Peculato judicial escabroso

O Juiz do Tribunal Supremo, Pitra, em obediência à visão e estratégia do Presidente da República e do MPLA, João Lourenço, quanto ao combate aos crimes de corrupção e afins, praticado por agentes públicos, destapou a podridão escondida por debaixo do tapete pernicioso, que cobre o país, nos últimos três anos, onde os órgãos de soberania, a “contrarium sensu” de Charles – Louis de Secondant – barão de Montesquieu”, estão reféns de um homem, sem o escrutínio do poder judicial e legislativo. Por William Tonet A sentença proferida, pelo juiz…

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Presidente “adepto” da inquisição e do cárcere

O Presidente da República, João Lourenço, baseado na legitimidade constitucional, decidiu não promulgar o novo Código Penal, devolvendo-o à Assembleia Nacional, para os deputados reapreciarem e agravarem alguns artigos deste importante documento, fiscal das ilicitudes criminais, cometidas por agentes públicos no exercício de funções. Por William Tonet Na justificativa, argumenta pretender partilhar “reflexões e preocupações”, sobre a norma de alguns artigos, que devem ser agravados, no quadro da probidade pública e do que considera “compromisso nacional com a prevenção e o combate à corrupção a todos os níveis”. Infelizmente, o…

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Covid-19 tornou-nos imortais

Hoje é hora de cada um perguntar se devemos, ou não, agradecer ao Titular do Poder Executivo (governo unipessoal), por nos ter, em tão pouco tempo, tornado imortais. IMORTAIS, sim! Malária, paludismo, febre amarela, diarreias, doença do sono, gota…? Ora, ora! Por William Tonet A invulgar energia governativa, em concentrar recursos financeiros públicos, exclusivamente, para a importação de medicamentos, material gastável e recursos humanos, para atender os infectados do COVID-19 parece demonstrar que todos quantos sobrevivam a esta pandemia, estarão imunes às outras endemias e doenças. A fome, diariamente, mata…

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Um olhar, olhando, sem ódio

É recorrente, ao final de cada texto, ser alvo do legítimo escrutínio de gregos e troianos (e até de outros), sobre a valência e oportunidade do mesmo, no actual contexto de crise económica, financeira, de Covid-19 e social. Oiço, cada observação, aceitando de forma pacífica e prazerosa este farfalho cúmplice da democracia, calcinada, convictamente, em mim. Por William Tonet O unanimismo é pernicioso, nas sociedades plurais, mas ainda assim, deve ser escutado, mesmo que se assemelhe às águas putrefactas, de qualquer irresponsável pântano de esquina, responsável pela “produção” de mosquitos,…

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A esperança foi a última, mas já morreu!

O dia destapou uma triste, cruel e incontornável realidade: João Lourenço “assassinou” o que restava de esperança sobre a consolidação da ténue democracia, implantada, em 1992 (face à resistência militar da UNITA), com a ascensão e entronização de um método inovador de ditadura. Por William Tonet 1.Sem justiça, não há democracia! Com justiça partidocrata, refém de uma só vontade, não há democracia! Um Tribunal Constitucional com 11 magistrados, sendo 10 do MPLA, não opera com isenção, imparcialidade e sentido de justiça, que o diga o PRA-JA. O seu coordenador, Abel…

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Supermercado da fé ataca soberania de Angola

Porra! Porra! É demais, é mesmo canibalesco, o silêncio cúmplice. Por isso hoje, aqui e agora, manifesto a minha indignação ante a aselhice da elite assimilada, complexada e inculta, que nos (des)governa, ante os insultos diários passados na comunicação social, por uma seita religiosa estrangeira, accionista do maior supermercado da fé a operar, com requintes de malvadez diabólica, no território nacional. Por William Tonet Dá nojo, revolta, vontade de partir para a retaliação… verbal, ao assistir, dia após dia, aos ataques dos comerciantes brasileiros da fé, nas emissões na TV…

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Nota (mais) ofensiva às vítimas do navio 270577

Uma decisão. Uma vontade. Um eterno unanimismo. Uma nota. Uma (mais uma) megalomania responsável por despesa financeira desnecessária, quando se deveria atender ao tsunami da fome e miséria que assolam 20 milhões de pobres e cerca de 2,5 milhões de desempregados. Por William Tonet Estimado Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço: Com o respeito que lhe tenho, por amor a Angola e aos autóctones angolanos, depois de ver as milionárias notas “netoianas” fiquei com a nítida sensação de haver uma espécie de covil de “víboras” venenosas, no seu gabinete.…

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Assassinem-me, covardes!

Eu sou uma gota, no oceano, não uma pedra no vosso sapato. Eu amo Angola, bato-me com todas as forças, para a implantação de um projecto de sociedade, onde todos os angolanos e não só os angolanos do MPLA se revejam. Outros amam, apenas o poder e o dinheiro de Angola para fins inconfessos. Se dizer a verdade é um crime, então, assassinem-me, em 2020, uma vez estarem arrependidos, de não o terem feito em 1977! Por William Tonet Qual é a razão do Bureau Político do MPLA, partido que…

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Constituição proíbe João Lourenço de ser presidente do MPLA

A Constituição nos países sérios é um documento solene, cuja estrutura normativa estabelece os órgãos, a independência e as regras pelas quais todos devem obediência, respeito e cumprimento obrigatório. O poder legislativo é o seu guardião e o Chefe de Estado o principal garante da sua aplicabilidade e cumprimento. Por William Tonet Infelizmente, Angola, não é um Estado sério, de direito e democrático, pois, faz parte dos Estados onde a partidocracia é uma instituição de engenharias ideológicas fraudulentas de manutenção de poder e que, para atingir esse fim, não olha…

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Tomás é preso político, Chivukuvuku partidário

A Justiça em Angola vai mal, muito mal e com clara tendência para piorar (se tal ainda é possível), e os cidadãos que não sejam do MPLA, como Abel Chivukuvuku (impedido de formar um partido), ou sendo deste partido, não caiam no goto do (querido) líder (supremo), como Augusto Tomás (acusado sem provas), não podem esperar muito dos tribunais, Supremo e Constitucional, convertidos, em pleno século XXI, em autênticas arenas, que orgulhosamente, “represtinam” as leis dos tristemente célebres períodos do império Romano e da inquisição. Por William Tonet No dia…

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