As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa caíram pelo segundo ano consecutivo em 2016, totalizando 90,87 mil milhões de dólares, menos 7,72% do que em 2015, indicam dados oficiais. Com Angola as trocas comerciais caíram 20,94% em 2016. [dropcap]T[/dropcap]rata-se do segundo ano consecutivo de queda, depois de o comércio sino-lusófono ter caído 25,73% em 2015 naquela que foi a primeira diminuição desde 2009. Dados dos Serviços de Alfândega da China publicados no portal do Fórum Macau indicam que, entre Janeiro e Dezembro do ano passado,…
Leia maisCategoria: Economia
Mais Obrigações do Tesouro para pagar despesas de 2013
O Presidente angolano autorizou a emissão especial de 402.750 milhões de kwanzas (2,2 mil milhões de euros) de Obrigações do Tesouro em Moeda Nacional para pagamento de despesas públicas atrasadas desde 2013. [dropcap]A[/dropcap] informação consta de um decreto assinado por José Eduardo dos Santos, com data de 2 de Fevereiro, prevendo que a emissão seja feita “por conversão, após validação, de atrasados da execução orçamental dos exercícios de 2013, 2014, 2015 e 2016”. As Obrigações do Tesouro gozam de garantia de reembolso integral na data do vencimento, por força das…
Leia maisUma justiça chinesa para Angola
Uma gargalhada é sempre bem-vinda quando lemos um livro, assistimos a uma comédia ou contamos anedotas entre amigos. Mas quando surgem em resultado das decisões ou indecisões dos tribunais superiores de Angola, já não são tão bem-vindas as gargalhadas. Se determinados comportamentos das mais altas instâncias judiciais apenas nos merecem um ataque de riso, então é sinal de que estas perderam toda a credibilidade. Por Rui Verde (*) [dropcap]V[/dropcap]êm estas considerações a propósito das (in)decisões que se têm verificado na sequência da providência cautelar que vários advogados angolanos colocaram para…
Leia maisBNA estende a mão a Trump
O Banco Nacional de Angola (BNA) conta receber este ano assistência técnica norte-americana, para recuperar a confiança do sistema financeiro internacional e o acesso a dólares. Se Donald Trump estiver para aí virado ou, recorde-se, tiver deixado cair a tese de que “os pretos são criminosos”… talvez seja possível. [dropcap]A[/dropcap] informação foi transmitida esta terça-feira pelo governador do BNA, Valter Filipe, em Luanda, durante o evento que assinalou os 40 anos da entrada em circulação do kwanza, que em 1977 substituiu o escudo português, tendo afirmado que só com assistência…
Leia maisTudo à medida dos mesmos
O Estado angolano precisa de captar 3,5 biliões de kwanzas (19,6 mil milhões de euros) em endividamento no mercado interno este ano, através dos bancos e com a entrada de fundos, admitindo uma descida nas taxas de juro. [dropcap]O[/dropcap] anúncio foi prestado hoje pelo director da Unidade de Gestão da Dívida (UGD), Osvaldo João, após a apresentação, em Luanda, do Plano Anual de Endividamento do Estado, que prevê para este ano necessidades brutas de financiamento no mercado na ordem dos 4,667 biliões de kwanzas (26,4 mil milhões de euros), nomeadamente…
Leia maisCrescer para… baixo
A economia angolana deverá ter registado um crescimento (isto é como quem diz!) de apenas 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016, mas o défice orçamental foi menor do que o programado, segundo dados preliminares do Governo tornados públicos hoje, em Luanda. [dropcap]N[/dropcap]a revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2016, realizada em Setembro devido à forte quebra das receitas com a exportação de petróleo no primeiro semestre, o Governo angolano tinha revisto em baixa a previsão do crescimento real da economia de 3,3 para 1,1% do PIB.…
Leia maisPortugal tenta (re)forçar posição em Angola
O saldo favorável a Portugal relativamente às trocas comerciais com Angola desceu 34,4% entre Janeiro e Novembro, para 1,34 mil milhões de euros, devido à queda de 30,5% nas exportações. Terça-feira, em Luanda, decorre o Fórum Empresarial Angola-Portugal. [dropcap]D[/dropcap] e acordo com os mais recentes dados da Agência para o Investimento Comércio Externo de Portugal (AICEP), as exportações de Portugal para Angola passaram de 3,2 mil milhões de euros, de Janeiro a Novembro de 2015, para 2,2 mil milhões nos primeiros onze meses do ano passado. Os números da AICEP…
Leia maisO que sua majestade quiser e o preço do crude deixar
A Economist Intelligence Unit (EIU) reviu em baixa a previsão de crescimento de Angola, para 2,5% este ano, acelerando para 3,5% em 2018, “principalmente devido a diferentes assunções sobre o preço do petróleo”. [dropcap] “O[/dropcap] crescimento deve recuperar entre 2017 e 2021, depois de registar uma expansão estimada em apenas 0,6% em 2016″, diz a unidade de análise económica da revista britânica The Economist. “À medida que os preços do petróleo recuperam, uma expansão ligeiramente mais sólida no consumo privado e na despesa pública deve fazer o crescimento subir para…
Leia maisEndiama facturou menos mas produziu mais
A Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama) facturou em 2016 menos 130 milhões de dólares, apesar de a produção anual nacional ter aumentado para nove milhões de quilates, mas que este ano deverá voltar a descer. [dropcap]A[/dropcap] informação foi transmitida, em Luanda, pelo presidente do Conselho de Administração da Endiama, Carlos Sumbula, durante as comemorações dos 36 anos da concessionária estatal, que se assinalam hoje, tendo adiantando que Angola “vai procurar produzir menos” em 2017, para “estimular o preço do diamante”. “Quando nós tínhamos a meta de oito milhões…
Leia maisA economia como factor de revolta iminente
A agência de notação financeira Moody’s estima que Angola vá enfrentar este ano maior instabilidade social, apesar do abrandamento da austeridade graças ao aumento da produção de petróleo, e prevê um crescimento económico de 3%. Eis mais umas razões para o regime reforçar a repressão… democrática. [dropcap]N[/dropcap]um relatório sobre os “ratings” (classificação de risco) dos países da África subsaariana, a Moody’s diz que “os países mais expostos ao risco de instabilidade social incluem Angola, Camarões, República Democrática do Congo, Ruanda e Uganda”, recorrendo a indicadores como o tempo de permanência…
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