O Presidente angolano, João Lourenço, repetiu hoje o caderno de (boas) intenções apresentado na campanha eleitoral do MPLA, como seja que vão ser criados até 2022 os tais 500.000 novos postos de trabalho. Estamos portanto, e agora com a ajuda do FMI, às portas do paraíso. Se não for agora, será daqui a quatro anos, ou oito, ou… [dropcap]R[/dropcap]epescando esse mesmo caderno de caça ao voto, João Lourenço lembrou os esforços para a captação de investimento directo estrangeiro, fruto da diplomacia económica que encetou este ano (tal como José Eduardo…
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A uma só voz. Três, dois, um
Se já não tem barriga não precisa de apertar o cinto
O Governo angolano assegura que as “medidas de austeridade” em curso no país não foram impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Tem razão. Quem impôs aos angolanos (20 milhões de pobres e 86% de crianças que só enganam a fome) a austeridade foi a monumental incompetência do único partido que governou o país desde a independência, o MPLA. [dropcap]P[/dropcap]ela voz do ministro Manuel Nunes Júnior, o Governo assegurou esta sexta-feira que as “medidas de austeridade” em curso no país, como a “redução de subsídios aos membros do Governo, deputados, aumento…
Leia maisO que o governo tirar o
FMI promete repor. Hum!
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou hoje, em Luanda, que o programa de assistência a Angola, para já, não vai aumentar os impostos, os despedimentos na função pública nem o preço dos combustíveis. [dropcap]C[/dropcap]hristine Lagarde falava aos jornalistas depois de ter sido recebida em audiência pelo Presidente João Lourenço, primeiro acto oficial de uma visita de dois dias a Luanda. “O FMI de hoje não é o FMI do passado, pois aprendemos com os erros e defendemos políticas amigas do crescimento”, sublinhou Christine Lagarde, ladeada por…
Leia maisRecessão, recuo e (manda
a tradição…) retrocesso
A economia de Angola, que há pelos menos 16 anos aguarda a chegada ao Governo de alguém que saiba o que está fazer, deve contrair-se 1,7% este ano, depois de uma recessão de 0,2% em 2017, e as reservas internacionais devem cobrir 3,5 meses de importações, considera o Governo e o Fundo Monetário Internacional (FMI). [dropcap]D[/dropcap]e acordo com um conjunto de documentos colocados no site do FMI, o Produto Interno Bruto (PIB) real deve contrair-se em 1,7%, acentuando os 0,2% negativos de 2017, reflectindo um declínio na produção de gás…
Leia maisNão vem o Pai Natal mas a Madrasta traz o cheque!
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, chega amanhã (quinta-feira) a Luanda para uma visita oficial de dia e meio a Angola, onde oficializará o empréstimo de 4,5 mil milhões de dólares (3,8 mil milhões de euros). [dropcap]F[/dropcap]onte oficial disse hoje que Christine Lagarde será recebida, pouco depois de aterrar em Luanda, pelo Presidente de Angola, João Lourenço, após o que haverá declarações à imprensa nos jardins do Palácio Presidencial. Depois, a directora-geral do FMI fará uma visita de cortesia ao ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, voltando…
Leia maisAval do FMI enche barriga? Enche, claro. A dos outros
O Governo angolano considerou hoje que a aprovação de um financiamento de 3,7 mil milhões de dólares (3,18 mil milhões de euros) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), aprovado na sexta-feira, permite “aumentar a credibilidade económica externa” de Angola. [dropcap]N[/dropcap]um comunicado hoje divulgado pelo Ministério das Finanças, em que se anuncia oficialmente o empréstimo do FMI, o ministro Archer Mangueira expressa satisfação pela aprovação do Programa de Financiamento Ampliado (EFF), confirmando “o apoio às reformas em curso” para criar um ambiente macroeconómico favorável à retoma do crescimento inclusivo”. “Não obstante a…
Leia maisEmprestar sem perguntar
para quê… a bem do MPLA!
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI, Christine Lagarde, visita Angola de 20 a 22 de Dezembro, deslocação que poderá culminar as negociações em torno de um empréstimo de 4,5 mil milhões de dólares. [dropcap]E[/dropcap] m comunicado, o Ministério das Finanças lembra que as negociações para o empréstimo (que corresponde a um valor de 3,8 mil milhões de euros), iniciadas formalmente a 1 de Agosto, são o pano de fundo da visita, uma vez que só poderão ficar concluídas depois de o Parlamento angolano cumprir a formalidade de aprovar o…
Leia maisQuem cabritos vende
mas cabras não tem…
O economista-chefe do Banco Mundial para a África acabou de descobrir um novo “Ovo de Colombo”. Albert Zeufeck considerou hoje que Angola precisa de aumentar a produtividade e resolver o problema da dívida, sublinhando que o seu frágil desempenho económico está a contribuir para abrandar o crescimento africano. [dropcap]C[/dropcap]om que então Angola precisa de aumentar a produtividade e de resolver o problema da dívida? Quem diria? É obra merecedora do Nobel da Economia, no mínimo. É que até agora ninguém tinha descoberto esta solução. “Há várias coisas que Angola pode…
Leia maisFMI tem um olho em Angola
e outro (em “bico”) na China
Angola espera que as negociações do programa de apoio solicitado ao Fundo Monetário Internacional (FMI) estejam concluídas até Dezembro e que este arranque no início do exercício fiscal, afirma o ministro das Finanças, Archer Mangueira. [dropcap]E[/dropcap]m entrevista à agência Lusa em Bali, na Indonésia, onde decorrem até 14 de Outubro os Encontros Anuais do FMI e do Banco Mundial, Archer Mangueira sublinhou que este é sempre um processo demorado, mas que tem a expectativa de que o programa de apoio avance no princípio de 2019. “As negociações levam sempre o…
Leia maisGradualismo na Sonangol
O Governo de Angola está a analisar um projecto de privatização parcial da petrolífera estatal Sonangol, mas só depois de Junho de 2019, indicou o ministro dos Recursos Minerais e Petróleo, Diamantino Azevedo. [dropcap]S[/dropcap]egundo Diamantino Azevedo, o projecto em causa insere-se no quadro do Programa de Regeneração da empresa, em curso desde Agosto e que já levou ao fim do monopólio no sector da Sonangol, com a criação da Comissão Instaladora, da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG). O ministro declarou que, enquanto se passa a função de concessionária…
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