João Lourenço, ou seja o Governo de Angola, ou seja o MPLA, ou seja o Estado, continua zangado com Portugal. A defesa de Manuel Vicente está acima de tudo. Para já, a Embaixada angolana em Lisboa não terá embaixador. O que se esperaria era que o Presidente da República mandasse pura e simplesmente encerrar a Embaixada. Se mesmo assim todos os processos não forem arquivados, que tal João Lourenço deixar cair a máscara de democrata e de defensor de um Estado de Direito e declarar “guerra” a Portugal? Por Orlando…
Leia maisEtiqueta: Angola
Dentro de ti ó Portugal
MPLA reedita com êxito
Síndroma de Estocolmo
Os angolanos, sobretudo os 20 milhões de pobres, continuam a sofrer do Síndroma de Estocolmo que, durante 38 anos, lhes foi violentamente “injectado” por José Eduardo dos Santos? Continuam. Mas agora pensam que não. Há sete meses que estão a tomar um placebo chamado João Lourenço e, só por isso, já se sentem melhor… [dropcap]O[/dropcap] Síndroma de Estocolmo é um estado psicológico em que uma pessoa, submetida durante muito tempo a um processo violento de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo sentimento de amor, admiração, culto e amizade…
Leia maisSe há abertura… entremos
sem embandeirar em arco
Face às mudanças em Angola, até agora mais ao nível do acessório do que da substância, o activista Luaty Beirão afirmou, hoje, em Paris, que “a luta não precisa de ser nos mesmos moldes para sempre”, mas avisa que não vai “atirar a toalha para o chão”. [dropcap]E[/dropcap]m entrevista à Lusa e RFI, à margem da conferência “Angola: de Dos Santos a Lourenço, transição esperada, transformação sustentável?”, que hoje decorreu no Instituto Francês de Relações Internacionais (IFRI), em Paris, Luaty Beirao disse que é preciso aproveitar a “retórica de abertura”…
Leia mais400 trabalhadores da ENP
há 54 meses sem… salários
Os trabalhadores da Empresa Nacional de Pontes de Angola admitiram hoje a possibilidade de se queixarem à Organização Internacional do Trabalho (OIT), por estarem há 54 meses sem receber salário. Isto acontece, provavelmente, por Angola ser um país… pobre. [dropcap]A[/dropcap] possibilidade foi levantada hoje no encontro promovido pela comissão sindical daquela empresa estatal, em Luanda, que contou com a presença de mais de 50 trabalhadores e com o director-geral, após falhadas as promessas anteriores, de liquidação dos salários. “Porque a OIT é uma organização que vela pelos interesses dos trabalhadores…
Leia maisA “indústria” espacial
O jornal da Angola do MPLA, que segue uma linha redactorial muito sinuosa, dirigida pelo Victor Silva, para favorecer a propaganda do “reigime” angolano, dizia que o satélite que irá substituir o satélite moribundo, afónico, começava a ser construído na terça-feira. Estamos com muita curiosidade em seguir esse processo. Já está pronto? Ainda demora muito? Ou virá lá pró Natal, quando chegarem as prendas? Por Domingos Kambunji [dropcap]A[/dropcap]s pessoas do nosso bairro fartam-se de rir quando vêem o ministro da telecomunicações na televisão. O homem transpira, por todos os poros,…
Leia maisCabinda (também) esteve presente no “25 de Abril”
A Revolução dos Cravos foi mais uma vez celebrada em Portugal. Em Peniche, o evento juntou activistas dos direitos humanos e várias personalidades da vida social, política e cultural, entre as quais duas ligadas ao movimento de 25 de Abril de 1974: Américo Gonçalves e Carlos Alberto Amaral. [dropcap]A[/dropcap]mérico Gonçalves participou na acção militar de 16 de Março de 1974 e, enquanto militar, Carlos Alberto Amaral esteve destacado em Peniche para guardar os agentes da PIDE detidos após o movimento revolucionário dos Capitães de Abril. Recorde-se, o derrube da ditadura…
Leia maisFLEC propõe roteiro
para a paz em Cabinda
Os independentistas das FLEC-FAC, de Cabinda, propuseram hoje ao novo chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Angolanas (FAA), general António Egídio de Sousa Santos, um “roteiro” para a paz naquele enclave, disponibilizando uma delegação para, nos próximos 30 dias, negociar com o Governo de Angola. [dropcap]A[/dropcap] posição surge num comunicado divulgado hoje pelo autodesignado Estado-Maior das Forças Armadas de Cabinda (FAC), da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), a propósito da nomeação, esta semana, do general António Egídio de Sousa Santos “Disciplina” para o cargo de chefe do…
Leia maisO MPLA chacinou um
quarto dos “Flechas”
Cerca de 25% dos mais de 2.000 “Flechas” angolanos, que lutaram ao lado de Portugal, foram “chacinados” pelo MPLA nos primeiros sete meses após o fim da guerra colonial portuguesa em Angola, indicou hoje um historiador norte-americano. [dropcap]J[/dropcap]ohn P. Cann, entrevistado pela agência Lusa a propósito do seu mais recente livro “Os Flechas – Os Caçadores Guerreiros do Leste de Angola – 1965/74”, publicado pela editora Tribuna da História, indicou que só numa operação, realizada em Mavinga, na província de Cuando-Cubango (sudeste), as forças do MPLA abateram 130 bosquímanos. Os…
Leia maisFMI concorda ser muleta
até entrar no galinheiro
O ministro das Finanças de Angola, Archer Mangueira, disse hoje que espera que as medidas aprovadas e o apoio técnico do Fundo Monetário Internacional (FMI) crie condições para captar recursos financeiros em condições mais favoráveis do que as oferecidas pelo Fundo. [dropcap]E[/dropcap]m entrevista à Lusa em Washington, à margem dos Encontros da Primavera, que decorrem até domingo, Archer Mangueira, quando questionado sobre a razão de não recorrer ao financiamento do FMI e optar pelos mercados financeiros, explicou que isso se deve à convicção de que os mercados internacionais de capitais…
Leia maisEm Angola há de tudo: tortura, violações, impunidade, corrupção
Privação da vida e tortura pelas forças de segurança. Prisões arbitrárias. Violações dos Direitos Humanos. Impunidade. Corrupção. Onde? Em Angola. Quem diz? O Departamento de Estado dos Estados Unidos da América. [dropcap]N[/dropcap]o relatório sobre a situação dos Direitos Humanos em 2017, agora divulgado pelo Departamento de Estado norte-americano, é referido que em Angola, entre as “formas de punição cruéis”, continuam a constar casos de tortura e espancamento, em que alguns terminam mesmo em morte, por vezes levadas a cabo pelas autoridades. Limites à liberdade de reunião, associação e imprensa continuam…
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