O secretário de Estado para a Indústria angolano, Carlos Rodrigues, apelou hoje aos empresários brasileiros a pensarem em Angola como um país para investir, produzir e construir, não apenas como destino para exportações, apesar dos desafios que persistem. arlos Rodrigues, quando discursava no Encontro Empresarial Angola-Brasil 2026, que se realizou em Luanda, afirmou: “Pensem também em Angola como um lugar onde podem investir, produzir e construir uma plataforma para uma presença crescente no mercado africano”. Carlos Rodrigues manifestou disponibilidade do executivo angolano (do MPLA há 50 anos) para trabalhar com…
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MINISTRO AVISA BRASILEIROS: “NÃO MAIS ESTAREMOS DE JOELHOS”
O ministro da Agricultura e Florestas angolano disse hoje, em Luanda, que Angola quer a presença de empresários brasileiros no país, mas recusa-se a implorar para que venham. saac dos Anjos afirmou durante o Fórum do Agronegócio Angola/Brasil: “Compreendam, já não estou mais disponível para pôr o meu joelho no chão a pedir: Venham. Se não quiserem vir, não precisam de vir, mas também não precisam de estar aqui todo o tempo a debitar inconvenientes, insucessos, incapacidades. Já chega”. Isaac dos Anjos frisou no discurso de abertura que Angola disponibilizou…
Leia maisANGOLA (OU SERÁ APENAS O MPLA?) APOSTA FORTE EM PORTUGAL
O secretário de Estado da Economia de Portugal, João Rui Ferreira, afirmou, em Luanda, que as empresas portuguesas não receiam a crescente concorrência internacional no mercado angolano, sublinhando a sua capacidade de adaptação a economias competitivas em todo o mundo. Por sua vez o secretário de Estado das Finanças e Tesouro de Angola, Ottoniel dos Santos, quer uma nova etapa na cooperação com Portugal. ntão é assim. “A competição global pelos mercados é algo que as empresas portuguesas estão habituadas a fazer”, declarou o governante luso, à margem do IX…
Leia maisCHINA APOSTA NOS PEQUENOS PAÍSES LUSÓFONOS
Um estudo académico aponta que a China tem vindo a consolidar a sua presença tecnológica e económica nos pequenos países lusófonos da África Ocidental, nomeadamente Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. m relatório, assinado por investigadores da Universidade de Georgetown e do grupo de reflexão The Digital Economist, destacou que estes Estados, “historicamente marcados pela fragilidade económica e política”, encontram na parceria com a China uma alternativa às “tradicionais ligações com o Ocidente”. “Estes pequenos países contam uma história grande e globalmente significativa sobre a melhor forma de…
Leia mais… E SE NÃO FOSSE O PETRÓLEO?
O sector petrolífero angolano registou investimentos anuais superiores a 14 mil milhões de dólares (11,9 mil milhões de euros), nos últimos três anos, avançou hoje o responsável da concessionária angolana. egundo o presidente da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Anpg), Jerónimo Paulino, em 2019, o investimento rondava os oito mil milhões de dólares (6,8 mil milhões de euros) por ano, enquanto nos últimos três anos, ficou acima dos 14 mil milhões de dólares. Já as previsões para os próximos cinco anos são de 70 mil milhões de dólares…
Leia maisMPLA ESTREIA-SE NO AFRICA INVESTIMENT FÓRUM
Angola vai apresentar pela primeira vez quatro projectos na ordem dos três mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) no Africa Investiment Fórum, a decorrer em Rabat, Marrocos, entre 26 e 28 deste mês. São projectos validados pelos 20 milhões de angolanos pobres que, recorde-se, continuam a pedido do MPLA a aprender a viver sem… comer. egundo o economista chefe do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), os projectos a serem apresentados por Angola estão ligados às áreas dos fertilizantes, logística (portos e cabotagem), água e saneamento e de…
Leia maisGRUPO NABEIRO REFORÇA APOSTA EM ANGOLA
A Angonabeiro prevê aumentar em 15% o volume de negócios em Angola este ano, consolidando o país como um dos pilares da facturação global, responsável por cerca de 30% do total, segundo o presidente executivo do grupo. ui Miguel Nabeiro, neto do fundador do grupo do café, Rui Nabeiro (foto), afirmou durante o lançamento do livro “O Legado do Meu Avô”, em Luanda, que “Angola vale 30% daquilo que são os mercados internacionais”. O gestor lembrou que a única fábrica que o grupo tem fora de Campo Maior é em…
Leia maisPERANTE O ÁMEN DE ÁFRICA, FMI ENSINA O ÓBVIO
O Fundo Monetário Internacional (FMI) e ministros das Finanças africanos, reunidos hoje em Washington, defendem que a mobilização dos recursos internos deve ser “uma prioridade central” para angariar mais receita e financiar investimentos que promovam crescimento económico. uma declaração emitida pela directora executiva do FMI, Kristalina Georgieva, e pelo ‘caucus’ africano, que representa os ministros das Finanças dos países da região, lê-se que “o reforço da mobilização de recursos internos continua a ser uma prioridade central, apoiada por reformas de governação para melhorar a gestão das finanças públicas, aumentar a…
Leia maisGOVERNOS SUBSOBERANOS AFRICANOS ALARGAM COOPERAÇÃO
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) e o Governo do Estado de Cross River (Nigéria) assinaram oficialmente um Acordo de hospedagem para a 6ª Conferência de Investimento da Rede de Governos Subsoberanos Africanos 2026, marcando um marco significativo na cooperação regional e na promoção de investimentos em toda a África. acordo foi assinado durante a sessão de Engajamento Empresarial Subsoberano realizada à margem da actual Feira de Comércio Intra-Africana 2025 (IATF2025) em Argel, Argélia. Foi assinado pelo Presidente e Chairman do Conselho de Administração da Afreximbank, Benedict Oramah…
Leia maisSE O PETRÓLEO É DO MPLA E NÃO DE ANGOLA…
O ministro angolano dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, anunciou hoje que Angola deverá receber investimentos de 72 mil milhões de dólares (cerca de 65 mil milhões de euros) nas concessões petrolíferas já atribuídas no período de 2025 a 2029. alando na abertura da conferência Angola Oil & Gas 2025, que decorre hoje e quinta-feira em Luanda, Diamantino Azevedo sublinhou que, entre 2017 e 2024, foram aplicados 84 mil milhões de dólares (76,1 mil milhões de euros) em concessões activas e novos contratos, fruto das reformas legais e…
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