Sim, o destino de Cabinda ainda não está selado, porque a chama da resistência continua a arder e apesar da forte repressão de João Sabota Lourenço e do seu MPLA, porque a FLEC (nas suas várias facções) continua as suas acções militares, e os activistas civis continuam a expressar-se (correndo o risco de serem presos), demonstrando que o desejo de autodeterminação ainda não se extinguiu. Por Osvaldo Franque Buela (*) conflito de Cabinda não está resolvido; encontra-se apenas congelado e contido pela força do regime comunista e autoritário angolano, e…
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MPLA CELEBRA DESESPERO DO POVO DE CABINDA
Para justificar esta questão, que me parece relevante e essencial quer da perspectiva de Cabinda, quer da de Angola, limitar-me-ei a oferecer ao valente povo de Cabinda uma mensagem de conforto e esperança. Por Osvaldo Franque Buela (*) alente e heróico povo de Cabinda, o caminho para a autodeterminação é longo e está repleto de obstáculos, mas a história ensina-nos que a perseverança é a verdadeira moeda da liberdade. A sua luta pela dignidade e pela justiça está gravada não só no Tratado de Simulambuco, mas no coração de cada…
Leia maisCOMER LAGOSTA PONDO O POVO A COMER FARELO
A empresária angolana Filomena Oliveira considerou hoje que a importação de miudezas, de partes de aves, bovinos e suínos no país reflecte “falta de dignidade humana”, referindo que esses produtos “não servem sequer de ração animal nos países exportadores”. Nem de comida para os cães dos donos do reino. Bem dizia o general Kundi Paihama: “se os porcos comem farelo e não morrem, os angolanos também podem comer”. ilomena Oliveira, empresária do sector agrícola e vice-presidente da Associação Agro-pecuária Comercial e Industrial da Huíla (AAPCIL), aplaude a decisão do Governo…
Leia maisLUANDA E O MURO DA SEGREGAÇÃO
Será que o Governo acredita que um muro de betão consegue esconder a miséria e maquilhar a realidade dos bairros periféricos de Luanda? Afinal, se os olhos não vêem, o coração não sente, não é? Ou será que estamos a construir uma versão moderna da segregação social, onde a dignidade só tem espaço do lado de cá do muro? Por Mwata Yamvo recente substituição do muro gradeado ao longo da estrada de Catete, no sentido Viana – 1.º de Maio, por um muro alto de betão levanta questões profundas sobre…
Leia maisJORNALISTAS, AO MENOS MORRAMOS DE PÉ!
Segundo o artigo 3 do Código Deontológico dos Jornalistas (de Portugal), “o jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de limitar a liberdade de expressão e o direito de informar. É obrigação do jornalista divulgar as ofensas a estes direitos.” m grupo de jornalistas e académicos portugueses lançaram o site artigo37.pt, uma plataforma online para denunciar as restrições à liberdade de informação em Portugal. Por cá, por Angola, os Jornalistas continuam a lamber as feridas deixando os seus créditos por interesses alheios.…
Leia maisSER ALBINO É O FIM DA PICADA
A Associação de Apoio às pessoas com Albinismo em Angola (4As) denuncia a falta de políticas de apoio e protecção dos cidadãos com albinismo em Angola. Se ser angolano já é um enorme problema, ser angolano albino é o fim da picada. Manuel Vapor, presidente da 4As, refere que as políticas criadas para as pessoas vulneráveis não são direccionadas para os albinos, uma vez que estas pessoas têm necessidades específicas diferentes de outros grupos indefesos. “O Governo não tem políticas para as pessoas com albinismo. O Ministério da Saúde também…
Leia maisSAÚDE EM SISTEMA MINÚSCULO
As políticas da saúde reflectem a saúde dos políticos que dirigem os povos, com os seus poderes e nos seus espaços; e vice-versa, para começo de conversa. Sempre que os níveis de bem-estar espiritual, físico e mental dos governantes não se pautam pelo equilíbrio, atingindo, acima de tudo, baixas pontuações, recusando-se a reflectir sobre as saúdes alheias e próprias, ostentam um inquietante diagnóstico. Por Fernando Kawendimba Escritor Passe a redundância subsequente: as políticas da saúde têm de ser saudáveis. Os governantes adoecem a saúde pública, descuidando dos mais desiguais perante…
Leia maisPROFESSORES EM GREVE. CULPA DA… ?
O Sindicato Nacional de Professores e Trabalhadores do Ensino não Universitário (Sinptenu) angolano começou hoje a segunda fase da greve, que decorre até 26 de Janeiro, para reivindicar actualização dos salários, anunciou fonte sindical. Segundo o secretário-geral do Sinptenu, Victor Gimbi, a greve surge por “não haver boa vontade” do Ministério da Educação na resolução das suas reivindicações, plasmadas num caderno reivindicativo remetido em Fevereiro de 2021. “A greve é um facto, porque estamos a reivindicar a actualização da tabela salarial. Não se justifica que um professor, seja qual for…
Leia maisALGUÉM DISSE AO PAPA QUE HAVIA POBRES EM ANGOLA?
O Papa Francisco defende que deve ser dada novamente voz aos mais necessitados, durante uma visita à cidade de São Francisco de Assis, em Itália, a propósito do Dia Mundial dos Pobres, que se celebra amanhã, domingo. Em Angola não vale a pena celebrar porque, afinal, o país só tem 20 milhões de pobres… “É hora de os pobres se manifestarem, porque as suas reivindicações não foram ouvidas durante muito tempo. É hora de abrir os olhos para a desigualdade em que vivem tantas famílias. É hora de arregaçar as…
Leia maisCarolina Cerqueira, a coordenadora do lixo
Senhora Carolina Cerqueira, a senhora é uma nódoa que conspurca a imagem do país e do governo, em Angola e no estrangeiro. A sua mais recente procissão carnavalesca, saprófita ou parasitária, de propaganda política demagógica, é um forte atentado contra a ética, a dignidade, os direitos humanos, os direitos da criança e os direitos das pessoas que necessitam de assistência médica. A senhora não merece respeito e admiração porque gera situações que provocam muita revolta, muito nojo. Por José Filipe Rodrigues (*) Qualquer criada ou criado de um botequim clandestino…
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