Eis um dos poucos meios da comunicação social angolana que soube afirmar-se desde o seu nascimento perante a necessidade de se informar com verdade e isenção. Assim mandam as regras e a ética deontológica. Nesta sua peregrinação diária em prol das liberdades e da democracia, o jornal “Folha 8” é, para mim, uma das conquistas em Angola por uma imprensa livre e independente, fazedora e promotora do direito à opinião. Por João Carlos Jornalista Quer queiramos ou não, este projecto lançado por William Tonet – que tem sabido dirigir uma…
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A culpa é das Redes Sociais?
Ainda se recordam do Paulo Pombolo, o governador que foi exonerado por apenas se ter destacado, durante as campanhas eleitorais, a inaugurar chafarizes? Ele agora foi promovido a Secretário-Geral do MPLA. Ele pensa que no desempenho das novas funções deve continuar a dizer e a fazer aberrações. Por Domingos Kambunji É mais um ser mutante, persistindo em sobreviver como mais uma anedota ambulante. Neste aspecto o MPLA está bem povoado de nódoas que, com comportamento boçais, pensam ser intelectuais. Se o disparate passou a ser moda, nós preferimos continuar a…
Leia maisPRA-JA, Isabel e o MPLA
O coordenador da comissão instaladora do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola (PRA-JA), Abel Chivukuvuku, diz que “não recebeu qualquer tipo de financiamento” da empresária Isabel dos Santos para a constituição do partido. E se tivesse recebido, isso é crime? Nem todos podem receber apoio financeiro ilimitado e a fundo perdido do Estado, como é o caso do MPLA que é ele próprio o Estado. Por Orlando Castro “A té ao momento todas as despesas foram custeadas por mim, mas tenho noção que terei levado à exaustão os…
Leia maisTransição é truque para o Poder do MPLA ser eterno!
No percurso de combate à má-gestão, ao desvio de fundos públicos, ao despesismo, ao esbanjamento e a corrupção, mantive, desde o tempo de partido único, erecta a coluna vertebral, como homem de causas sociais, próximas da ideologia de esquerda cidadã. Por William Tonet Nunca me escondi por debaixo das saias do militantismo barroco, do “mesmismo”, do “social-facilitismo”, da cega ambição pelo poder ou da contestação covarde, no interior das casas de banho dos quintais. Falei alto. Dei a cara. Assumi, a voz, publicamente, em cadeia nacional de TV, num programa…
Leia maisJA ou JMPLA?
Ultimamente foi medrando em mim um hábito – enquanto pacientemente ia aguardando que Morfeu me envolvesse com o seu manto diáfano – de pervagar os meus fatigados olhos pelo Jornal de Angola (JA) que é como quem diz, o Jornal do MPLA, sobretudo os artigos de opinião dos Silva Caetano caso esteja muito agitado ou a coluna que eles intitulam de “Citações” ou “Cartas dos Leitores” se quiser polvilhar o sono com umas nótulas de humor. Por Brandão de Pinho Por certo, suponho, o leitor não terá a paciência que…
Leia maisVital na democratização e no direito à vida
O que acompanho no Folha 8 permite-me assumir a importância deste jornal na democratização de Angola e no Direito à Vida dos Angolanos desde que nasceu. Na verdade lidar com a comunicação em país pobre e em quase ditadura não é tarefa fácil desde o angariar meios financeiros de sobrevivência até ao Direito de Informar e Formar a comunidade de leitores e o Folha 8 e quem lá labora com o William Tonet sabe bem o que se passa. Por Joffre Justino Porque Informar é muito mais que obter a…
Leia maisÉ uma vergonha e um crime morrer à fome no Huambo!
O momento em que escrevo estas linhas, carrego um misto de tristeza e indignação, ao tomar conhecimento que morrem de fome, autóctones angolanos na Serra do Moco, no Huambo. Porra! Essa verdade revolta. Por ser inadmissível… Por William Tonet Aquelas gentes, a nossa gente, campesina, sacha (capina) a terra, faz germinar os vários lombis, para com o pirão de milho, ter uma refeição. Se morre, falta o complemento, proteínas que o Estado poderia curar de fornecer, não em gesto de caridade e tantas vezes de vil propaganda, mas na criação…
Leia maisPRA-JA, lagosta em Luanda
ou mandioca no Bailundo?
Por acreditar no mensageiro e respeitar a mensagem, impõe-se que pergunte a Abel Chivukuvuku, hoje, aqui e agora, a propósito da formação do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola (PRA-JA), se aceita (a contrário dos tempos da – sua – CASA-CE) ser salvo pela crítica ou assassinado pelo elogio? Se é a ética que deve dirigir a política? Se as batalhas ganham-se ou perdem-se por causa dos generais ou por causa dos soldados? Se o importante são os que estão na primeira fila (para serem vistos) ou os…
Leia maisDas virtudes dos refrescamentos
Qual será a percentagem de refrescamentos de ministros, nos vários países do mundo, a partir da qual o presidente – no caso de Angola e Brasil – ou o primeiro-ministro no – caso da Tuga – também tenha de ser ele próprio refrescado? Por Brandão de Pinho Nestes dias para além de ministros, foram também secretários, governadores (cargo que em qualquer parte do mundo deveria ser consequência de escrutínio directo e nominal) e embaixadores. Sai um Laborinho de um cargo entra um Laborinho para ministro, sai um Nhunga entra outro…
Leia maisEram escudo e lança forte, as palavras!
1991 foi um ano muito importante para os Angolanos. Vivíamos um tempo de esperança. Acreditámos que era possível mudar, libertarmo-nos da ditadura marxista-leninista, dos populismos castrantes e das perseguições políticas absolutamente gratuitas que vitimaram milhões de inocentes. Queríamos mudança, viver em paz e em democracia. Queríamos ser livres e aspirávamos à prosperidade. A felicidade parecia-nos então tão perto, tão próxima que quase a podíamos ter nas mãos. Por Adriano Parreira Doce ilusão, miragem num deserto de intolerância. Na verdade, nunca estivemos tão longe dos nossos sonhos, que nunca chegariam a…
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