap]onvindo prestar um preito especial a todos quantos em virtude da sua participação se tenham destacado dos demais, por forma a Nação se rever, orgulhosamente, nas acções pelos mesmos desenvolvidas; Considerando as propostas das Comissões para as Famílias das Condecorações Civis e Militares; O Presidente da República determina, nos termos…
Leia maisMalária e fome = MPLA
MPLA = fome e malária
Sessenta crianças morreram de má nutrição severa e aguda moderada, de um total de 3.978 casos registados no decurso dos últimos nove meses em diferentes unidades sanitárias da província do Cunene. Em linguagem simples: morreram de fome. [dropcap]A[/dropcap] informação foi prestada à Angop pelo supervisor provincial do Programa de má nutrição, Tiófilo Emílio, referindo que comparativamente ao mesmo período de 2017, houve diminuição de 1.755 casos e de dois óbitos. “A redução tanto dos casos e óbitos, deve-se a sensibilização das mães sobre a importância do aleitamento materno exclusivo, assegurar…
Leia maisUNITA quer outra e muito distinta Operação Resgate
Até aos séculos XVII e XVIII, a revolução era entendida principalmente como rebelião: era considerada uma forma extrema de resistência contra os governantes. Desde essa época – por causa da revolução francesa, e em menor medida, da revolução inglesa de 1688 e da revolução americana, que foram pacíficas, e por causa da mudança de mentalidades que as prepara, a revolução passou a ser encarada não tanto pelo seu sentido negativo, mas pelo seu sentido positivo. Por Isaías Samakuva (*) [dropcap]P[/dropcap]assa a ser encarada não tanto como substituição de um governo…
Leia mais“Operação Resgate”. Onde andam as batatas podres?
O Secretariado do Bureau Político do MPLA, para além de saudar o início, ontem, em todo o país, da “Operação Resgate”, apelou às estruturas intervenientes no referido processo a cumprirem rigorosamente com as normas e princípios definidos, para que sejam alcançados os objectivos preconizados, da estabilidade, ordem e tranquilidade. Um apelo natural quando não se tem a certeza, e o MPLA não tem, da transparência e da integridade funcional desta operação. [dropcap]A[/dropcap]liás, o próprio comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, admitiu no dia 26 de Outubro que vários agentes…
Leia maisSão tantos os fantasmas…
O Governo angolano admitiu hoje que o peso da receita petrolífera no Orçamento Geral do Estado (OGE) “torna refém a execução da despesa e da receita”, considerando que o “fantasma da dependência petrolífera precisa de ser continuamente repensado”. [dropcap]R[/dropcap]epensar os fantasmas é uma boa estratégia que, aliás, revela que o governo do MPLA (há 43 anos que Angola só conhece governos do MPLA) até da própria sombra tem medo. É que os fantasmas aparecem em vários formatos e configurações. Uns surgem na forma de Jonas Savimbi, outros na Isabel dos…
Leia maisTugas fora, MPLA dentro.
A escravatura continua…
Angola está prestes a comemorar 43 anos de (in)dependência. Saíram os portugueses e entrou o MPLA. E com o MPLA entrou a corrupção, a cleptocracia, o esclavagismo, a pobreza, a mortalidade infantil e a institucionalização de que um país rico não deve gerar riquezas mas, isso sim, ricos. [dropcap]A[/dropcap] Comissão Económica do Conselho de Ministros aprovou no dia 7 de Maio, sob a orientação de João Lourenço, o Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza do quinquénio 2018-2022. Não vale a pena saber do que consta. Tal como os…
Leia maisE Ele foi o último a saber?
Luís Fernando, um dos secretários do Presidente de Angola, lançou agora o que chama de livro/reportagem sobre o primeiro ano de mandato de João Lourenço à frente do país, obra que – diz o autor – só foi do conhecimento do chefe de Estado angolano depois de concluída. [dropcap]E[/dropcap]m Setembro do ano passado, Luís Fernando já tinha publicado “Angola: Memórias da transição política. De José Eduardo dos Santos a João Lourenço” (Volumes I e II). O livro, “que é uma espécie de reportagem”, do secretário para os Assuntos de Comunicação…
Leia maisO que seria deles (e de nós)
sem este messiânico MPLA?
A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, refuta que haja partidarização em Angola, na escolha dos quadros que dirigem o país. Tem toda a razão. Como é que alguém pode falar de partidarização se, há 43 anos, todos sabem que o MPLA é Angola e que Angola é o MPLA? [dropcap] “N[/dropcap] ão acho que haja, assim, tanta partidarização, porque o partido que vence as eleições está no direito de escolher quadros da sua confiança. E em qualquer país do Mundo é assim que acontece. Não é que haja partidarização. Não”,…
Leia maisNão chega ser sério
O antigo primeiro-ministro angolano (hoje quadro superior da Sonangol por escolha pessoal do Presidente João Lourenço) Marcolino Moco acredita que os conflitos em África poderiam ser resolvidos com uma maior representatividade das diversas etnias e regiões nos governos, o que não acontece devido à herança dos Estados europeus. [dropcap]M[/dropcap]arcolino Moco, que apresentou hoje em Lisboa um resumo em inglês do seu livro de 2015 “Angola: Estado-nação ou Estado etnia política?” (“Angola in Africa: Nation-state or political-ethnicity”), explicou que o seu livro apresenta uma “teoria para explicar a razão dos conflitos…
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