O Governo angolano contratou um consórcio de consultores portugueses para desenvolver os estudos de viabilidade de quatro projectos de parcerias público-privadas (PPP) ligados à indústria, agricultura, energia e transporte marítimo. [dropcap]N[/dropcap]uma nota de imprensa, o Ministério da Economia e Planeamento anunciou a contratação do consórcio formado pelas empresas Ernest & Young, COBA e RRP Advogados, no âmbito do Acordo de Assistência Reembolsável com o Banco Mundial, para desenvolver os estudos relativos a quatro PPP. Os projectos são relativos ao aproveitamento hidroeléctrico Chicapa II (Luanda Sul); rede nacional de cabotagem (Luanda-Soyo-Cabinda…
Leia maisEtiqueta: Economia
De batota em batota
A agência de notação financeira Moody’s alerta que Angola e Moçambique estão entre os países da África subsaariana onde as empresas públicas mais podem desequilibrar as contas públicas devido ao reporte deficiente dos dados. Por outras palavras, Há quem esteja atento a algo que os angolanos conhecem há 45 anos – a batota do MPLA. [dropcap] “O[/dropcap] nosso indicador composto sobre a transparência orçamental assinala que países como o Gabão, Angola, República do Congo e Moçambique estão particularmente em risco de reporte deficiente de dados, sugerindo que os desafios relativos…
Leia maisDesempregados? Não. Inactivos…
A taxa de desemprego em Angola aumentou no terceiro trimestre para 34%, 1,3 pontos percentuais em relação aos três meses anteriores (32,7%) e 3,9 pontos percentuais face ao período homólogo (30,1%), contabilizou o Instituto Nacional de Estatística (INE). [dropcap] “O[/dropcap] s indicadores sobre o mercado de trabalho mostram algumas evidências marcadas pelo impacto da pandemia de Covid-19”, realça a Folha de Informação Rápida do Inquérito ao Emprego em Angola datada de 31 de Outubro. A publicação indica, por exemplo, que pessoas que nos trimestres anteriores foram classificadas como desempregadas e…
Leia mais… E seja o que os credores quiserem
O Fundo Monetário Internacional (FMI) mantém a previsão de crescimento negativo para Angola em 4% e estima que no próximo ano a economia já registará um crescimento, expandindo-se 3,2%, sustentada na subida dos preços do petróleo. Quanto às economias da África subsaariana, onde se inclui Angola, não deverão recuperar os níveis de crescimento registados antes da pandemia até 2023 ou 2024. [dropcap] “E[/dropcap] m Angola, a crise juntou-se às vulnerabilidades já existentes; o Produto Interno Bruto real deverá contrair-se pelo quinto ano consecutivo, caindo 4% em 2020, reflexo da descida…
Leia maisO que seria de nós?
A consultora Fitch Solutions prevê que o Banco Nacional de Angola mantenha a taxa de juro de referência nos 15,5% até final do ano para controlar a inflação, que deverá ficar nos 21,9% este ano. Não é por falta de bons diagnósticos que o doente vai morrer e que já está em coma. O problema está nos “médicos” que ministram antibióticos ao José Maria quando o doente é a Maria José. [dropcap] “N[/dropcap] ós antevemos que o Banco Nacional de Angola mantenha a taxa de juro de referência nos 15,5%…
Leia maisChegaremos lá… nem
que seja de bicicleta
O Governo angolano estima uma contracção do Produto Interno Bruto de 2,8% em 2020, prevendo um crescimento de 1% no próximo ano, numa previsão “conservadora” face às incertezas da conjuntura actual. Vamos chegar ao paraíso. À boleia ou de… bicicleta. [dropcap]O[/dropcap]s dados foram divulgados hoje no “briefing” bissemanal do Ministério da Economia e Planeamento (MEP) pelo secretário de Estado do Planeamento, Milton Reis, e foram apresentados na durante um encontro com técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI). Uma missão do FMI encontra-se em Angola até ao dia 12 de Outubro…
Leia maisCangulo com motor ou
Rolls Royce sem motor?
Angola representa mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) de toda a Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e deve ser o “motor” para a integração da economia regional, afirma o ministro da Economia angolano, Sérgio Santos, acrescentando que, para o crescimento da produção nacional, os “mercados naturais são os mercados regionais”. [dropcap]S[/dropcap]érgio Santos, ministro da Economia e Planeamento, defendeu que o país tem “um importante papel a jogar” e “uma grande oportunidade” para integrar as 11 economias da região. O ministro falava em Luanda, durante uma…
Leia maisEstá tudo à venda
A ministra das Finanças angolana, Vera Daves, quer maior envolvimento dos governos provinciais e investidores locais nos processos de privatização, admitindo que venham a ser incluídos no programa mais empresas e activos locais. Não seria mais lucrativo vender (o país) por atacado? [dropcap]A[/dropcap] informação foi veiculada pelo Ministério das Finanças (Minfin) numa nota, após uma reunião de Vera Daves com os 18 governadores provinciais, por videoconferência, em que foram abordados o Programa de Privatizações (Propriv), o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e a preparação do Orçamento Geral do…
Leia maisVerdade da força degola a força da verdade
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que a suspensão do pagamento da dívida de Angola à China vai ajudar o país, mas serão necessárias mais ajudas financeiras para evitar um incumprimento no futuro. Pelo andar da carruagem (que está parada ou a andar para trás) apenas se está a adiar a passagem da certidão de óbito. [dropcap] “A[/dropcap] suspensão do serviço de dívida aos credores chineses vai dar algum espaço de manobra orçamental, mas mais suspensões de outros credores, como o G20 ou até credores privados, deverá ser necessária para…
Leia maisJacarés no deserto?
João Lourenço, o Presidente do MPLA; João Lourenço, o Presidente da República; João Lourenço, o Titular do Poder Executivo, está há três anos a tentar tudo para ver se acerta em alguma coisa. O falhanço é total e clamoroso. O seu núcleo duro de bajuladores ainda não lhe explicou que não é possível caçar jacarés no deserto do Namibe… Por Orlando Castro [dropcap]P[/dropcap]rimeiramente apostou forte em conjugar (sempre na primeira pessoa do singular) o verbo exonerar. E assim foi substituindo seis por meia dúzia, acéfalos por quem não tinha cabeça.…
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