E se fossem gozar com a
vossa (santa) mãezinha?

O Recenseamento Agro-pecuário e Pescas (RAPP) de Angola arranca em Fevereiro de 2020, processo que conta com 25 milhões de dólares do Banco Mundial (BM) e apoio técnico do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura (FAO). Isto para além de já ter sido oficialmente anunciado como tendo começado no dia 18 de Fevereiro de 2019. Já para não esquecer o primeiro que teria arrancado em Novembro de 2018. Refira-se, entretanto, que o primeiro censo agro-pecuário foi realizado em Angola em 1961, na era colonial portuguesa. Segundo o coordenador-adjunto do…

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Urge exonerar a poeira

O director geral do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola, Camilo Ceita, assegurou hoje que as cerca de 600 viaturas utilizadas no censo geral da população de 2014 “não estão abandonadas”, mas sim “ao serviço do Estado”. “E ssas viaturas não estão abandonadas, elas serviram para o Registo Eleitoral, Campanha de Vacinação contra a Febre-amarela, Registo Civil e Bilhete de Identidade, e apoiaram, e ainda apoiam, várias actividades da província da Huíla”, disse hoje Camilo Ceita em Luanda. Respondendo aos jornalistas sobre o estado das viaturas, face a relatos…

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Censo agro-pecuário nasceu hoje depois de ter nascido em Novembro

Angola lançou hoje, 58 anos depois, a primeira fase do primeiro censo agro-pecuário da sua história enquanto país independente, projecto orçado em 24,9 milhões de dólares (21,6 milhões de euros) financiados pelo Banco Mundial (BM), indicou hoje fonte oficial. Na verdade é, pelo menos, um segundo lançamento. O primeiro foi em Novembro e chamava-se Recenseamento Agro-Pecuário e Pescas (RAPP). A cerimónia de lançamento da primeira fase do censo, virada essencialmente para a formação técnica, foi hoje realizada na província de Benguela pelo director do Instituto Nacional de Estatística (INE) de…

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Sem água e à luz da lanterna

Mais de metade dos cerca de 5,5 milhões de agregados familiares de Angola, um país que é um dos maiores produtores africanos de petróleo e tem como Presidente da República o mesmo cidadão desde 1979, não têm acesso a água “apropriada” para beber e 31,6% têm nas lanternas a forma de iluminação. As conclusões resultam da análise da Lusa aos números do censo angolano, realizado em 2014, mas cujos milhares de dados definitivos só foram divulgados na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano. O levantamento entende por…

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