Chuva e seca só cá estão para chatear o santo MPLA

A época chuvosa em Angola já provocou 41 mortos, destruiu mais de mil casas e afectou 2.498 famílias, num total de 11.990 pessoas, em 12 províncias do país, informou hoje a Comissão Nacional de Protecção Civil. Se não é a chuva é a seca. Coisas novas, ao que parece, no nosso país. Segundo o coordenador da comissão, o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, de Agosto de 2019 à presente data, as chuvas destruíram 12 igrejas e quatro pontes e deixaram parcialmente destruídas 1.145 residências, havendo ainda o registo de 975…

Leia mais

Rezemos a JLo. Só ele fará chover… (água e comida)

Virgílio Tyova, governador do Cunene, disse hoje que o estado de emergência devido à seca já foi declarado, mas assumiu que as ajudas que estão a chegar são insuficientes. É uma chatice. O estado de emergência deveria ter sido declarado há 44 anos. Não foi e, por isso, a seca, as inundações, as doenças, a fome (em síntese, o MPLA) têm Angola no estado em que está. “O estado de emergência já está declarado desde Abril pelo chefe de Estado”, disse Virgílio Tyova aos jornalistas, à saída de um encontro…

Leia mais

Governo mete água por todos os cantos e esquinas

O Governo angolano (que desde 1975 é da responsabilidade do MPLA) admitiu hoje que a resposta aos fenómenos atmosféricos relacionados com as fortes chuvas e consequentes inundações em Angola “não se tem revelado oportuna e suficiente”. O balanço provisório oficial da época das chuvas em Angola, entre 15 de Agosto de 2018 e 2 deste mês, dá conta da morte de pelo menos 209 pessoas, 100 delas por descargas eléctricas. Ao abrir, em Luanda, a Reunião da Comissão de Secretários de Estado e Representantes da Sociedade Civil Angolana, no âmbito…

Leia mais

Hospital do Cuanza Sul
um dia destes vem abaixo

As autoridades da província do Cuanza Sul estão preocupadas com o avançado estado de degradação de dois hospitais locais e já pediram a intervenção urgente do Ministério da Saúde, receando o desabamento das estruturas. Que chatice. Como é que isso é possível? Lá terá o Presidente da Angola do MPLA de pedir ajuda aos países da… Francofonia. Por Zacarias Anhara (*) Em causa está o estado de degradação do Hospital Geral do Cuanza Sul e do Hospital Municipal de Porto Amboim, construídos ainda durante o período colonial. Isto porque, é…

Leia mais

Fartura (de promessas)
enfarta (quem tem fome)

Sessenta e oito mil famílias angolanas vão beneficiar de dois projectos agrícolas, avaliados em 45,8 milhões de dólares (37,1 milhões de euros), lançados hoje, para recuperação agrícola em zonas afectadas pela seca e aumento da produção e comercialização. Num dos projectos, de Recuperação da Agricultura (ARP), avaliado em 7,6 milhões de dólares (6,2 milhões de euros) vão beneficiar 8.000 famílias de agricultores e pastores de baixa renda, afectadas, desde 2011, pela seca. O ARP é co-financiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), com um empréstimo de cinco milhões de…

Leia mais

Seca? Chuva? Fome? Mais 40 anos e o MPLA resolve tudo

O Vice-presidente da República recomendou hoje, em Luanda, uma gestão correcta dos recursos hídricos, no sentido de assegurar o acesso das famílias e das comunidades à água potável. O que Bornito de Sousa habitualmente diz equipara-se ao que o seu camarada Bento Kangamba afirma, no caso quanto a ser necessário assegurar o acesso das famílias e das comunidades à electricidade… potável. Bornito de Sousa discursava na abertura da primeira reunião ordinária do Conselho Nacional de Águas, um órgão (mais um) permanente consultivo do Titular do Poder Executivo, criado pelo Decreto…

Leia mais

A chuva não é do MPLA
e deve ser… exonerada

A chuva continua a mostrar, sobretudo em Luanda, que os governos do país (de uma forma geral) e da Província (de forma particular) continuam – como tem sido hábito e regra ao longos de décadas – a julgar que o corredor de fundo e o fundo do corredor são a mesma coisa. A incompetência é de tal ordem que até se desculpam com os erros do tempo colonial… Mortos, desalojados, casas destruídas, inundação de escolas, de centros de saúde e de uma igreja fazem parte do balanço, ainda provisório, destas…

Leia mais

Por culpa dos portugueses
a chuva mata em Luanda

Onze mortos, com idades entre os dois e os 70 anos, é o novo balanço provisório das fortes chuvas que caíram entre o final da tarde de terça-feira e a madrugada de quarta-feira em Luanda, anunciou fonte dos bombeiros. A culpa, é claro, é dos portugueses. De acordo com o Serviço Provincial de Protecção Civil e Bombeiros de Luanda, a chuva provocou a inundação de 5.773 residências e o desabamento de outras 13, deixando pelo menos 344 famílias desalojadas. As chuvas inundaram ainda duas escolas, sete centros de saúde e…

Leia mais