A consultora Bloomberg Intelligence considera que a ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) a Angola e a emissão de dívida nos mercados financeiros ajudarão a manter as reservas internacionais, mas podem não compensar a perda de receita fiscal do petróleo. “O s fundos disponibilizados pelo FMI e a emissão de ‘eurobonds’ deve ajudar a aumentar as reservas de Angola em moeda externa este ano, mas podem não ser suficientes para compensar a perda de receitas fiscais devido à descida dos preços do petróleo”, escrevem os analistas numa nota divulgada hoje…
Leia maisEtiqueta: FMI
Estar no fundo do corredor não é ser corredor de fundo
A consultora EXX Africa considera que Angola beneficia do programa com o FMI, levando a mais investimentos, com “oportunidades imediatas” no petróleo, mas apontou a banca e as dívidas da Sonangol como riscos de médio prazo. Nada que o reciclado João Lourenço (que nada tem a ver com um outro João Lourenço que foi conivente activo e beneficiário directo das políticas de Eduardo dos Santos) não resolva. De acordo com o “Africa Investment Risk Report 2019”, enviado aos investidores, Angola, que aparece novamente na lista, desta vez em segundo lugar…
Leia maisNão é bem recessão. Então o que é? É apenas… recessão
O departamento de estudos económicos do Banco Fomento Angola (BFA) alerta para a possibilidade de os investimentos em infra-estruturas em Angola serem adiados se for necessária maior consolidação orçamental, mas elogiou o programa do FMI no país. “O programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) que foi acordado parece-nos, em geral, moderado e bem desenhado; não assume esforços orçamentais desmesurados (a grande parte da consolidação orçamental ocorreu já por iniciativa do Governo em 2018), e não prevê crescimentos nominais absurdos para justificar a descida da dívida em percentagem do PIB”, escreveram…
Leia maisAo plantar couves a raiz deverá ficar para… baixo
A consultora Economist Intelligence Unit (EIU) considera que a implementação do Orçamento Geral do Estado é um teste à capacidade (supostamente) reformista do Presidente João Lourenço, que tem feito, sobretudo a nível de um vasto caderno de boas intenções, “esforços significativos” para reformar Angola. “D esde que João Lourenço assumiu a presidência, o Governo tem feito esforços significativos para reformar a economia”, escrevem os analistas numa nota sobre o OGE para 2019. No documento, enviado aos investidores, a EIU defende que “a maneira como o Governo executa o orçamento será…
Leia mais“Bombeiros” do FMI não entram nos musseques
A consultora EXX Africa considera que a ajuda financeira do Fundo Monetário Internacional (FMI) a Angola servirá, a curto prazo, para “apagar fogos”, mas o impacto mais profundo será na trajectória das políticas e na atracção de investimento. Tudo isto coincide, importa dizê-lo (até porque modéstia a mais é vitupério), com o que o Folha 8 tem escrito. Apenas varia a ordem que o Governo e nós damos aos “fogos”. “A s verbas devem ser reservadas para apagar fogos, na forma de derrapagens orçamentais e défices na balança de pagamentos,…
Leia maisCom os mesmos dados, cada um diz o que dá jeito
A consultora IHS Markit considerou hoje que Angola poderá crescer 1,9% este ano, sustentada no acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e no “forte sinal de estabilidade política” que isso implica. Falar de “forte sinal de estabilidade política” quando, pouco mais de um ano após a posse, João Lourenço não se cansa de exonerar ministros e governadores provinciais para um exagero. Mas… “O acordo com o FMI vai aliviar as pressões de liquidez na economia angolana a curto prazo e vai enviar um forte sinal sobre a estabilidade política…
Leia maisFMI é mesmo o santo a quem todos nós devemos orar?
A analista Lucie Villa, que na agência de notação financeiro Moody’s, segue a economia de Angola, considera que a implementação do programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) e o ritmo das reformas estruturais serão dois dos principais aspectos a acompanhar em 2019. “Todos os desenvolvimentos no petróleo são importantes, mas a nossa perspectiva é que a produção de petróleo vai recuperar, ajudando o Governo, e o que será também importante é o âmbito e a profundidade das reformas que o Governo vai ser capaz de implementar, além do programa com…
Leia maisA uma só voz. Três, dois, um
– “Yes president” Lourenço
O Presidente angolano, João Lourenço, repetiu hoje o caderno de (boas) intenções apresentado na campanha eleitoral do MPLA, como seja que vão ser criados até 2022 os tais 500.000 novos postos de trabalho. Estamos portanto, e agora com a ajuda do FMI, às portas do paraíso. Se não for agora, será daqui a quatro anos, ou oito, ou… Repescando esse mesmo caderno de caça ao voto, João Lourenço lembrou os esforços para a captação de investimento directo estrangeiro, fruto da diplomacia económica que encetou este ano (tal como José Eduardo…
Leia maisSe já não tem barriga não precisa de apertar o cinto
O Governo angolano assegura que as “medidas de austeridade” em curso no país não foram impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Tem razão. Quem impôs aos angolanos (20 milhões de pobres e 86% de crianças que só enganam a fome) a austeridade foi a monumental incompetência do único partido que governou o país desde a independência, o MPLA. Pela voz do ministro Manuel Nunes Júnior, o Governo assegurou esta sexta-feira que as “medidas de austeridade” em curso no país, como a “redução de subsídios aos membros do Governo, deputados, aumento…
Leia maisO que o governo tirar o
FMI promete repor. Hum!
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou hoje, em Luanda, que o programa de assistência a Angola, para já, não vai aumentar os impostos, os despedimentos na função pública nem o preço dos combustíveis. Christine Lagarde falava aos jornalistas depois de ter sido recebida em audiência pelo Presidente João Lourenço, primeiro acto oficial de uma visita de dois dias a Luanda. “O FMI de hoje não é o FMI do passado, pois aprendemos com os erros e defendemos políticas amigas do crescimento”, sublinhou Christine Lagarde, ladeada por…
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