“Carnaval” de pólvora… seca

O secretário de Estado (ex-ministro) da Comunicação Social, Nuno Caldas Albino “Carnaval”, defendeu, em Luanda, a necessidade da preparação adequada dos quadros do sector, para fazer face aos desafios actuais e às transformações políticas, sociais e económicas do país. Nuno Caldas, que falava na abertura do ciclo de formação de fazedores de informação (jornalistas são outra coisa) das delegações da Agência Angola Press (Angop) da Região Norte, apontou a superação técnica e profissional como pilar essencial da cadeia estratégica da comunicação social, que deve ser feita de forma permanente e…

Leia mais

Jornalismo não é ser equidistante. É ser verdadeiro

O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) está preocupado com o tratamento de questões políticas nos órgãos de comunicação social públicos e privados e lamentou os “actos de censura” que se têm registado. O posicionamento consta numa deliberação aprovada no VI Congresso do SJA, na qual o sindicato se manifesta preocupado com “a maneira como alguns órgãos de comunicação social públicos e privados têm estado a posicionar-se perante questões políticas, assumindo-se parte, violando deste modo a deontologia profissional bem como a Constituição, que impõe tratamento igual e imparcial”. O Sindicato deplora…

Leia mais

Comunicação, informação e… Jornalismo

Deputados angolanos convergiram hoje sobre a importância da comunicação social na consolidação do processo democrático do país, reconhecendo as dificuldades para o exercício da sua actividade, nomeadamente casos de censura. Embora, na sua grande maioria, não saibam a diferença entre informação e jornalismo, lá vão divagando entre a casa do fundo e o fundo da casa. O presidente da Assembleia Nacional angolana, Fernando da Piedade Dias dos Santos, considerou a discussão sobre “O Papel da Comunicação Social na Construção do Estado de Direito Democrático”, solicitada pelo grupo parlamentar da UNITA,…

Leia mais

No jornalismo a verdade não prescreve!

A Assembleia Nacional (do MPLA) agendou, para o dia 22 deste mês, um debate sobre o papel da comunicação social e a consolidação do Estado Democrático de Direito. Embora não seja possível consolidar o que não existe, não custa imaginar que existe e, a partir dessa miragem, debater. O debate foi proposto pela UNITA durante a conferência de líderes parlamentares, tendo o presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira, concordado com a discussão do tema, mas – há sempre um “mas” na abertura do MPLA – apelou…

Leia mais

“Campeão (não) luta!”

O novo presidente do Conselho de Administração (PCA) das Edições Novembro, Drumond Alcides Jaime Mafuta, nomeado no dia 9 deste mês pelo Presidente da República, João Lourenço, tomou posse numa cerimónia presidida pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem. Também tomaram posse Edson Salek Francisco Pereira, como administrador executivo da Angola Telecom, e Jaime Vitorino Azulay, administrador não executivo da Edições Novembro, igualmente nomeados pelo Chefe de Estado. Manuel Homem considerou o acto como mais um passo no programa de estabilização e melhoria da organização…

Leia mais

A Berta está à porta ou a porta está aberta?

O relatório Liberdade no Mundo 2021 da organização não governamental Freedom House, com sede em Washington, coloca Angola como único País Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) no grupo de Estados não livres, enquanto Moçambique e Guiné-Bissau integram o grupo de países parcialmente livres e Cabo Verde e São Tomé e Príncipe no de países livres. Em Outubro do ano passado, o relatório “The Global Expression Report 2019/2020: The state of freedom of expression around the world”, divulgado pela organização internacional Article 19, numa análise a 25 indicadores em 161…

Leia mais

“Fake news”, “fake rulers”

Quando os angolanos começam a ter noção de que ou morrem de fome, de Covid-19, ou dos dois juntos, João Lourenço lançou para a ribalta mais uma dose industrial de projectos, comissões, exonerações (mesmo de quem já tenha morrido), detenções, confiscos, congelamentos e até coloca uma cereja no topo do bolo da demagogia ao chamar Carlos Rosado de Carvalho para o Conselho Económico e Social. Carlos Rosado de Carvalho tem todo o direito de aceitar e reverenciar o autor do convite. Uns têm preço, outros têm valor. Uns sabem que…

Leia mais

Filhos, enteados e outros

No dia 20 de Março (há, portanto, mais de um mês) o Folha 8 colocou à Direcção Geral da Saúde (de Portugal) e à Ordem dos Médicos (de Portugal), questões relacionadas com a pandemia da Covid-19. Procurávamos informações que pudessem ser úteis, entre outros, aos angolanos, tanto residentes em Portugal como para nosso “uso” interno. A única “resposta” recebida foi-nos enviada pela Ordem dos Médicos que, três dias depois, acusava a recepção, prometendo que “brevemente voltaremos ao contacto”. Até hoje. Compreendemos que, também neste caso, há filhos, enteados e outros,…

Leia mais

A verdade é um “vírus” que
às vezes dói, mas que salva

O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) exortou hoje os profissionais a observarem a ética ao extremo na publicação de matérias associadas ao novo coronavírus, principalmente nas redes sociais, aplaudindo o empenho e prontidão dos órgãos da comunicação social. O posicionamento foi manifestado pelo secretário-geral do SJA, Teixeira Cândido, apelando aos jornalistas para terem sempre como recurso as fontes oficiais na divulgação de informações relacionadas com a pandemia da Covid-19, sobretudo nas redes sociais. “Nesta fase [do novo coronavírus] é um apelo à ética da classe, porque devemos levar a ética…

Leia mais

Carnaval do MPLA estagia e “actua” na capital colonial

O ministro da Comunicação Social de Angola, Nuno Caldas Albino “Carnaval”, afirmou hoje à Lusa que o Governo angolano está a estender aos media um “paradigma de transparência” que permite maior democracia no acesso de todos os sectores da sociedade. O anterior ministro, João Melo, está com as orelhas a arder, mas é preciso ter calma. Carnaval é sempre que o MPLA quer e, para azar dos angolanos, quer que seja quase todos os dias. “Não podemos dizer que não ocorra um outro constrangimento em relação a um ou outro…

Leia mais