ANUNCIADAS MEDIDAS PARA FACILITAR CIRCULAÇÃO ENTRE PAÍSES VIZINHOS

O Governo de Angola (do MPLA há 50 anos) anunciou hoje que vai adoptar, até 2028, medidas para facilitar a circulação entre países vizinhos, em que se incluem a harmonização de tarifas e a simplificação de procedimentos nas fronteiras. rata-se da segunda fase do Programa Tripartido de Facilitação de Transportes e Trânsito (TTTFP), apresentada hoje, na primeira reunião ordinária da Comissão Multissectorial responsável pela implementação em Angola. As novas medidas integram a harmonização de tarifas, simplificação dos procedimentos fronteiriços, reforço das inspecções de veículos e partilha de informações entre os…

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NÃO TER ACESSO À INTERNET É «INACEITÁVEL». TER 20 MILHÕES DE POBRES É ACEITÁVEL

O Governo angolano (do MPLA há 50 anos) considerou hoje “inaceitável” que a transformação digital crie exclusão no espaço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde milhões de cidadãos continuam sem acesso regular à internet, defendendo investimentos em infra-estruturas para reduzir desigualdades. Os 20 milhões de angolanos pobres até estão mais felizes com as afirmações carnavalescas de Nuno Caldas… Por Orlando Castro secretário de Estado da Comunicação Social, Nuno Caldas “Carnaval” afirmou que “não podemos aceitar que a transformação digital crie formas de exclusão. A internet deve constituir…

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FRELIMO TEM UMA ESCOLHA: RELEVÂNCIA OU REPRESSÃO

Moçambique chegou a uma encruzilhada política. A FRELIMO tem agora uma escolha: manter-se relevante para o futuro democrático do país, ou continuar num caminho de perseguição que arrisca transformá-la num partido em guerra contra o seu próprio povo. Por Solomon Mondlane o centro deste momento está o próximo julgamento de Venâncio Mondlane, Presidente da ANAMOLA. Para os tribunais em Maputo, é um processo contra um homem. Para o povo, de Maputo a Rovuma, é lido de outra forma. É entendido como um julgamento contra o próprio povo. O mesmo povo…

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PROIBIÇÃO DE CÂMARAS NO JULGAMENTO DE MONDLANE VIOLA A CONSTITUIÇÃO

O Tribunal Supremo de Moçambique, através da sua secção criminal, indeferiu o pedido de transmissão em directo do julgamento do Presidente da ANAMOLA, Venâncio Mondlane, acusado pelo Ministério Público de cinco crimes, incluindo apologia pública ao crime, incitamento à desobediência coletiva e incitamento ao terrorismo. Por Solomon Mondlane despacho é claro: sem transmissão em direto, sem gravação de áudio, sem imagens. Os jornalistas só podem fazer anotações escritas, enquanto o público é autorizado a espremer-se na sala de audiências. O tribunal lista quatro perigos: intimidação de testemunhas, contaminação de depoimentos,…

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NEPOTISMO CRUZADO E IDEOLÓGICO SANGRA ANGOLA

A nomeação de familiares para cargos de relevo na Função Pública deixou, há muito, de ser um deslize ético isolado para se converter numa engenharia de sobrevivência política. Em Angola, a dança das cadeiras governamentais ganhou contornos sofisticados. Se o nepotismo directo — a nomeação pura e simples de um filho pelo próprio pai — atrai demasiados holofotes e críticas da opinião pública, as elites políticas aperfeiçoaram a técnica: entraram na era do nepotismo cruzado e do nepotismo ideológico.

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JOÃO LOURENÇO PRATICA A LEI DA FORÇA MAS FOI À ONU FALAR DA FORÇA DA LEI

O Presidente do MPLA, que por inerência é Presidente de Angola, general João Lourenço, criticou a «anarquia mundial» baseada na «lógica da força» que gera os actuais conflitos e defendeu uma nova governança das Nações Unidas para restaurar a confiança e a paz. Em síntese, foi dizer “olhai para o que dizemos e não para o que fazemos”. O Presidente de Angola (não nominalmente eleito) disse que «vivemos hoje num ambiente de anarquia mundial em que o uso da força impera sobre a força da razão e da lei, em…

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JOÃO LOURENÇO PRATICA A LEI DA FORÇA MAS FOI À ONU FALAR DA FORÇA DA LEI

O Presidente do MPLA, que por inerência é Presidente de Angola, general João Lourenço, criticou a «anarquia mundial» baseada na «lógica da força» que gera os actuais conflitos e defendeu uma nova governança das Nações Unidas para restaurar a confiança e a paz. Em síntese, foi dizer “olhai para o que dizemos e não para o que fazemos”. Presidente de Angola (não nominalmente eleito) disse que «vivemos hoje num ambiente de anarquia mundial em que o uso da força impera sobre a força da razão e da lei, em flagrante…

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