A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) regressa sexta-feira à cidade de Uíge, depois dos graves incidentes de 8 de Agosto, onde vai reunir (se o MPLA, na sua qualidade de dono do país, deixar) o Comité Permanente na preparação para as eleições do próximo ano. principal partido angolano da oposição que – a muito custo – o MPLA ainda permite, tem agendada, para 4 de Setembro, a 4.ª reunião ordinária do Comité Permanente da Comissão Política e escolheu para o evento a cidade onde a 8…
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POLÍCIA A FAA FAZEM O QUE O MPLA MANDA
A Força Aérea Nacional (FAN) continuará a cumprir com zelo e dedicação todas as missões que lhe forem atribuídas, quer no âmbito operacional, quer no quadro social, humanitário e político, apesar das dificuldades com que ainda se confronta o país, afirmou, em Janeiro de 2017, o general João Lourenço, então ministro da Defesa Nacional de José Eduardo dos Santos. Por Orlando Castro uma mensagem alusiva ao 41º aniversário da FAN, o futuro dono de Angola disse ter essa plena convicção, como aconteceu no apoio da Força Aérea ao Processo de…
Leia maisREVOLUÇÃO PACÍFICA PODE LEVAR O MPLA A HIGIENIZAR O ESTADO
É preciso, um ano depois do primeiro protesto popular, contra a fome e miséria (28,29,30 Julho de 2025), com carácter de urgência, higienizar-se o Direito e a justiça aplicados, pelo MPLA/Estado, ao longo de 50 anos, por putrefacto… O pobre sofre. Os povos são discriminados. Os cidadãos são injustiçados e colocados fora do centro do orçamento. O regime coisifica a cidadania. Por William Tonet fome transformou-se num verdadeiro oceano, causador de calemas que destroem as habitações mentais dos autóctones, que ingenuamente acreditaram que João Lourenço fosse superar a sensibilidade de…
Leia maisAPÁTRIDA PARA UNS, APÓLIDA PARA OUTROS
Se para os donos (e candidatos a donos, MPLA e UNITA) de Angola não sou angolano, é natural que não seja considerado um escritor angolano. Se, para os donos (culturais) de Portugal, sou um “estrangeiro”, o cadafalso é a única saída. Porra! É difícil aturar tanta merda. Por Orlando Castro ara me sentir melhor, tomo a liberdade de reproduzir um artigo do Malundo Kudiqueba publicado, no dia 3 de Novembro de 2024, no Folha 8: «José Eduardo Agualusa, Orlando Castro e Mia Couto são mais patriotas que muitos negros “pan-africanistas”…
Leia mais“FISCALIZAÇÃO” AGE COM A CARTILHA DA MÁFIA DELINQUENTE
Angola sangra. Todos os dias. O regime nada faz para estancar a violência, protagonizada pela milícia, transvertida de fiscal. A fiscalização, nestes últimos anos é especialista em roubar, espancar e assassinar, maioritariamente, mulheres. Muitas… Mulheres indefesas. Mulheres honradas. Mulheres operárias, que trafegam pelas ruas com sentido de maternidade, vendendo honestamente, um pouco de tudo, para manter a sobrevivência familiar. Por William Tonet os primeiros meses do ano (Janeiro/Junho) de 2026, o país vem assistindo atónito ao crescendo de uma violência inqualificável protagonizada por agentes da Fiscalização, nos principais centros urbanos.…
Leia maisLIBERDADE DE IMPRENSA E A GRAVE MIOPIA DO MPLA
O Executivo de João Lourenço desvaloriza o relatório da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), que coloca Angola a liderar a lista de membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) – com o pior desempenho em matérias de liberdade de imprensa ao cair nove posições, fixando-se agora num preocupante 109.º lugar – classificando a crítica internacional desajustada à realidade angolana. Por Geraldo José Letras em resposta concreta às questões estruturais que continuam a fragilizar o jornalismo angolano, o Director Nacional de Informação e Comunicação Institucional, João Demba, socorreu-se da estratégia…
Leia maisANGOLA É UM “ESTADO SECURITÁRIO”, ACUSAM ACTIVISTAS
Activistas angolanos disseram hoje que existe em Angola um “Estado securitário” que tem transformado as suas vidas “num inferno”, denunciaram “contínuas detenções arbitrárias” e exigiram a libertação dos activistas “presos políticos” há nove meses. “indignação” dos activistas e jovens de partidos políticos na oposição diante do “crescente cerceamento” do exercício das liberdades fundamentais, como direito de reunião e de manifestação em Angola, vem expressa num manifesto colectivo apresentado hoje, em conferência de imprensa, em Luanda. Repudiaram “com veemência” a condenação do activista Osvaldo Caholo — condenado na segunda-feira a dois…
Leia maisMPLA E O CONCEITO DE VIRA-LATA OCIDENTAL
Quando um partido consegue inverter, na geografia mental dos cidadãos, a lógica da matemática é porque encarnou a tese do vampirismo e capachismo. É mister recordar que na abertura da sublevação de 11 de Março de 2011, os jovens tinham como lema das manifestações, contra o reinado de JES, o slogan: “32 É MUITO”! Por William Tonet assaram-se mais seis (6) anos (32+6 =38), destacando-se, no pico do regime eduardista, a prisão de 17 presos políticos no famoso “Caso 15+2”, que injusta e ditatorialmente, franquearam por vários meses (Junho de…
Leia maisQUANDO A ARROGÂNCIA E O “TRUNGUNGO” ASSUMEM A GESTÃO PÚBLICA
O Presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Manuel Pereira da Silva, conhecido por “Manico”, em resposta ao pedido de acesso ao processo de contratação pública da empresa ligada à gestão do pleito eleitoral de 2027, a INDRA, apresentado por organizações da sociedade civil, encabeçadas pelo MUDEI, do activista Luaty Beirão, questiona, em ofício por si assinado e a que o Folha 8 teve acesso, a personalidade jurídica dos requerentes. Por Geraldo José Letras rês organizações da sociedade civil angolana — MUDEI, KUTAKESA e UYELE —, preocupadas com a transparência…
Leia maisMPLA AVESSO À PLURALIDADE CONSENSUAL, À CONCILIAÇÃO E À PAZ
24 anos depois, a ingenuidade continua a calcorrear a geografia mental de milhões de autóctones angolanos, que acreditaram na capacidade do MPLA regenerar-se. Verdadeiro engano. Por durante três dias, o lobo não comer galinhas, não significa ter virado vegetariano, ao ponto de ser nomeado chefe do galinheiro. Ele apenas fez uma pausa no “modus operandi”. Por William Tonet MPLA mostra ao longo dos anos a veia discriminatória que ilumina o seu sistema de monarquia partidocrata, objecto fundante de uma acção, actuação e visão monocrática, na condução dos destinos do país.…
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