Soberania escancarada aos estrangeiros

Os sucessivos erros na política, tomados por agentes com responsabilidade pública, pagam-se caro, principalmente, quando depois de alcandorados ao topo da magistratura republicana, quer seja através de indicação ideológica, golpe militar, nomeação monárquica ou eleição, lesam, caprichosamente, terceiros de boa-fé (populações e povos). Por William Tonet U m alto dirigente político, comprometido com o país e a cidadania tem no ponteiro da sua bússola, um único objectivo de nobreza: implantar um verdadeiro projecto de sociedade, oposto aos vulgares, sarcásticos e sanguinários projectos de poder. Angola, o nosso belo e pujante…

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O leão vai comer o Presidente

O Presidente angolano, João Lourenço, tem o “rei na barriga” (isto significa presunção, pretensão ou vaidade) e, sob o manto diáfano da popularidade revolucionária, conquistada pelo voto de um Povo obrigado a pensar com a… barriga, começa a demonstrar uma tendência para o “quero, posso e mando” que, por regra, constitui o ADN dos ditadores. Por Orlando Castro Hoje, acabadas(?) as exonerações e reduzidas a cinzas as esperanças de 20 milhões de pobres, veio dizer-nos que estão programados “encontros ao mais alto nível” com os governos de países com que…

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Palpites do bailarino
João “Goebbels” Melo!

O ministro da Comunicação Social de Angola, João Melo, afirma que a investigação em Portugal a Manuel Vicente “foi mediatizada” quando este era vice-Presidente da República, demonstrando a “intencionalidade” da Procuradoria-Geral da República portuguesa. Como sempre, abriu a boca saiu asneira. Mas como vale tudo… os sipaios até conseguem ser chefes de posto. Num “post” colocado no Twitter, rede social que habitualmente utiliza para comunicar, João Melo junta-se intencionalmente às vozes em Angola que nos últimos dias reivindicam que o processo iniciado pelas autoridades portuguesas transite para a Justiça angolana,…

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FLEC recorda a Portugal Tratado de Simulambuco

O Tratado de Simulambuco assinado a 1 de Fevereiro de 1885 é considerado pelos cabindas como um tratado de Direito Internacional que lhes dá a possibilidade de reivindicar a sua soberania. Eis, na íntegra, o comunicado da FLEC, assinado pelo seu porta-voz, Jean Claude Nzita, e hoje recebido na Redacção do Folha 8. “Na ocasião da celebração do 131º aniversário do Tratado Luso-Cabindês de Simulambuco, assinado a 1 de Fevereiro de 1885 e validado durante a Conferencia de Berlim, a FLEC recorda, ao Governo Português que o Tratado de Simulambuco…

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