SIMBOLISMO DE RESILIÊNCIA E CONTINUIDADE PARA A FLEC

Junho marca o aniversário da morte de Nzita Henriques Tiago, líder histórico e cofundador da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), que faleceu no dia 3 de Junho de 2016. Em Junho de 2026, completam-se 10 anos do seu desaparecimento físico. A efeméride serve habitualmente como um forte catalisador para a liderança da FLEC, onde figuras como o seu filho, e seu neto Jean-Claude Nzita, continuam activas reafirmar as reivindicações de autodeterminação para Cabinda, baseadas no Tratado de Simulambuco de 1885. Por Osvaldo Franque Buela (*) questão da sucessão…

Leia mais

FLEC PEDE AJUDA A… DONALD TRUMP

A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) apelou a Washington, em particular o empenho do Presidente norte-americano, Donald Trump, a assumir papel de mediador activo na resolução da questão de Cabinda, divulgou hoje o movimento independentista.  posição consta de um comunicado da FLEC, movimento que há mais de 50 anos reivindica a independência do território de Cabinda, “província” no norte de Angola devido à ocupação do MPLA e à cobardia do descolonizador (Portugal), de onde provém grande parte do petróleo angolano, evocando o Tratado de Similambuco, de 1885,…

Leia mais

NOVA FÓRMULA DO “IMPÉRIO-COLONIAL”

O presente artigo visa apresentar, num momento de intensa perturbação política mundial, uma visão sobre a revolução de conceitos, justificados com o fim do cinismo encapotado, com o regresso do império-colonial, capitaneado por Donald Trump, presidente dos EUA. Sem pudor, invade, ataca, rapta dirigentes de países, para se apossar das riquezas. Diz que vai ficar com o petróleo e, à luz do dia, não se coíbe de roubar mais de 300 milhões de dólares, em barras de ouro do Banco Central da Venezuela. Por William Tonet direito internacional, não se…

Leia mais

JOÃO LOURENÇO ACUSA TRUMP DE COLONIALISMO

O general João Lourenço, na qualidade de Presidente da República de Angola por ser Presidente do MPLA, afirmou hoje que as motivações do colonialismo no passado são as mesmas que levam hoje qualquer superpotência a fazer intervenções militares, como aconteceu no Iraque e agora no Irão. oão Lourenço, que falava na 11ª cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP), disse que, “hoje, com os mais diferentes argumentos, mas com os mesmos objetivos, os do controlo das principais fontes energéticas…

Leia mais

NA SELVA SÓ CONTA A RAZÃO DA FORÇA

Nós, ou – pelo menos – alguns de nós, somos filhos e agentes de uma civilização milenária que tem vindo a elevar e converter os povos à concepção superior da própria vida, a fazer homens pelo domínio do espírito sobre a matéria, pelos domínios da razão sobre os instintos. Por Orlando Castro assadas as portas da globalização, das moedas únicas e, quiçá, de um modelo federal de estados na Europa, é no mínimo razoável pensar que são cada vez mais os instintos e cada vez menos as razões. De um…

Leia mais

TRUMP SÓ CONHECE A RAZÃO DA FORÇA E A BAJULAÇÃO

A organização Amnistia Internacional denunciou hoje uma escalada de práticas autoritárias do governo dos Estados Unidos desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, há um ano, alertando para a erosão dos direitos humanos naquele país. um relatório divulgado para assinalar o primeiro aniversário do segundo mandato de Trump como Presidente dos Estados Unidos (EUA), a organização internacional de defesa dos direitos humanos alerta para o encerramento do espaço cívico e o enfraquecimento do Estado de direito e para a forma como isso está a pôr em causa direitos humanos…

Leia mais

O REGRESSO DA COLONIZAÇÃO IMPERIAL

O mundo acordou, nos primeiros três dias do mês de Janeiro do ano 2026, com o olhar fixo no retrovisor. Na era uma imagem actual, mas do pretérito século XVI. O século das trevas, onde os senhores dos impérios escravocratas e colonialistas, disputavam escravos robustos e as terras ricas dos autóctones, tornando-as suas pela força. Por William Tonet ntes as cruzadas (invasões) eram feitas a cavalo ou por caravelas, hoje, são helicópteros, drones e mísseis pelos céus. Foi assim. 2026. Século XXI! Na América Latina… Infelizmente, mesmo, sendo, hoje, maioritariamente,…

Leia mais

TRUMP USA A “LEI DA FORÇA” CONTRA A “FORÇA DA LEI”

1. Como referiam, Morgenthau (1949), Bull (2002), e Ikenberry (2011), a ordem internacional liberal construída no pós-Segunda Guerra Mundial assentou num compromisso histórico entre poder e norma. A experiência traumática de dois conflitos mundiais levou à convicção de que a estabilidade internacional não poderia depender exclusivamente do equilíbrio de forças, mas exigia um enquadramento jurídico capaz de limitar o recurso arbitrário à violência. Por Eugénio Costa Almeida Cedesa Carta das Nações Uni[i]das, o desenvolvimento do direito internacional público e a consolidação do multilateralismo institucionalizaram princípios como a soberania, a integridade…

Leia mais

EUA PODEM PERDER DIREITO DE VOTO NA ONU

Medidas anunciadas pela Casa Branca de Donald Trump, incluem a retirada de mais de 60 organizações, entre as quais estão o Conselho Económico e Social da ONU, Ecosoc, ONU Mulheres, Fundo para Democracia e Universidade da ONU. Para secretário-geral da ONU, António Guterres, contribuição financeira à organização é uma obrigação legal de todos os Estados-membros. porta-voz de Guterres, Stephane Dujarric, afirmou que as contribuições financeiras para as Nações Unidas são, de acordo com a Carta da ONU, uma obrigação legal de cada Estado-membro incluindo os Estados Unidos. A nota de…

Leia mais

O ACORDO DE PAZ (WASHINGTON ACCORD) ENTRE RDC E RUANDA (27.06.2025)

Washington DC, a bonita e palpitante capital dos EUA que conheci há uns (larguinhos) anos, assistiu, ontem, 27 de Junho do Ano da Graça de 2025, à sessão solene da assinatura da projecto de um Acordo de Paz, proposto por Donald Trump – consegue estar em todas –, e acompanhado pelo Qatar e apela União Africana (UA), entre a República Democrática do Congo (RDC), representada pela sua Ministra das Relações Exteriores (MIREX) Thérèse Kayikwamba Wagner, e o Ruanda, representada pelo seu MIREX, Olivier Nduhungireh, sob o testemunho atento e “enternecido”…

Leia mais