BPC “afunda” banca angolana

Os resultados líquidos da banca angolana afundaram 237% em 2020, com perdas de 218 milhões de euros reflectindo o reconhecimento da menos-valia na cessão de 80% da carteira de crédito malparado do Banco de Poupança e Crédito (BPC, público) à RECREDIT. Os dados constam do relatório “Banca em análise” da Deloitte Angola hoje apresentado e no qual se dá destaque à “trajectória mista dos principais indicadores do sector face a 2019” e onde se refere que o resultado líquido do sector bancário nacional registou uma redução para um valor negativo…

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Crédito malparado e encerramento de bancos

A percentagem de crédito malparado em Angola diminuiu 0,5 pontos, para os 28,3% no final de Dezembro de 2018 face ao homólogo de 2017, de acordo com dados do Banco Nacional de Angola. FMI pode “ordenar” o encerramento, este ano, de mais bancos. Segundo os dados das Estatísticas Monetárias, o total de empréstimos durante o ano passado chegou a 4,16 biliões de kwanzas, o que equivale a 11,7 mil milhões de euros ao câmbio do final do ano passado, dos quais 3,33 mil milhões de euros eram relativos a crédito…

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De bestial a besta pela mão
de um dos “seus”… generais

O Banco Nacional de Angola (BNA) revogou hoje a licença do Banco Angolano de Negócios e Comércio (BANC) por “graves problemas técnicos” que colocaram a instituição em “falência técnica”. O BANC tem como principal accionista Kundi Paihama, um dos generais de topo em Angola, antigo ministro de diferentes pastas, entre as quais a da Defesa e ex-governador das províncias do Huambo e do Cunene. Em conferência de imprensa, o governador do BNA, José de lima Massano, afirmou que foram detectadas “deficiências no modelo de governação”, com “riscos que eram grandes…

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Roubar para capitalizar. Capitalizar para roubar!

O Estado angolano vai injectar 280 milhões de euros no Banco de Poupança e Crédito (BPC) para garantir que o maior banco do país mantenha a actividade normal, segundo um decreto presidencial de ontem, dia 30 de Janeiro. No dia 7 de Março de 2018, Presidente João Lourenço tinha autorizado, por decreto, uma emissão especial de dívida pública, de mais de 685 milhões de euros para a recapitalização do… Banco de Poupança e Crédito (BPC). De acordo com um decreto assinado pelo Presidente da República, João Lourenço, de 30 de…

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Reditus factura 53 milhões de euros com as FAA

Um sindicato bancário vai financiar, com mais de 53 milhões de euros, o desenvolvimento de uma solução informática para as Forças Armadas Angolanas, a cargo do grupo português Reditus, segundo despacho assinado pelo Presidente da República de Angola. Em Abril deste ano, a Reditus disse, em comunicado ao mercado, que tinha créditos no valor de 50 milhões de euros a receber de entidades públicas de Angola. De acordo com o documento, de 27 de Dezembro, em causa está a terceira fase do projecto para Implantação de Soluções do Centro de…

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Angola renova a hipoteca

O embaixador de Angola na China, João Salvador dos Santos Neto, ressaltou hoje, em Pequim, a importância da cooperação bilateral, sublinhando que a visita do Presidente da República, João Lourenço, simboliza o interesse dos dois Estados no estreitamento das relações. O Chefe de Estado angolano chegou hoje à cidade de Pequim, para uma visita de Estado de dois dias (9 e 10 de Outubro) ao país que detém a segunda maior economia do mundo (depois dos EUA), com o qual Angola prevê rubricar quatro novos instrumentos de cooperação. João Lourenço,…

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Milhões de dólares de créditos não utilizados

Angola (aquele país que “apenas” tem 20 milhões de pobres) tinha à disposição, no final de 2017, cerca de 5.000 milhões de dólares (4.250 milhões de euros) em linhas de financiamento externas, ainda por usar, segundo revele um documento governamental de Maio. Pois é. Para quê utilizar este montante se o país não precisava, não é? De acordo com o documento, com informação económica disponibilizada a investidores internacionais, entre a lista dos financiamentos aprovados e que Angola não usou – ou cujos credores não aprovaram projectos para a sua aplicação…

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BNA tenta aguentar a crise

O Banco Nacional de Angola (BNA) tem tido um papel preponderante ao deixar a moeda desvalorizar para compensar a quebra de receitas originada pela descida do preço do petróleo, e age também como regulador do sistema, segundo uma analista do BPI. “T odo o processo é centralizado pelo BNA, que disponibiliza aos bancos as divisas através dos leilões, mas como o BNA tem menos dólares a entrar porque o petróleo está mais barato, também liberta menos dólares para os bancos”, disse Luísa Felino, que lembrou que, “como a procura por…

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