O general Lukamba Gato continua a demonstrar a mesma personalidade que evidenciava nos tempos de Liceu. Ele era, muitas vezes, o nosso herói, humilde, honesto e sempre coerente nas relações humanas de amizade e companheirismo. Ele é, em grande medida, o anti-herói, apesar de demonstrar muitas virtudes na maneira de ser e de estar no mundo das pessoas simples. Não confundamos pessoas simples com pessoas fáceis. Por António Kaquarta O regime despótico do MPLA continua a revelar a existência de muitas pessoas fáceis, alugáveis por “trinta dinheiros” por qualquer vendedor…
Leia maisCategoria: Destaque
Os Manicos do Pravda do MPLA
Aquele candengue que é moço de recados do que o Comité Central do MPLA manda fazer e dizer no jornal da Angola do MPLA, o Caetano Júnior, bastante júnior e por isso demasiado imaturo para ter uma visão global de tudo o que se relaciona com o bom senso, o bem estar dos angolanos e a ética, está muito zangado com os deputados da oposição na Re(i)pública da Angola do MPLA. Por Domingos Kambunji É compreensível, não aceitável, este tipo de comportamentos dos monangambés do jornal da Angola do MPLA…
Leia maisPorrada (ou morte) para
quem ousar dizer “basta”
A Polícia do MPLA disse hoje que o uso da força em manifestações “muitas vezes resulta de desobediência dos cidadãos”, afirmando que a polícia é chamada para “garantir o livre exercício de reunião ou interditar manifestações violentas”. Por Orlando Castro “E m primeiro lugar a polícia é chamada para garantir o livre exercício de reunião e/ou de manifestação, em segundo lugar a polícia pode ser chamada para interditar aquelas manifestações que violem a lei sobre reunião e manifestações”, respondeu hoje à Lusa o director do gabinete de Estudos, Informação e…
Leia maisA tragicomédia emepeliana
A tragicomédia “emepeliana” não irá tão rapidamente chegar ao seu epílogo. A bazófia demagógica encontra bastante dificuldade em modernizar-se, em ser mais construtiva e eficiente na concretização de resultados mais moralizadores para o combate à injustiça social, que o MPLA implantou e espalhou pelo país inteiro. As promessas falaciosas das últimas quase cinco décadas continuam a ser recicladas para “perfumar” os discursos oficiais, narcisistas, matumbos e estéreis. Por Domingos Kambunji A comunicação social oficial, contratada e assimilada pelo MPLA, não se cansa de repetir o que já foi dito anteriormente,…
Leia maisTudo numa balbúrdia!
A cada dia se descobrem, o meio institucional da raiva, que afinal a paternidade da acumulação primitiva de capital, não é proveniente do “espermatozóide” (perdão) de José Eduardo dos Santos, ex-presidente do MPLA e ex-Presidente da República, como se tem vindo a escutar, por parte, pasme-se, de ex-jornalistas avençados, antigos camaradas de barricada, que se banqueteavam a grande e a francesa, nos corredores do Futungo de Belas, primeiro e depois nos da Cidade Alta, para caçarem o dinheiro dos cofres públicos, em exclusivo proveito próprio, mas de Karl Marx, um…
Leia maisUm até sempre!
Olhei a chuva amarga que batia /tão felina quanto agre e agreste / nas vidraças do meu coração. / Fiquei sem saber se era pesadelo / ou apenas a saudade de uma dor / que fez da oração só um abafo. Por Orlando Castro Olhei a penumbra que vinha do sul como se com ela viessem notícias da minha banda, da outra banda. Fiquei sem saber se a saudade vive ou se apenas é miragem africana num coração que baloiça ao vento. Olhei a madrugada que sonolenta dormia aos pés…
Leia maisUm até breve!
A realidade dói. Dói principalmente quando os mortais, vulneráveis, na sua resistência, teimam em não a encarar, mesmo quando a traduzem em sublimes versos. “Um dia quando eu partir, não deixarei mais do que simples lágrimas”, são as mais useiras antevisões, no calor de cada gemido, afago ou acalorada discussão. Por Folha 8 (o de ontem, o de hoje, o de amanhã) Hoje, não é assim, para nenhum dos presentes e, até dos ausentes, pois mais do que simples escorrer de lágrimas, nas faces, o rio giboiando em nossas mentes,…
Leia maisParasitas enquanto Património colonial
O partido português Livre, através da sua ex-deputada (agora chamada de “deputada não inscrita”), Joacine Katar Moreira, quis, quer, queria, quererá, que todo o património das ex-colónias, presente em território português, possa ser restituído aos países de origem de forma a “descolonizar” museus e monumentos estatais. Não fosse a Assembleia da República portuguesa ser um antro de parasitas que se sustentam, e bem, à custa do erário público, e os deputados saberiam que existe uma “coisa” chamada Comissão de Património Cultural da CPLP onde têm assento todos os países de…
Leia maisO embala o berço
Não é necessário ler a obra completa de William Shakespeare para ter conhecimento de uma frase que está na memória de toda a gente : “to be or not to be that is the question” (ser ou não ser é a questão). Na realidade João Melo pensa ser aquilo que não é. Um grande intelectual não é um qualquer contratado e assimilado conformista, que muda de ideologia de acordo com os ventos políticos que sopram a esfarrapada Bandeira do MPLA. Por Domingos Kambunji Um poeta angolano diz que os Senhores…
Leia maisUma entrevista bomba proibida em democracia
A rota do país foi, pelos alemães, “belicamente dinamitada”, no passado dia 2, através de um microfone colocado pela DW diante do Presidente da República, João Lourenço. Os estilhaços verbais foram muitos e, voluntária ou involuntariamente, atingiram vários alvos: políticos, parlamentares, judiciais, partidários e da sociedade civil. Por William Tonet A maioria dos cidadãos, até os bajuladores, esperava maior contenção verbal, do mais alto magistrado do país, mas a emoção, numa primeira fase e, noutra, o excesso de poder (todos poderes do Estado), inibiram-no de navegar nas águas da humildade…
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