COMO SEMPRE, ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO A CULPA É DA UNITA

Luanda regressou esta manhã, lentamente, à normalidade, um dia depois dos incidentes durante uma paralisação de taxistas, que rejeitam intenções políticas e pedem às autoridades para encontrar os “verdadeiros culpados” dos actos de vandalismo de segunda-feira na capital angolana. O MPLA, pela voz do seu dirigente Bento Bento, já encontrou o culpado: a UNITA. Numa ronda feita em várias zonas da cidade, a Lusa constatou que os táxis, transportes colectivos privados que levam até 15 passageiros, também conhecidos como “azuis e brancos” ou “candongueiros”, estão hoje a circular e a…

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O PERSONALISMO NANICO DE QUEM SE JULGA MESSIAS

O nosso chão, individual, as nossas terras, colectivas, berços dos reinos e micro nações, onde estão enterradas as secundinas dos ancestrais e de muito de nós, clamam por um novo porvir, em 2022. O emergir de uma nova proclamação da independência, da eleição de um verdadeiro poder constituinte, capaz de ouvir todas as vozes, vontades, sentires e gemeres, para a edificação de um ente jurídico nacional e internacional, republicano e democrático. Por William Tonet Em 2022, cada um, tem de ser capaz de interpretar o valor e poder da sua…

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RESISTIR PARA DEFENDER O POVO

A rota de Angola foi “belicamente dinamitada”, no dia 2 de Fevereiro, através de um microfone colocado pela DW diante do Presidente da República, João Lourenço. Os estilhaços verbais foram muitos e, voluntária ou involuntariamente, atingiram vários alvos: políticos, parlamentares, judiciais, partidários e da sociedade civil. A maioria dos cidadãos, até os bajuladores, esperava maior contenção verbal, do mais alto magistrado do país, mas a emoção, numa primeira fase e, noutra, o excesso de poder (todos os poderes do Estado), inibiram-no de navegar nas águas da humildade e do bom…

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E AS FONTES DE ENERGIA (MORAL) LIMPA?

Como o Folha 8 noticiou, o Presidente de Angola, João Lourenço, comprometeu-se na 26.ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), em Glasgow, a aumentar para 70% o uso de fontes renováveis de energia até 2025. Em Agosto de 2019, num artigo publicado na revista financeira britânica Global Banking & Finance Review, Isabel dos Santos afirmou: “Precisamos de pensar nas questões ambientais e em como aproveitar e explorar de forma inteligente os recursos naturais: precisamos de energia limpa, de água limpa, de solos não poluídos…” Na intervenção, o chefe de…

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TRANSPARÊNCIA CONTEmplaTIVA

O director-geral da Mosaiko, organização angolana de promoção dos direitos humanos, disse hoje que é preciso aumentar e melhorar a partilha de informação entre Governo, empresas e os cidadãos quando se fala na extracção de recursos naturais. Provavelmente se, parafraseando o Presidente da República, “haver” necessidade, seria bom ensinar ao MPLA a diferença entre diálogo e monólogo. Frei Júlio Candeeiro falava em Luanda, à margem de uma conferência promovida pela Tchota, plataforma que integra várias organizações não-governamentais (ONG) nacionais, que durante dois dias vai abordar vários temas à volta do…

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Mérito? Competência? Era bom, era…

“Governa-se melhor devolvendo o poder ao povo por meio das autarquias, se o povo tiver a oportunidade de fazer as suas escolhas, escolher os melhores por via do mérito, da competência,” afirma (volta a afirmar) o padre Jacinto Pio Wacussanga. O padre angolano Jacinto Pio Wacussanga criticou este domingo o processo da nova divisão político-administrativa do país (gerada e parida com todo o ADN dos seus “pais” – o MPLA e João Lourenço) e considerou que a iniciativa governamental “não é prioritária”, porque “não se governa melhor fragmentando províncias, mas…

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Se as eleições fossem hoje, o MPLA já era!

Angola/Estado; Angola/MPLA; Angola/cidadã; UNITA; Oposição chocolate; Sociedade Civil; Minorias; Maiorias; Cabinda; Lunda, todos estes segmentos, partidos, povos, micro-nações e cidadãos, nunca estiveram tão empolgados na busca de uma nova aurora como agora. O grito de guerra da cidadania é: Eleições livres e justas, sem batota, sem SIFIC, sem Casa de Segurança da Presidência. A incógnita é como será materializado o sonho da ansiedade ante o lamaçal de autoritarismo e fraude anunciada. Por William Tonet O país precisa de redefinição. Verdade! O Estado necessita de uma nova independência. Plural! João Lourenço…

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Governo do Povo (democracia) não serve ao MPLA

A democracia (aquela “coisa” que, segundo o MPLA, foi imposta a Angola e que considera contranatura por significar “governo do povo”) piorou nos países lusófonos, não existindo actualmente um único país de língua portuguesa classificado como “democracia plena”, revela o Índice da Democracia 2020. Por Orlando Castro Ou seja, tudo na mesma e com a comunidade internacional a cantar, a rir e a facturar com a desgraça dos africanos em geral e dos lusófonos em particular. Elaborado anualmente pela The Economist Intelligence Unit, ligada à publicação britânica The Economist, cuja…

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Ser poeta é… sentir

Hoje, 21 de Março, é Dia Mundial da Árvore e Dia Internacional da Floresta. É também, entre outros, Dia Nacional para a Eliminação da Discriminação Racial, Dia Internacional da Astrologia, Dia Universal do Teatro, Dia Mundial da Poesia e Dia Mundial da Marioneta. As minhas crianças de barriga vazia passam ao lado de todos os natais, esquecidas pelos que fazem poesia para ser cantada nos seus funerais. Os abutres do regime lá comem tudo, esquecem que o povo morre à fome. O poeta, esse mantém-se bem mudo e tem como…

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Do Dubai (via Cafunfo?) com… amor

O Presidente angolano, João Lourenço, considera que a preocupação com a estabilidade dos princípios basilares e a longevidade da Constituição não devem “eclipsar a permanente análise” daquela lei e a sua adaptação a novas realidades e contextos. Esta posição do chefe de Estado angolano, João Lourenço, foi expressa na mensagem que enviou ao presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, quando submeteu a proposta de revisão pontual da Constituição da República, que hoje está em apreciação no Parlamento. O documento, lido pelo chefe da Casa Civil do…

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