O governo da província angolana de Malanje vai investir, entre 2018 e 2022, cerca de 120 mil milhões de kwanzas (346 milhões de euros) em projectos sociais, indica hoje um comunicado oficial. Pelos vistos, sob a batuta de João Lourenço até as bissapas (será do adubo chinês?) produzem dinheiro. Segundo o documento, emanado da I Sessão Ordinária do governo provincial de Malanje, realizada na capital da província, os projectos destinam-se maioritariamente a sectores como o rodoviário, agricultura, desenvolvimento rural, educação, saúde, energia, águas, requalificação urbana, juventude e desporto. Ao longo…
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… E esses malditos bancos querem ficar com o kumbu
O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola, Francisco Queirós, lamentou hoje a falta de colaboração de alguns bancos onde se encontram domiciliados capitais de origem ilícita, alegando que criam “alguma resistência em largar mão desses capitais”. Justificação oriunda de “ordens superiores”? Pedido feito pelo ministro das Finanças? A posição foi expressa por Francisco Queirós ao discursar, hoje, em Luanda, na abertura da Conferência sobre a Perda e Recuperação dos Bens e Produtos Provenientes da Criminalidade Organizada, Económico-Financeira e Corrupção. Francisco Queirós considerou “incoerente” a atitude dessas instituições…
Leia maisSeca na árvore das patacas pôs portugueses em fuga
Pelo menos um terço dos trabalhadores portugueses expatriados em Angola regressou a Portugal no pico da crise económica que assola Angola desde 2014, altura em que baixaram significativamente os preços do crude nos mercados internacionais. A constatação foi feita à agência Lusa por responsáveis oficiais de Portugal e de Angola em vésperas da primeira visita de um primeiro-ministro português, a de António Costa, desde a efectuada em 2007 pelo então chefe do Governo de Lisboa, José Sócrates, que admitiram, porém, haver uma expectativa de regresso. Números oficiais não há, reconheceram…
Leia maisUrgência de um FMI mais
sábio e mais experiente
Angola não é a Venezuela. Angola não é a Coreia do Norte. Angola não é a Grécia. Mas Angola pode aprender com o seu irmão europeu. Estamos falidos. Na bancarrota. É preciso dinheiro e mudar tudo, e que este venha do FMI e não da China, Israel, Rússia ou até dos cínicos alemães. Por Brandão de Pinho Quando um cidadão não tem dinheiro nem disciplina ou sabedoria para o vir a ganhar ou, sequer, para ter as condições mínimas de dignidade para se propor a um trabalho para receber o…
Leia maisOnde pára o dinheiro que roubaram aos angolanos?
A UNITA questionou hoje, em Luanda, o destino do excedente do petróleo em Angola, cujos números apontam para uma acumulação de um mínimo total de 1.600 milhões de dólares (1.400 milhões de euros) nos últimos seis meses. Isaías Samakuva já tinha feito a mesma pergunta em 2016… A dúvida foi hoje posta pelo líder do grupo parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, numa conferência de imprensa realizada em Luanda pelo maior partido da oposição, destinada a “radiografar” a situação económica e social do país. Adalberto da Costa Júnior referiu…
Leia maisXi amigo, JLo está contigo (tudo depende do… fiado)
O Presidente angolano, João Lourenço, agradeceu, em Pequim, ao homólogo chinês, Xi Jinping, a ajuda ao processo de reconstrução nacional em Angola, país que foi devastado por uma guerra civil e por um tsunami de incompetência governativa, ladroagem e corrupção (entre muitos outros crimes). Segundo o órgão oficial do regime do MPLA, o Jornal de Angola, João Lourenço falava durante a recepção oficial que lhe foi oferecida por Xi Jinping e afirmou que Angola encontrou na China um parceiro que está a ajudar a construir o país e que foi…
Leia maisAjuda do FMI não é barata
mas dá milhões aos ricos!
Em Junho de 2016 o porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI) na sede da instituição, em Washington, que José Eduardo dos Santos, desistira das negociações sobre um eventual “programa de financiamento ampliado”. Angola desistiu das negociações sobre um eventual “programa de financiamento ampliado” do FMI, mas manteve a porta aberta a conversações ao nível de consultas técnicas com os funcionários daquela organização. “O Presidente da República de Angola informou o FMI sobre a decisão de manter o diálogo com o Fundo apenas no contexto do artigo IV ‘consultas’ e não…
Leia maisBancos violam a lei e só deixam levantar kwanzas
A Associação Angolana dos Direitos do Consumidor (AADIC) denunciou hoje que os bancos comerciais angolanos obrigam clientes a fazer levantamentos apenas em moeda nacional, o kwanza, mesmo quando são requisitadas divisas, considerando uma “grave violação” aos direitos dos consumidores. A situação foi relatada hoje à agência Lusa pelo presidente da AADIC, Diógenes de Oliveira, afirmando que os clientes angolanos continuam impossibilitados de levantar divisas, sendo esta das principais preocupações que a associação regista diariamente. “O consumidor tem na sua conta kwanzas e divisas e os bancos continuam a vetar a…
Leia maisDe buraco em buraco até
(é claro) à cratera final!
O Banco de Poupança e Crédito (BPC) de Angola referiu hoje que vai manter a política de encerramento de balcões e de despedimento de funcionários, no quadro da reestruturação e do saneamento da instituição. A indicação foi avançada pelo presidente do Conselho de Administração do BPC, Alcides Safeca, no Lubango, capital da província da Huíla, à margem do lançamento de uma linha de financiamento apoiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). “Vai haver, sim, o despedimento de pessoal”, declarou Alcides Safeca, lembrando que o processo de reestruturação e saneamento tem…
Leia maisLepra? Claro que sim!
As autoridades sanitárias angolanas registaram 180 casos de lepra no primeiro semestre deste ano só na província do Cuanza Sul, mais 28 do que em idêntico período de 2017. Tudo normal, não é Senhor Presidente João Lourenço? Dados do departamento local de Saúde Pública e Controlo de Endemias referem que, entre o total de casos, 26 foram curados e 18 abandonaram o tratamento. Segundo o supervisor provincial do Programa de Combate à Lepra, Antero Paulo, as dificuldades financeiras e logísticas têm sido as principais razões que os doentes apresentam para…
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