Definitivamente, vomitei ao ouvir tanta “merdice”, sim “merdice” (me desculpem os fiéis leitores), proferidas, pela nova estrela da elite bajuladora deste MPLA/JES, que nunca deveria ter saído da incubadora, tal o escárnio. Por William Tonet Repito, escutar, durante tanto tempo, alguém doutorado em “ignorância cristã” e “bajulação partidocrata” é o mesmo que credibilizar Barrabás, cristianamente falando, tal como o fez Pôncio Pilatos, no julgamento de Jesus Cristo. Nestas ocasiões é importante revisitar, Paulo em (Romanos 16:17-18):”Rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes;…
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Editorial por William Tonet
Liberdade na guilhotina
Ponto prévio: Na senda do que vimos defendendo, sobre a necessidade de um Pacto do Regime, capaz de garantir uma transição pacífica, é mister rememorar, não serem boas as rupturas violentas, pois estas geram excessos imprevisíveis, para os povos e países. Por William Tonet Angola já teve rupturas violentas, com resultados desoladores, primeiro no seio dos ex-movimentos de libertação (FNLA, MPLA, UNITA) onde a justiça tinha como procuradores os bajuladores, cabendo o papel de juiz ao líder, que discricionariamente, mandava prender ou assassinar, todos quantos temesse ou pensassem com a…
Leia maisPorque José Eduardo dos Santos me persegue tanto?
Estou a viver as primeiras horas, na semana do primeiro mês do ano 2017, na expectativa, ainda que improvável, de assistir uma governação mais coerente, responsável e cidadã, pelo menos nos aspectos fundamentais, como o Direito à vida. Por William Tonet Sou céptico. O ADN do Titular do Poder Executivo, parecer não ter a latitude de estender a mão a quem não gravite em torno do seu cordão umbilical, mesmo quando em causa está algo de muito mais nobre: Angola e os angolanos. Se o conseguisse, ou fosse sensível a…
Leia maisPorque é que eles mandam matar inocentes?
Roubam! Destroem! Assassinam! Esta é a máxima de 41 anos de regime. Os vampiros assassinaram Weza, mais uma zungueira inocente. Os mandantes, quais covardes da pior estirpe, remeteram-se ao silêncio. E porquê? Por ela ser pobre, preta e de apelido, Ngola, enquadrando o descaso da sua vida, num infame comunicado da Polícia. Por William Tonet Sanguinários! Este é designativo que, apesar de benévolo, melhor qualifica os responsáveis. O 2016 foi um ano marcante, pela negativa, com muitos lares marcados pelo desemprego, fome, miséria e luto, face à incompetência (na circunstância…
Leia maisDos Santos, a partida, o caos e o dilúvio
Um verdadeiro político deve, na hora da partida, agir como o pescador que, convivendo ao longo da vida dividido entre a imprevisibilidade da tempestade e da geografia indefinida das margens dos rios, tem a capacidade e a serenidade blindadas de prever como e onde melhor acostar o barco. Por William Tonet A hora da reforma, em democracia, não pode ser um acaso, pelo contrário, é uma acção planificada, previsível de domínio público. Infelizmente, em Angola 2016, José Eduardo dos Santos faz segredo o que é público e público o que…
Leia maisNo fundo… nada muda
O regabofe vai no adro, com a companhia em enredo novo, mas sem mudar a indumentária, na vã tentativa de hipnotizar a plateia, mostrando um carneiro no lugar de lobo. Por William Tonet No fundo nada muda, quando a mudança atrapalha a mente de quem devia fazer mais pelo cidadão mas, antipatrioticamente, concentra a geografia no seu umbigo, roubando os milhões de dólares dos milhões de pobres, que sobrevivem com menos de 2 dólares/dia. É uma porra, quando, uma elite corrupta, insensível, no comando do país, goza permanentemente com os…
Leia maisEstou envergonhado e indignado
Estou indignado e envergonhado. A indignação e a vergonha aumentam todos os dias. Nem o facto de todos os dias existirem motivos para estar indignado e envergonhado ajuda a diminuir o volume da minha indignação e vergonha. Pelo contrário. O nosso Povo merece que esteja indignado e envergonhado e que, com todas as letras, o assuma. E que, com todas as forças, lute para que o país mude. Por William Tonet Envergonhado, como estes senhores que juraram, formalmente, respeitar e fazer respeitar a Constituição e a lei mas que, objectivamente,…
Leia maisMentira do regime
O país continua a viver de mentiras partidocratas e vigarices inconstitucionais, capitaneadas por uma clique de bajuladores, que tem como bússola, os seus caprichos umbilicais, que só sabem conjugar o verbo bajular: eu bajulo, tu bajulas, nós bajulamos. Por William Tonet E, regra geral, bajulam mais do que o bajulado, muitas vezes, necessita, ao ponto de o ridicularizarem, como no caso da nomeação da engenheira Isabel dos Santos (filha), pelo seu pai, titular do poder executivo, engenheiro José Eduardo dos Santos. Vamos aos factos. MENTIRA: poder o titular do poder executivo…
Leia maisFalta-nos um Mandela
As comemorações do dia da independência nacional, 11 de Novembro, continuarão privatizadas pelo MPLA, que se arvora ser o único representante dos angolanos, desde 1975. Por William Tonet O percurso desta gestão teve aspectos positivos, poucos, mas honra seja feita, muitos negativos, ao longo destes 41 anos, onde nem mesmo Agostinho Neto, apresentado como fundador da nação do MPLA, teve a latitude mental de, em função das especificidades dos vários povos, que habitam o território, elaborar um “projecto – país”, capaz de reunir as várias sensibilidades culturais, tradicionais e linguísticas…
Leia maisNascimento, guerra e paz
A actual Angola, medianamente dirigida, nos últimos anos, pelo MPLA, nasceu como República Popular, em 11 de Novembro de 1975, dividindo os angolanos, com a instauração de um regime de viés comunista, sectário, autoritário e discriminador, orientado para eliminar todos quanto não aderissem à ideologia dominante. Por William Tonet Os slogans: “o MPLA é o Povo e o Povo é o MPLA” ou de “Cabinda ao Kunene, um só povo uma só Nação”, são a emanação de uma visão umbilical parcial, exclusivista e impostora do unanimismo. Isto, por a realidade…
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