As comemorações do dia da independência nacional, 11 de Novembro, continuarão privatizadas pelo MPLA, que se arvora ser o único representante dos angolanos, desde 1975. Por William Tonet O percurso desta gestão teve aspectos positivos, poucos, mas honra seja feita, muitos negativos, ao longo destes 41 anos, onde nem mesmo Agostinho Neto, apresentado como fundador da nação do MPLA, teve a latitude mental de, em função das especificidades dos vários povos, que habitam o território, elaborar um “projecto – país”, capaz de reunir as várias sensibilidades culturais, tradicionais e linguísticas…
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CASA-CE saúda a independência
“Por ocasião do 41º Aniversário da Independência de Angola que se comemora aos 11 de Novembro, o Conselho Presidencial da CASA-CE, em nome de seus membros, militantes e simpatizantes vem saudar efusivamente esta prestigiosa conquista, mérito de todo o Povo Angolano. Este 41º aniversário coincidentemente acontece horas depois de ter ocorrido o exemplar exercício democrático nos Estados Unidos da América, em que cerca de 220 milhões de eleitores americanos escolheram o 45º Presidente, Donald John Trump. A conquista da Independência de Angola do jugo colonial, para além do resgate da…
Leia maisCunha para Kim Jong-un
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Sul, Lim Sung-nam, visita esta semana Luanda para tentar convencer o Governo de sua majestade o rei de Angola, José Eduardo dos Santos, a pressionar o seu velho, querido amigo e aliado da Coreia do Norte a desistir do seu programa nuclear. Por Norberto Hossi De acordo com a agência estatal de notícias sul-coreana Yonhap, a visita de Lim Sung-nam arranca na quarta-feira no Senegal, seguindo depois para Angola, onde termina a viagem no sábado. Citado pela mesma agência, o governante sul-coreano…
Leia maisSudão do Sul. Guerra e fome, fome e guerra
O país assinala hoje cinco anos de independência e três de uma guerra civil que parece estar longe do fim. Em dois dias morreram 115 pessoas. O Sudão do Sul assinala este sábado o quinto aniversário da sua independência. Mas não há muitas razões para celebrar: o acordo de paz estabelecido para virar a página de uma guerra civil devastadora está por um fio e a população nunca passou tanta fome. Várias dezenas de milhares de pessoas foram mortas desde Dezembro de 2013 e o início da guerra civil que…
Leia mais“Obrigado povo de Cabinda”
Em comunicado enviado ao Folha 8, o novo presidente da FLEC/FAC, Emmanuel Nzita Wa Nzita, agradece a todas as pessoas e amigos que estiveram presentes “fisicamente e moralmente durante este período doloroso do falecimento do nosso saudoso pai, Nzita Henriques Tiago”. Eis, na íntegra, o comunicado de Emmanuel Nzita Wa Nzita: «Os meus agradecimentos, assim como de toda a família, vão especialmente para aqueles que se deslocaram de Cabinda, e especialmente ao Raul Danda, como parente e como Vice-Presidente da UNITA, e também para a delegação da CASA-CE na pessoa…
Leia maisFLEC/FAC tem novo líder. A luta, essa continua
Emmanuel Nzita, filho de Nzita Tiago, que faleceu a 3 deste mês, foi eleito presidente da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda/Forças Armadas de Cabinda (FLEC/FAC) pelo Alto Comando Militar do movimento, disse hoje fonte oficial. O porta-voz da FLEC/FAC, Jean-Claude Nzita, disse, a partir de Paris, que a decisão foi tomada numa reunião daquele órgão do movimento que luta desde 1963 pela independência do enclave de Cabinda, primeiro contra o regime colonial português e, depois da independência, contra Angola que é considerada potência ocupante. “Para se prosseguir com…
Leia maisAs crises que nos levaram ao fraccionismo de Neto
O golpe de Estado do 25 de Abril de 1974 em Portugal que pôs fim a mais de 40 anos de ditadura salazarista, a chamada “Revolução dos Cravos”, salvou o MPLA de uma gravíssima crise (na qual já estava encalhado), que teria sem dúvida alguma desembocado num fraccionismo devastador e irreversível. Fraccionismo houve, mas só devastador, não foi irreversível. Logo a seguir a esse importante acontecimento da Dipanda (independência), recebido e sentido em Angola como luz ténue, mas sublime, no fim dum tenebroso túnel, passada a euforia que o sentimento…
Leia maisCabindas resistem
O braço armado da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) anunciou hoje ter travado nas últimas semanas três confrontos militares com as Forças Armadas (FAA) Angolanas e desaconselha a permanência de estrangeiros naquele enclave. Em comunicado enviado ao Folha 8, as Forças Armadas Cabindesas (FLEC/FAC) afirmam que “devido a intensos combates” com as FAA, nos dias 29 de Fevereiro, 13 e 16 de Março, aconselham “vivamente todos expatriados ocidentais que vivem em Cabinda a retirarem provisoriamente do território” e “desaconselha seriamente” as visitas de “todos os turistas e…
Leia maisSamakuva: “Tudo seria diferente com a UNITA”
O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, defendeu hoje que se o seu partido tivesse sido poder em 1975, Angola não tinha entrado em guerra, denunciando como exemplo que desde a paz (2002) já morreram 85 militantes em incidentes com o MPLA. Isaías Samakuva, líder da UNITA, falava em entrevista à Lusa, a propósito dos 50 anos da fundação do partido do ‘galo negro’, que se comemoram amanhã, numa cerimónia oficial em Luanda. “Com a UNITA no poder, Angola nunca teria passado por uma guerra tão longa como a que conheceu.…
Leia maisFLEC recorda a Portugal Tratado de Simulambuco
O Tratado de Simulambuco assinado a 1 de Fevereiro de 1885 é considerado pelos cabindas como um tratado de Direito Internacional que lhes dá a possibilidade de reivindicar a sua soberania. Eis, na íntegra, o comunicado da FLEC, assinado pelo seu porta-voz, Jean Claude Nzita, e hoje recebido na Redacção do Folha 8. “Na ocasião da celebração do 131º aniversário do Tratado Luso-Cabindês de Simulambuco, assinado a 1 de Fevereiro de 1885 e validado durante a Conferencia de Berlim, a FLEC recorda, ao Governo Português que o Tratado de Simulambuco…
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