A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, reconheceu hoje em Luanda, as debilidades do sector em termos de carência de recursos humanos especializados, mas perspectivou melhorias a médio e longo prazo. O que têm andado a (não) fazer todos os ministros da Saúde (do MPLA), para além de diagnosticar que os angolanos ficam doentes por causa das… doenças? “C omo em todas as outras áreas do sector, a de oftalmologia carece de recursos humanos especializados, dada grande probabilidade que a população angolana tem, em contrair doenças oftalmológicas”, afirmou Sílvia Lutucuta, no…
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Não fossem as doenças
Acordes da recessão regressam ao semba
O banco Standard reviu em baixa a previsão de crescimento para Angola, antecipando agora uma recessão de 0,9% este ano, que compara com a previsão anterior de expansão económica de 1,2%. Embora as previsões sejam tão precisas quanto os tiros de um canhangulo, importa reter que já não falam só em variações de crescimento. A recessão voltou ao léxico. “O baixo desempenho do sector do petróleo continua a ser um problema para a economia, com a produção petrolífera em baixa, investimento abaixo do potencial e condições de operação desafiantes, apesar…
Leia maisE que tal privatizar
as Forças Armadas?
Como estaria Angola a reagir à crise económica e financeira se a Sonangol tivesse sido privatizada e, por isso, deixasse de estar sob a alçada (mesmo que incorrecta) do Estado? Seria possível, se esta empresa estratégica fosse de privados, amortecer o impacto da crise, garantindo algum poder negocial, nomeadamente a nível de empréstimos? Privatizar uma empresa estratégica como a Sonangol será como privatizar as Forças Armadas, perdendo um dos principais factores da nossa independência económica e financeira, no caso. Só por ingenuidade, sejamos optimistas, se poderá pensar que os nossos…
Leia maisGradualismo na Sonangol
O Governo de Angola está a analisar um projecto de privatização parcial da petrolífera estatal Sonangol, mas só depois de Junho de 2019, indicou o ministro dos Recursos Minerais e Petróleo, Diamantino Azevedo. Segundo Diamantino Azevedo, o projecto em causa insere-se no quadro do Programa de Regeneração da empresa, em curso desde Agosto e que já levou ao fim do monopólio no sector da Sonangol, com a criação da Comissão Instaladora, da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG). O ministro declarou que, enquanto se passa a função de concessionária…
Leia maisBênção mortal de um
“deus” antropófago!
A China empresta todo o dinheiro que Angola quiser desde que haja petróleo para garantir a devolução do que é emprestado, mais os juros. Nada que assuste o governo de João Lourenço. Aliás, serão as próximas gerações a pagar as contas. Portanto, quem vier atrás que feche a porta e apague a luz, se ainda existir porta e energia eléctrica. Por Orlando Castro A verdade, pelo menos para alguns, é que os empréstimos garantidos pelo petróleo são uma mina segura para quem financia, no caso os chineses. Pequim não tem…
Leia maisPão da discórdia ou
a discórdia do pão?
Os industriais panificadores de Angola queixaram-se hoje da especulação em torno do preço do saco da farinha de trigo, comercializado oficialmente a 8.000 kwanzas (23,5 euros), e pediram a intervenção do Estado. Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação das Indústrias de Panificação e Pastelarias de Angola (AIPPA), Gilberto Simão, indicou que pelo interior do país o preço do saco de 50 quilogramas atingiu já os 12.000 kwanzas (35,30 euros), “especulações” que considera “desnecessárias”, pelo que pediu o apoio estatal às cooperativas do sector. “Isto é uma falsa…
Leia maisÉ assim mesmo. Importamos combustíveis e… alimentos
Angola, o segundo maior produtor de petróleo bruto em África, gastou cinco milhões de euros por dia para importar combustíveis em Agosto, e 327 milhões de dólares (282 milhões de euros) para importar bens alimentares. De acordo com o documento do Banco Nacional de Angola (BNA), além da importação de combustíveis – necessária devido à reduzida capacidade de refinação no país, centrada apenas em Luanda -, no valor de 175,12 milhões de dólares (151 milhões de euros), o país necessitou ainda de importar 327 milhões de dólares (282 milhões de…
Leia maisRemessas de emigrantes também são… irritantes
As remessas dos emigrantes portugueses em Angola caíram 17,3%, para 26,5 milhões de euros em Julho, enquanto que as remessas dos angolanos a trabalhar em Portugal desceram 3,4%, para 830 mil euros. Culpado? Tudo indica que é o famoso “irritante”. Existe, aliás, uma galopante praga de “irritantes”… De acordo com os dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal, o dinheiro enviado pelos portugueses a trabalhar em Angola passou de 32,08 milhões de euros, em Julho de 2017, para 26,51 milhões de euros, o que influencia decisivamente o saldo entre Portugal…
Leia maisSeca na árvore das patacas pôs portugueses em fuga
Pelo menos um terço dos trabalhadores portugueses expatriados em Angola regressou a Portugal no pico da crise económica que assola Angola desde 2014, altura em que baixaram significativamente os preços do crude nos mercados internacionais. A constatação foi feita à agência Lusa por responsáveis oficiais de Portugal e de Angola em vésperas da primeira visita de um primeiro-ministro português, a de António Costa, desde a efectuada em 2007 pelo então chefe do Governo de Lisboa, José Sócrates, que admitiram, porém, haver uma expectativa de regresso. Números oficiais não há, reconheceram…
Leia maisIsabel ataca onde dói mais
A empresária Isabel dos Santos, filha do ex-Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, questionou hoje a estratégia do governo do MPLA, liderado por João Lourenço, para sair da crise em que continua mergulhado, após um ano de constantes subidas na cotação do petróleo. Nas redes sociais, a empresária acrescenta que Angola continua mergulhada numa “profunda crise económica”, em recessão e com as empresas angolanas com “enormes” perdas financeiras, questionado qual a estratégia do actual Governo para inverter a situação. “Preço do barril está atingir barra de 80$/barril. Faz quase 1…
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