O Presidente de Angola, João Lourenço, exonerou o ministro do Comércio, Jofre Van-Dúnem Júnior, e nomeou Victor Francisco dos Santos Fernandes para o cargo. Razões? Isso não é relevante. Por alguma razão o Presidente quer, pode e manda. “Eu não governo, mas exonero”, pensará o dono disto tudo. E se é assim… ámen Sr. Presidente! [dropcap]E[/dropcap]m Setembro de 2018, o então ministro da Agricultura e Florestas do governo de João Lourenço, Marcos Alexandre Nhunga, disse que o país tinha alguma “população considerável que não passa fome como tal”, mas que…
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Fome apenas às segundas,
Era uma vez um “haver” que exonera o “compromíssio”
Estávamos em Julho de 2019. Representantes de associações cubanas, em Angola, defenderam, em Luanda, a necessidade dos governos dos dois países reforçarem a cooperação no domínio da educação, por ser a chave para o desenvolvimento económico e social. Ninguém melhor do que os cubanos para, por exemplo, ensinar os angolanos e falar e a escrever em… português. Veja-se o exemplo do Presidente do MPLA ou da ex-ministra da Educação, Ana Paula Elias. [dropcap]E[/dropcap]m declarações à Angop, o presidente da Associação da Comunidade Cubana Residente em Angola (ACRA), Carlos Moncada Valdez,…
Leia maisExonerações revelam incompetência de JLo!
O Presidente de Angola, João Lourenço, voltou ao seu melhor. Como ontem o Folha 8 noticiou, exonerou a ministra da Educação, Ana Paula Elias e o ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Jesus Faria Maiato. Se eu exonero, logo… existo, pensa – e muito bem – o também Presidente do MPLA e Titular do Poder Executivo. [dropcap]N[/dropcap]o dia 23 de Abril de 2018, o Presidente João Lourenço exortou as novas chefias militares, que nomeou e empossou nesse dia, a trabalharem para a moralização da sociedade angolana, começando pela…
Leia maisNão é vergonha aprender com quem sabe muito mais
A produção de café angolano deve crescer anualmente 1,5% até 2025 e 90% do total é feita por pequenos produtores familiares. Angola importou produtos de café no valor de 12,8 milhões de euros, entre 2016 e 2018, e exportou café no montante de 3,2 milhões de euros, registando défice de 9,6 milhões de euros na balança comercial. Para nos ajudar a fazer o que, há 45 anos, faziam os portugueses, a União Europeia disponibilizou 12 milhões de euros para reforçar o desenvolvimento da cadeia de valor do café. [dropcap]P[/dropcap]ara o…
Leia maisVírus da incompetência é mesmo muito resistente…
A produção de petróleo em Angola pode ser afectada pela falta de pessoal se a propagação da epidemia de Covid-19 (Coronavírus) continuar a alastrar, alerta um especialista no sector, acrescentando que existem riscos do lado da oferta e da procura. Transpondo esta tese para a economia em geral (que há décadas não anda nem desanda), é caso para dizer que uma outra epidemia alastrou no país: a incompetência dos governos do MPLA. [dropcap] “M[/dropcap] uitas zonas de exploração petrolífera estão a deixar de receber funcionários e isso tem feito com…
Leia maisNão é justiça, é humilhação
Mais um (são tantos que já se perdeu a conta) acto de parcialidade, desrespeito pelas leis, partidocracia e algum, provavelmente muito, boçalismo raivoso, foi dado ao país (e ao mundo) pela Procuradoria-Geral da República, no dia 29 de Fevereiro, aquando da prisão de um oficial general na reforma, sob um argumento (sejamos benevolentes) falacioso e mentiroso. O Ministério Público MENTIU! [dropcap]P[/dropcap]RIMEIRA MENTIRA: Não havia sido constituído arguido Bento dos Santos Kangamba, até ao dia 28 de Fevereiro, altura em que o magistrado-instrutor, Belchior José dos Santos, envia uma nota de…
Leia maisEm dois anos Angola regrediu (mesmo) muito
O país não consegue avançar. Infelizmente. É como se a boçalidade politiqueira tivesse estatuto. Será que tem mesmo? As correntes da ditadura implantadas em 1975, pelo MPLA e Agostinho Neto deixaram resquícios sólidos e continuam a fazer morada em todas as instituições que de independentes (figurativamente na Constituição), têm apenas a dependência ao “modus operandi” ideológico. Por William Tonet [dropcap]C[/dropcap]usta a acreditar, mas já ninguém pode fugir à realidade, tão pouco da besta discriminação, não se coibir de, mesmo em prejuízo do país, carente de quadros com mais-valias, excluir toda…
Leia maisO ronco do ponto morto
e o silêncio do “play-back”
A economia de Angola caiu dois lugares e foi ultrapassada pela Etiópia e pelo Quénia, ocupando agora o quinto lugar na lista das maiores economias da África subsaariana, segundo dados estatísticos dos bancos centrais. Com os peritos dos peritos que o MPLA escolheu a dedo, é apenas a confirmação de que continuam a plantar as couves com a raiz para… cima. [dropcap]D[/dropcap]e acordo com a edição de Março do relatório da consultora FocusEconomics sobre esta região africana, Angola terá este ano um Produto Interno Bruto (PIB) de 72 mil milhões…
Leia maisGoverno aposta no fiado
para esconder fracassos
A agência de notação financeira Moody’s (que, como o Governo do MPLA sabe muito bem, não percebe nada do assunto) considera que Angola está entre os países mais susceptíveis a um choque financeiro devido à mudança na estrutura da dívida, que, juntamente com Moçambique, ultrapassa os 100% do Produto Interno Bruto (PIB). [dropcap] “A[/dropcap] mudança na composição dos credores aumentou os riscos de crédito em vários países, num contexto de maior acesso aos mercados de capitais, as emissões domésticas e internacionais de títulos de dívida aumentaram, enquanto a percentagem de…
Leia maisUma entrevista bomba proibida em democracia
A rota do país foi, pelos alemães, “belicamente dinamitada”, no passado dia 2, através de um microfone colocado pela DW diante do Presidente da República, João Lourenço. Os estilhaços verbais foram muitos e, voluntária ou involuntariamente, atingiram vários alvos: políticos, parlamentares, judiciais, partidários e da sociedade civil. Por William Tonet [dropcap]A[/dropcap] maioria dos cidadãos, até os bajuladores, esperava maior contenção verbal, do mais alto magistrado do país, mas a emoção, numa primeira fase e, noutra, o excesso de poder (todos poderes do Estado), inibiram-no de navegar nas águas da humildade…
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