FLEC-FAC FINGE QUE NÃO APOIA O MPLA

Em comunicado hoje divulgado, Jean Claude Nzita, porta-voz de uma das várias FLEC-FAC, manifesta um claro apoio ao MPLA no caso de Cabinda. Em período eleitoral, o ataque ao líder da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, revela que esta FLEC está mais interessada na lagosta do exílio dourado do que no pirão de quem sobrevive na colónia do MPLA. Por Orlando Castro “A direcção política da FLEC-FAC lamenta o posicionamento irrealista do líder político angolano Adalberto da Costa Júnior quando no seu anúncio disse que poderia conceder uma autonomia a…

Leia mais

CABINDENSES (AINDA) NÃO DEIXARAM DE LUTAR

A visita de João Lourenço a Cabinda edificou-me e ajudou-me a tirar dúvidas sobre dois aspectos sócio-políticos que muitas vezes semeiam dúvidas nas mentes de todos aqueles que de uma forma ou de outra lutam pela autodeterminação de Cabinda. Por Osvaldo Franque Buela (*) Esta visita mostrou-nos desde a primeira hora que há agora de um lado, um grupo de falsos vencedores que se aproveitam e bem dos feitos e gestos de comunicação do regime e do outro lado, uma população, unida em torno de seu ideal de liberdade, soberania,…

Leia mais

FLEC, ONU, UE, PORTUGAL E O PAI NATAL

A Frente para a Libertação do Enclave (às vezes falam de Estado) de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) apelou ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e à União Europeia para intensificarem esforços no apoio à autodeterminação e independência do território. O apelo foi feito num comunicado em que a FLEC-FAC (uma das várias existentes) exorta a comunidade internacional a “assumir suas responsabilidades na descolonização da última colónia em África”, e acusa Portugal de ser “responsável pela ocupação de Cabinda por Angola”. “Angola não poderia ter invadido Cabinda militarmente sem…

Leia mais

ANGOLA (RE)CONHECE “GUERRA” EM CABINDA

Escreve a VOA que o Governo de Angola admitiu pela primeira vez publicamente a existência de acções militares em Cabinda e reconheceu que a segurança na fronteira com a República do Congo “inspira muitos cuidados”. As afirmações foram feitas numa altura que a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) – organização de guerrilha que actua na região e que reivindica a independência de Cabinda-, apelou ao boicote das eleições. O Ministro do Interior, Eugénio Laborinho, disse, no sábado, 19, existir na fronteira entre Angola e…

Leia mais

AUTONOMIA NEGOCIADA OU DECRETADA PARA CABINDA?

No dia 4 de Fevereiro deste ano, o jornalista Gustavo Costa, publicou no jornal Expresso um artigo com o título “Primeira região autónoma de Angola (Cabinda)” que estaria na mira dos fundos de investimento do Qatar. Sem demora as primeiras reacções contra esse tipo de autonomia não tardaram, por parte de alguns activistas políticos de Cabinda. Por Osvaldo Franque Buela (*) Hoje cabe-me dizer que as mentiras do regime e do seu incompetente Presidente João Lourenço não são coisas a serem demonstradas, sobretudo neste período eleitoral, mas a questão que…

Leia mais

SE NEM OS CABINDAS SE ENTENDEM…

A inconsistente hipocrisia e o difícil posicionamento dos Cabindas na cena política angolana e internacional são os males que nos impedem de sair do atoleiro político que herdámos dos pais fundadores de movimentos de luta pela libertação do nosso território, males que temos sustentado e que corremos o risco de, se já não é o caso, passar para a geração mais jovem. Por Osvaldo Franque Buela (*) Não consigo entender que num momento em que estamos a aproximar-nos inexoravelmente das eleições de todas as apostas, eleições cujos perigos já estão…

Leia mais

O cinismo de um presidente não nominalmente eleito

De facto, neste final do mês de Março e início de Abril deste ano, nunca se conheceu tal efervescência na actualidade política angolana, uma efervescência que nos mostrou e de certo modo provou que certos oficiais-generais do exército angolano reencontraram todos uma parte perdida dos seus cérebros. Por Osvaldo Franque Buela (*) Estes oficiais generais que de repente reencontraram os seus cérebros, oriundos ou não do território de Cabinda, lembraram-se todos que existe agora um problema por resolver em Cabinda, um problema que alguns deles passaram a negar a existência,…

Leia mais

Bitacaia no pé ou espinha na garganta?

O ex-chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (CEMGFAA), Francisco Pereira Furtado, considerou hoje estável a situação político-militar do país, apesar de ser necessário “solucionar um pequeno detalhe da província de Cabinda”. Francisco Pereira Furtado dissertou hoje sobre o tema “A Paz como Factor Imperativo para a Estabilidade e Desenvolvimento de Angola”, na abertura das jornadas patrióticas alusivas ao 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, promovida pelo Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas. Em bom rigor factual registe-se o dia 4 de Abril (de 2002),…

Leia mais

FLEC “ataca” protectorado europeu do MPLA

A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), colónia de Angola, anunciou hoje o fim das “relações e contactos” com a Presidência e o Governo português por “intencionalmente ignorarem o martirizado povo de Cabinda”. No governo de Portugal ninguém sabe, nem quer saber, e odeia quem sabe, o que é isso de Cabinda. Limitam-se a cumprir as ordens superiores do… MPLA. Em comunicado, tornado público hoje, a FLEC felicita Marcelo Rebelo de Sousa pela vitória nas presidenciais, recusando-se, no entanto, sublinha, a “ser cúmplice de uma hipocrisia que persiste…

Leia mais

Saara Ocidental existe. Cabinda também!

A Associação de Amizade Portugal-Saara Ocidental (AAPSO) rejeitou a decisão norte-americana de reconhecer a soberania de Marrocos sobre o território, exortou a ONU a realizar “um referendo de autodeterminação” e condenou o “silêncio do governo português”. O que é feito da Associação Tratado de Simulambuco-Casa de Cabinda em Portugal? Em comunicado, aquela organização não-governamental (ONG) chamou ainda a atenção para a “escalada de actos de intimidação e repressão por parte do regime marroquino sobre os saarauís que vivem no seu país, militarmente ocupado por Marrocos”, referindo ainda “desaparecimentos forçados, prisões…

Leia mais