O Estado/MPLA vai investir 111 milhões de euros na construção de um novo complexo hospitalar, para as Forças Armadas Angolanas, obra aprovada por despacho do Presidente da República, João Lourenço. Como se vê, por enquanto o fiado chega para tudo… ou quase. De fora ficam, como acontece há 43 anos, os pobres que agora são apenas… 20 milhões. [dropcap]D[/dropcap]e acordo com o despacho presidencial, com data de 8 de Janeiro, em causa está a construção do Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé” – cuja localização não é revelada no…
Leia maisEtiqueta: OGE
Para os militares o cofre
Ao plantar couves a raiz deverá ficar para… baixo
A consultora Economist Intelligence Unit (EIU) considera que a implementação do Orçamento Geral do Estado é um teste à capacidade (supostamente) reformista do Presidente João Lourenço, que tem feito, sobretudo a nível de um vasto caderno de boas intenções, “esforços significativos” para reformar Angola. [dropcap] “D[/dropcap] esde que João Lourenço assumiu a presidência, o Governo tem feito esforços significativos para reformar a economia”, escrevem os analistas numa nota sobre o OGE para 2019. No documento, enviado aos investidores, a EIU defende que “a maneira como o Governo executa o orçamento…
Leia maisOGE do “embuste”
A oposição angolana votou hoje contra a aprovação do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2019, considerando que o documento, aprovado com os votos do MPLA, é um “embuste” e “nada transparente”. Ou seja, o MPLA continua igual ao que sempre foi ao longo de 43 anos no Poder: quer, pode e manda. [dropcap]A[/dropcap] posição foi expressa em declarações de voto pela UNITA e da CASA-CE, após o documento ter sido aprovado pela maioria dos 220 deputados à Assembleia Nacional… do MPLA. Após a votação, e questionado pela agência Lusa…
Leia maisBarriga (ainda mais) vazia reduz potência da euforia
O Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2019 foi aprovado com 133 votos a favor do MPLA e 55 contra da UNITA e CASA-CE, ambos da oposição, tendo-se registado ainda três abstenções, do PRS e FNLA. Entretanto, continua (e de que maneira) a crise económica que, contudo, foi minimizada pelo populismo mediático do Governo. A barriga dos angolanos está cada vez mais vazia, mas a “liamba” da propaganda conseguiu pôr o Povo a ver jacarés a voar… [dropcap]O[/dropcap] Parlamento do MPLA aprovou, como habitualmente, esta sexta-feira o OGE para 2019.…
Leia maisO peso dos Serviços Prisionais no OGE
A proposta de Orçamento Geral do Estado aprovada na generalidade pelos deputados à Assembleia Nacional no dia 14 de Novembro traz uma novidade. Depois de tantas críticas e exigências, o sector social contempla maior fatia em comparação com o sector da segurança, representando 39,8 por cento enquanto o segundo contempla 38,4 por cento. A diferença é ínfima, mas importante com vista a maior dotação para o sector social nos próximos orçamentos. Por Sedrick de Carvalho [dropcap]E[/dropcap]ntretanto, continuamos incrédulos com os investimentos maciços em algumas áreas em que se deveria registar…
Leia maisGoverno só navega à vista
(do petróleo, obviamente!)
O Governo angolano projectou o preço do barril de petróleo em 68 dólares como base do OGE 2019 por estar abaixo do estimado (70 dólares) por várias organizações financeiras internacionais, explica o secretário de Estado dos Petróleos, Paulino Jerónimo. [dropcap]Q[/dropcap]uestionado pela Lusa sobre se o Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2019, actualmente em discussão (aprovação) na especialidade no Parlamento, pode obrigar a uma correcção nos números, Paulino Jerónimo indicou que o Governo de Luanda está a tomar um conjunto de medidas para a diversificação económica, de forma a que…
Leia maisMarimbondo EIU diz que
as contas estão furadas
A Economist Intelligence Unit (EIU) considerou hoje que as reformas em curso em Angola são positivas para a economia, mas alertou que enquanto não surtirem efeito, o país vai continuar vulnerável às variações nos preços do petróleo. Ou seja, marimbondos, traidores e “esvaziadores” de cofres continuam a ajudar João Lourenço a coleccionar desculpas. [dropcap] “A[/dropcap] pesar de os anúncios de reformas parecerem positivos, tal com o é positivo o empenho de João Lourenço em combater a corrupção, continua por se ver quão séria é a agenda de reformas”, escrevem os…
Leia maisPetróleo traidor é comida dos nossos marimbondos?
O ministro das Finanças de Angola, Archer Mangueira, mostrou-se hoje preocupado com a forte queda do preço do barril de crude no mercado internacional, receita essencial para o Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano. [dropcap]S[/dropcap]ó na última semana, a referência europeia do petróleo, o Brent, recuou 7,10%, para os 58,08 dólares (uma queda de 4,44 dólares) por barril, atingindo hoje a cotação mais baixa desde Outubro de 2017. “Nós internamente já estamos a trabalhar sobre vários cenários e também temos estado a acompanhar o mercado. Vamos ver como é que…
Leia maisDeputados, patos, patrão, corrupção e… palhaçada
O ministro das Finanças de Angola, Archer Mangueira, disse hoje, em Luanda, que o Conselho de Ministros angolano vai aprovar, amanhã, quinta-feira, um Plano de Prevenção e Mitigação de Riscos que podem levar a actos relativos à velhinha instituição (tem 43 anos) implementada pelo poder absoluto e longevo do MPLA, a corrupção. [dropcap]O[/dropcap] governante angolano respondia hoje na Assembleia Nacional, no âmbito da suposta discussão e aprovação (mesmo antes da formalidade da votação) na generalidade da proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2019, a dúvidas levantadas pelos deputados…
Leia maisSão tantos os fantasmas…
O Governo angolano admitiu hoje que o peso da receita petrolífera no Orçamento Geral do Estado (OGE) “torna refém a execução da despesa e da receita”, considerando que o “fantasma da dependência petrolífera precisa de ser continuamente repensado”. [dropcap]R[/dropcap]epensar os fantasmas é uma boa estratégia que, aliás, revela que o governo do MPLA (há 43 anos que Angola só conhece governos do MPLA) até da própria sombra tem medo. É que os fantasmas aparecem em vários formatos e configurações. Uns surgem na forma de Jonas Savimbi, outros na Isabel dos…
Leia mais