Sem o “OK” do DIP do MPLA é crime falar sobre Angola!

A Economist Intelligence Unit (EIU), uma entidade que comete o crime de emitir análises sobre a economia angolana sem ouvir o Departamento de Informação e Propaganda do MPLA (ou, ao menos, a ERCA), atreveu-se agora e novamente a prever uma recessão económica em Angola neste e no próximo ano. João Lourenço foi aos arames e quando isso acontece… O documento da EIU prevê uma inflação de 17,8% para este ano “devido ao enfraquecimento do kwanza e às descidas das taxas de juro”. Analistas dizem que “ambiente operacional ainda é desafiante”.…

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A mesma doença, a mesma receita. E o doente… morre

O banco Standard considera que o programa de reformas estruturais em Angola, juntamente com o fortalecimento do sector petrolífero, são cruciais para garantir o regresso à estabilidade macroeconómica, depois de três anos de recessão. Ou seja, repete a João Lourenço o que já aconselhava a José Eduardo dos Santos. “O programa de reformas estruturais, combinado com iniciativas para fortalecer o sector petrolífero, continuam críticas para ajudar ao regresso da estabilidade macroeconómica”, lê-se no relatório de Julho sobre as economias africanas. No documento, elaborado pelo departamento de estudos económicos do Standard…

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As moscas são mesmo mais simpáticas? São, sim senhor!

Sem ouvir, como é obrigatório pelas leis do partido que (des)governa Angola desde 1975, o Departamento de Informação e Propaganda (DIP) do MPLA, o jornal Financial Times questiona se João Lourenço conseguirá curar Angola do “capitalismo de compadrio” que, aliás, constitui o ADN da seita. Para facilitar a análise do DIP (cujos membros têm muitas vezes de se descalçar para contarem até 12), explicamos o significado de “seita”: Grupo organizado que tem ideias ou causas em comum = a bando, partido. O Financial Times dedica esta terça-feira um extenso artigo…

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Direitos de autor em África serão debatidos no Quénia

Angola participa em Nairobi, Quénia, de 10 a 14 de Junho de 2019, através do director Nacional dos Direitos de Autor e Conexos, Barros B. J. Licença (foto), em três reuniões regionais de alto nível para países africanos na área dos direitos de autor e direitos conexos, organizados pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em cooperação com o Governo do Quénia. A OMPI reunirá todos os Estados Membros da África para participar de discussões sobre questões de direitos autorais relevantes para a região. Os eventos são os seguintes: 1.…

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Uma no cravo, outra na ferradura e duas no Povo

A consultora Fitch Solutions vinca que os esforços teoricamente reformistas de João Lourenço “são cruciais para melhorar o crescimento económico a médio e longo prazo, limitando o risco de perturbações sociais”, mas alerta que até, se lá chegar, existem sérios riscos de instabilidade social a curto prazo. A 8 de Janeiro a Fitch Solutions tinha dito a mesma coisa, pelo que é previsível que daqui a três ou quatro meses volte a repetir a analise… e assim sucessivamente. Nesse dia esta mesma consultora disse que a “agenda reformista” do Presidente…

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Estar no fundo do corredor não é ser corredor de fundo

A consultora EXX Africa considera que Angola beneficia do programa com o FMI, levando a mais investimentos, com “oportunidades imediatas” no petróleo, mas apontou a banca e as dívidas da Sonangol como riscos de médio prazo. Nada que o reciclado João Lourenço (que nada tem a ver com um outro João Lourenço que foi conivente activo e beneficiário directo das políticas de Eduardo dos Santos) não resolva. De acordo com o “Africa Investment Risk Report 2019”, enviado aos investidores, Angola, que aparece novamente na lista, desta vez em segundo lugar…

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Índice Ibrahim vai mostrar
em que estado está África

A Fundação Mo Ibrahim (MIF) vai anunciar, no próximo dia 29, o lançamento do 12º Índice Ibrahim de Governação Africana (IIAG) anual, altura em que os dados serão comunicados publicamente. Para assinalar o lançamento, Mo Ibrahim vai participar em directo no Facebook Live para discutir ao vivo os principais resultados e as tendências verificadas este ano na evolução da governação pública em África. Mo Ibrahim será acompanhado por um painel de especialistas africanos, representantes das vozes emergentes da nova geração do continente, Yvonne Apea Mensah do Gana, e Nasi Rwigema…

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Eis a evolução zoológica
entre Portugal e o MPLA!

Nas relações com Portugal, Angola (ou seja, o MPLA) deve adoptar a posição da raposa e ser muito prudente, disse à VoA o analista angolano de relações internacionais zoológicas, Bernardino Neto. Isto na sequência de uma evolução genética que começa na tartaruga e passa pela abelha e pela avestruz… Por Norberto Hossi Bernardino Neto comentava a melhoria das relações entre os dois países na sequência da decisão das autoridades judiciais portuguesas de, por imposição (apesar de velada) do poder político, entregarem ao MPLA o processo de corrupção contra o ex-vice-presidente…

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Continuamos no “lixo” mas agora com melhor cheiro!

A agência de notação financeira Fitch melhorou a Perspectiva de Evolução da Economia de Angola de Negativa para Estável, mantendo o “rating” da qualidade do crédito soberano em B, abaixo do nível de recomendação de investimento. “A revisão da Perspectiva de Evolução da Economia de Negativa para Estável reflecte as melhorias na gestão do regime de câmbio e a adopção de uma ambiciosa agenda de reformas, que inclui ajustamentos nas vertentes monetária, orçamental e estrutural, que vão diminuir as vulnerabilidades externas e melhorar as finanças públicas”, dizem os analistas. De…

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Tudo nas “mãos” do petróleo

O chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Angola, Ricardo Velloso, disse hoje que a instituição está disponível para negociar um programa de assistência financeira com o Governo angolano, mas admite que não haja necessidade face à valorização do petróleo. A posição foi transmitida pelo economista brasileiro Ricardo Velloso, hoje, em Luanda, na conclusão de duas semanas de reuniões dos especialistas do FMI com o Governo e instituições angolanas, no âmbito das consultas regulares ao abrigo do Artigo IV. “Nós não recebemos qualquer pedido de apoio financeiro das…

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