A Corporação Financeira Africana (AFC) considerou hoje que o Corredor do Lobito é “fundamental” para melhorar as ligações ferroviárias na África Austral e fomentar a transformação da região, deixando de ser apenas exportadora de recursos naturais. ê-se no Compêndio de Recursos Minerais Estratégicos de África, hoje divulgado pela AFC, uma entidade vocacionada para potenciar investimentos estratégicos em infra-estruturas e indústria no continente africano, que “o desenvolvimento do Corredor do Lobito é fundamental não só para as exportações de cobre, mas também para desbloquear o investimento privado ao longo do corredor…
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FUNDO SOBERANO DE ANGOLA E GEMCORP LANÇAM NOVO FUNDO
O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) e a Gemcorp Capital anunciaram hoje a criação de um novo fundo pan-africano de 500 milhões de dólares (465 milhões de euros) para investimento em infra-estruturas no continente. egundo um comunicado conjunto, o Fundo terá como objectivo disponibilizar soluções de capital flexível orientadas para investimentos em infraestruturas africanas. O investimento inicial será de 50 milhões de dólares (46,5 milhões de euros) pelo FSDEA, podendo aumentar até 200 milhões de dólares (186 milhões de euros). Já o Grupo Gemcorp contribuirá com até 50 milhões de…
Leia maisO CORREDOR DO LOBITO: RETÓRICA, ENGENHARIA FINANCEIRA E DISPUTAS DE VALOR
O Fórum Global Gateway realizado em Bruxelas em Outubro de 2025 reafirmou o posicionamento da União Europeia (UE) como ator geoeconómico estratégico na África Austral. No centro das atenções esteve o Corredor do Lobito — a infraestrutura ferroviária que liga o porto angolano de Lobito às regiões mineiras da República Democrática do Congo (RDC) e da Zâmbia. Apresentado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, como um dos projetos mais ambiciosos do programa europeu, o corredor é descrito como uma alavanca para garantir o acesso a minerais críticos,…
Leia mais“JOVENS SÃO O MOTOR DO FUTURO DE ÁFRICA”
O presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, Sidi Ould Tah, juntou-se aos líderes globais do Conselho Consultivo de Alto Nível sobre Emprego do Grupo Banco Mundial, defendendo o dividendo demográfico de África e o impulso ao emprego juvenil. onvidado pelo presidente do Grupo Banco Mundial, Ajay Banga, Ould Tah participou na reunião do Conselho realizada à margem dos Encontros Anuais do Grupo Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 2025, na capital norte-americana. O Conselho reúne líderes de instituições financeiras internacionais, ministros e dirigentes empresariais para criar…
Leia maisNOVO FÔLEGO NO BANCO AFRICANO DE DESENVOLVIMENTO
Representantes do sector privado africano saudaram, em Abidjan, as perspectivas de um novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento durante um encontro inédito com o seu presidente, Sidi Ould Tah (foto), que assumiu o cargo a 1 de Setembro à frente da principal instituição de financiamento ao desenvolvimento em África. hmed Cissé, presidente da Confederação Geral das Empresas da Costa do Marfim (CGECI) afirmou: “Queremos aqui expressar a nossa satisfação por este novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. Esperamos que este diálogo se transforme rapidamente…
Leia maisLÍDERES AFRICANOS DEFENDEM INVESTIMENTOS INCLUSIVOS
Economistas e líderes de desenvolvimento africanos defenderam reformas governamentais abrangentes, maior mobilização de recursos internos e parcerias inovadoras para acelerar a transformação económica nos países em transição do continente. apelo foi feito durante um Diálogo Político de alto nível organizado pelo Instituto Africano de Desenvolvimento (IAD) do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) durante a 66.ª Conferência Anual da Sociedade Económica Nigeriana (NES), em Abuja. A sessão, com o tema ‘Impulsionar a transformação económica de África nos Estados em transição: o papel do desenvolvimento de capacidades e da gestão do…
Leia maisÁFRICA NÃO É POBRE. POBRES SÃO OS AFRICANOS
À medida que os fluxos globais de capital evoluem e a ajuda ao desenvolvimento tende a diminuir, África encontra-se num momento decisivo. A 28 de Maio, durante os Encontros Anuais de 2025 do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, líderes de alto nível, decisores políticos e especialistas financeiros reuniram-se para definir um novo rumo para o futuro financeiro do continente – um rumo baseado nos recursos e na criatividade africanos. rganizado pelo Departamento de Mobilização de Recursos e Parcerias do Grupo, em colaboração com a iniciativa Making Finance Work for Africa,…
Leia maisPNUD VAI MANDAR (MAIS UM) CHORUDO CHEQUE
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) disse hoje que tem disponíveis 60 milhões de dólares para financiar projectos em Angola, mas alertou para os constrangimentos causados pela burocracia. ara 2025, segundo o representante residente adjunto do PNUD em Angola, Gabriel Dava, o organismo das Nações Unidas tem um ‘plafond’ financeiro de 60 milhões de dólares (50,8 milhões de euros), cujo grau de execução ronda os cerca de 50%, com o sector da saúde a absorver grande parte do financiamento. “Temos o sector da saúde, que é o…
Leia maisGRAÇAS AO MPLA, É SÓ A SUBIR (DE 150 PARA 148)
Seis dos nove membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) subiram no ‘ranking’ de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, com Portugal a manter-se na categoria mais elevada e Guiné-Bissau e Moçambique na mais baixa. Angola, que passou da 150.ª posição para a 148.ª. s dados constam no Relatório de Desenvolvimento Humano divulgado hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que dá conta que, entre os países lusófonos, apenas Cabo Verde desceu na classificação de IDH, passando da posição 131 para a 135, numa…
Leia maisTEMPO DE REFORMAS ACELERADAS
1-O relatório do Fundo Monetário Internacional sobre Angola (Fev.2025). Nenhuma das várias intervenções do FMI em Angola teve sucesso em alterar a estrutura económica do país e ajudar a lançá-lo numa senda de desenvolvimento, demonstrando a fragilidade dos modelos de actuação do FMI em África.[1] Por Cedesa Centro de Estudos para o Desenvolvimento Económico e Social de África uando os resultados equívocos do FMI surgem, este escuda-se em comunicados ambíguos que permitem leituras diferenciadas e, certamente, desresponsabilizam a instituição. É o que se passa com o mais recente comunicado da…
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