O ministro da Defesa de Portugal, João Gomes Cravinho, vai propor hoje, na conferência ministerial na Organização das Nações Unidas (ONU), a formação de militares da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para missões de paz. Portugal gosta mesmo, num orgasmo canibalesco, de gozar com a chipala da malta lusófona. Este é mais um exemplo. [dropcap]J[/dropcap]oão Gomes Cravinho disse em entrevista à Lusa, em Nova Iorque, que a participação portuguesa de hoje na Conferência Ministerial sobre Operações de Manutenção de Paz, vai incluir “uma proposta nova” de trabalho conjunto…
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Fernando Pessoa? Não!
Que tal Agostinho Neto?
Segundo a insuspeita Angop, a comunidade angolana radicada em Portugal reprovou, neste domingo, a escolha do nome do poeta português Fernando Pessoa para ser o patrono de um projecto de intercâmbio universitário no espaço lusófono. Recorde-se, entretanto, que para além de poeta, ele também foi filósofo, dramaturgo, ensaísta, tradutor, publicitário, astrólogo, inventor, empresário, crítico literário etc.. [dropcap]T[/dropcap]rata-se de um projecto que visa a educação, formação e mobilidade de jovens do espaço de língua portuguesa, oferecendo-lhes oportunidades de estudo, aquisição de experiência e voluntariado por um período curto num dos países…
Leia maisSolidários com o Brasil
O Presidente de Angola, João Lourenço, endereçou hoje uma mensagem de pesar ao seu homólogo brasileiro, Jair Bolsonaro, pela perda de vidas humanas resultante da rotura da barragem de Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Enquanto isso, dois engenheiros que atestaram a segurança da barragem que ruiu foram detidos. [dropcap]N[/dropcap]uma nota da Casa Civil da Presidência da República angolana, João Lourenço manifesta “profundo pesar” pela morte de 65 pessoas, segundo os últimos dados oficiais disponíveis, e expressa “solidariedade e apoio” aos esforços das autoridades brasileiras para fazer…
Leia maisO umbigo dos dirigentes e
o futuro dos guineenses
O exercício político na Guiné-Bissau, infelizmente, tem sido caracterizado ao longo dos anos, por iniciativas e acções de lesa-pátria, de conveniência, de interesses escusos, sobretudo, por parte dos principais partidos políticos, que ajudaram a promover e a impulsionar a cultura da impunidade, da corrupção, do clientelismo, do servilismo, em suma, da prostituição política, de homens e mulheres, guineenses, quer dos designados “políticos combatentes da liberdade da pátria e seus herdeiros”; “políticos analfabetos ou carismáticos”; “políticos djilas ou empresários” e “políticos paraquedistas ou doutores”, que definem e caracterizam algumas categorias de…
Leia maisA mensagem é má? Então
urge calar o mensageiro
Um juiz do Tribunal do Macomia, norte de Moçambique, confirmou na sexta-feira a detenção do jornalista moçambicano Amade Abubacar, anunciou fonte de uma das instituições de defesa da liberdade de imprensa que contesta o processo. Calar o mensageiro para ocultar a mensagem é a estratégia de qualquer ditadura. Infelizmente. [dropcap]F[/dropcap]onte do Comité para a Protecção de Jornalistas (CPJ), organização independente, anunciou a decisão na Internet, acrescentando que há esforços a decorrer para o conseguir libertar sob caução. Amade Abubacar, jornalista da rádio comunitária Nacedje e colaborador do portal Zitamar News,…
Leia maisCravinho à medida do MPLA
João Gomes Cravinho é o novo ministro português da Defesa, em substituição de José Azeredo Lopes. Trata-se de um perito de longa tradição socialista e certamente merecedor de um doutoramento “honoris causa” pelo MPLA. Por alguma razão este figurão comparou, em Novembro de 2005, em entrevista ao Expresso, Jonas Savimbi (que tinha morrido três anos antes) a Hitler. [dropcap]E[/dropcap]m tempos, a Comissão de Negócios Estrangeiros do Parlamento português quis ouvir o então secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação (João Gomes Cravinho) sobre a situação na Guiné-Bissau. Na…
Leia maisMemória de todos também comanda a vida, a verdade
Domingos Simões Pereira, então secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) incentivou no dia 12 de Março de 2009 a criação de uma associação de jornalistas no espaço lusófono que possa contribuir para uma maior comunicação entre os Estados membros da instituição. [dropcap]A[/dropcap]té pareceu uma boa ideia. E pareceu, desde logo, porque parte de um organismo que enquanto tal não existe e, é claro, porque respeita a uma profissão – veja-se o caso português – que tende a deixar de existir. À delegação que o informou sobre…
Leia mais… E a orgia (da hipocrisia) segue dentro de dois anos
O Presidente angolano, João Lourenço, pediu hoje em Cabo Verde “atenção e alguma urgência” para a concretização da mobilidade dos cidadãos lusófonos, enquanto o chefe de Estado moçambicano reclamou a total circulação de pessoas, bens e capitais. [dropcap] “T[/dropcap]enho consciência da complexidade de alguns temas, um em particular, a mobilidade dos cidadãos”, afirmou João Lourenço, no encerramento da XII conferência de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Santa Maria, ilha do Sal. O Presidente angolano defendeu que os países lusófonos devem…
Leia maisE a CPLP a vê-los passar…
O Governo do Reino Unido pretende discutir em Setembro a adesão de Angola à Commonwealth, durante a prevista visita a Luanda da enviada especial ao país da primeira-ministra Theresa May, anunciou Lindsay Northover. [dropcap]A[/dropcap] pretensão de adesão à Commonwealth foi manifestada em Junho, pelo Presidente angolano, João Lourenço, e em Setembro está prevista nova visita de Lindsay Northover a Luanda, como a própria anunciou num artigo de opinião, publicado no Jornal de Angola. “Acolho com muita satisfação o interesse de Angola em aderir à Commonwealth e espero que o assunto…
Leia maisOs jovens como futuro da sociedade Santomense
A sociedade hodierna está marcada por uma crise sociopolítica onde no centro não se encontra a defesa do bem-comum e da justiça. Uma sociedade onde os jovens, os idosos, as famílias estão com o seu futuro comprometido devido à corrupção que, paulatinamente, destrói a estrutura social e institucional do país. Por Vicente Coelho (*) [dropcap]U[/dropcap]ma comunidade humana em que a política não é capaz de romper com uma lógica perversa, ou seja, onde a estratégia de governação não é competente para superar os discursos inconsistentes que não enfrentam os grandes…
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