Nos mapas do MPLA,
Portugal é Europa?

O ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Domingos Augusto, declarou hoje que África deve deixar de olhar para a Europa como “eterno culpada dos seus problemas” e que os dois continentes devem evolui para parcerias mutuamente benéficas. Fazendo fé em quem manda (presume-se que seja João Lourenço), esta nova tese do MPLA tem duas excepções – Angola e Portugal. [dropcap]E[/dropcap] das duas uma. Ou, segundo MPLA, Portugal não faz parte da Europa, ou Angola não se localiza em África. É que, para os ortodoxos do partido que nos (des)governa…

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E quando a China espirra…

Descontando o facto de as agências de notação financeira fazerem análises para todos os gostos e feitios, registe-se que a Moody’s considera que os países africanos exportadores de petróleo, como Angola ou a Guiné Equatorial, deverão ver as suas exportações para a China diminuir porque o motor do crescimento é agora o consumo. [dropcap] “U[/dropcap] ma mudança para um crescimento alimentado pelo consumo vai ter implicações de crédito mistas para os países africanos”, diz a Moody’s num relatório sobre o impacto da mudança de motor do crescimento chinês. De acordo…

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Mesmo à noite existe quem tape o Sol com uma peneira

O investigador angolano Eugénio Costa Almeida defendeu hoje que o dossier económico, nomeadamente o tema da transferência de divisas dos trabalhadores para Portugal, deve ser um tema prioritário a abordar pelo primeiro-ministro, António Costa, na sua visita a Angola. Isto, não tenhamos medo das palavras, se João Lourenço estiver bem disposto. Por Orlando Castro (*) [dropcap]O[/dropcap] investigador do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) considerou, em declarações à Lusa, que as relações entre Portugal e Angola “já estiveram muito mais frias do que agora, pelo menos em termos institucionais e governativos”.…

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… E a procissão recomeçou

Está-se a pedir demais ao governo da Angola do MPLA quando se deseja que seja fiel e coerente nas amizades. Ele é incapaz de ter um relacionamento próximo com a verdade, a sinceridade, a honestidade e a competência próprias de um país normal. Por José Filipe Rodrigues [dropcap]A[/dropcap]s primeiras e principais vítimas dessas atitudes e comportamentos são os angolanos em geral que vêem o país situado no lugar número 141, a nível mundial, entre os países mais atrasados do mundo. O relacionamento entre os governos de Angola e de Portugal…

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Pontes devem ser erguidas

A propósito da contínua e acelerada peregrinação de políticos portugueses a Angola, o Folha 8 está a publicar a opinião de alguns reputados especialistas. O autor do presente texto, José Marcos Mavungo, é filósofo, economista e activista dos Direitos Humanos. [dropcap] «H[/dropcap]á mais 500 anos, em 1482, quando Diogo Cão chega ao estuário do rio Congo, Angola entrava no projecto da ponte Angola-Portugal. Mesmo se hoje este facto revela mais uma ideia assimilacionista que independentista, a verdade é que gerou a possibilidade da lusofonia, e acabou por forçar os povos…

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De volta ao anormal

João Paulo Batalha, Presidente da Direcção da Transparência e Integridade, apresenta a sua opinião a propósito da contínua e acelerada peregrinação de políticos portugueses a Angola. Sobre o mesmo tema o Folha 8 já publicou a opinião de outros reputados especialistas, casos de Raul Tati e Eugénio Costa Almeida. Por João Paulo Batalha [dropcap] “T[/dropcap]udo está bem quando acaba bem” é a mensagem que os políticos portugueses (do Presidente da República ao primeiro-ministro, passando pelo líder da oposição e incluindo muitos “comentadores” interessados – ou interesseiros) se apressam a dirigir…

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Há (mesmo) muito mais vida
para lá do tal… “irritante”

A propósito da contínua e acelerada peregrinação de políticos portugueses a Angola, o Folha 8 está a publicar a opinião de alguns reputados especialistas. Depois do Professor Universitário e Deputado da UNITA eleito pelo Círculo Eleitoral Provincial de Cabinda, Raul Tati, segue-se a de Eugénio Costa Almeida, Investigador angolano do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE-IUL(CEI-IUL). [dropcap] «O[/dropcap] Jornal Folha 8, convidou-me a elaborar uma análise àquilo que denomina de «correria de políticos portugueses a Angola», recordando, por certo, as recentes viagens dos dois líderes oposicionistas portugueses, em contraponto a,…

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Cadê o Paulinho?

Em declarações aos jornalistas, depois de discursar no Parlamento Europeu em Estrasburgo, o chefe de Estado de Angola defendeu que não devem ser procuradas soluções de “duração efémera”. Isto a propósito da crise das migrações. Por Norberto Hossi [dropcap]”T[/dropcap]emos de pensar seriamente em soluções que sejam duradouras e que garantam o desenvolvimento do continente, a criação de emprego, de riqueza, enfim de maior estabilidade e isso só se consegue num quadro multilateral e tendo a consciência que é uma solução que não se vai encontrar ao fim de dois, três…

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Uma relação agridoce

A propósito da contínua e acelerada peregrinação de políticos portugueses a Angola, o Folha 8 inicia hoje, com um texto do Professor Universitário e Deputado da UNITA eleito pelo Círculo Eleitoral Provincial de Cabinda, Raul Tati, a publicação de uma série de artigos sobre este tema. [dropcap]«D[/dropcap]esde que Angola se tornou um Estado soberano em 1975 a ruptura com a antiga potência colonial – num contexto político marcado pelo fervor revolucionarista quer na Metrópole, quer em Angola – desenvolveu-se uma espécie de ”complexo de culpa” por parte dos descolonizadores e…

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Da Birmânia a Angola
e de Portugal ao MPLA

O actual Governo português (tal como os anteriores) continua a ser forte com os fracos e fraco, muito fraquinho, com os fortes. Mostra a sua pujança política, com recurso a esteróides anabolizantes, em relação aos angolanos famintos (20 milhões) mas ajoelha-se invertebradamente quando enfrenta o MPLA. Por Ricardo Seromenho [dropcap]M[/dropcap]as não é só em relação ao MPLA e aos angolanos. Recorde-se que, por exemplo, no dia 14 de Setembro de 2017 deu nova prova disso ao manifestar “séria preocupação” com a “escalada de violência” na Birmânia (Myanmar), num comunicado em…

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