Sim, o destino de Cabinda ainda não está selado, porque a chama da resistência continua a arder e apesar da forte repressão de João Sabota Lourenço e do seu MPLA, porque a FLEC (nas suas várias facções) continua as suas acções militares, e os activistas civis continuam a expressar-se (correndo o risco de serem presos), demonstrando que o desejo de autodeterminação ainda não se extinguiu. Por Osvaldo Franque Buela (*) conflito de Cabinda não está resolvido; encontra-se apenas congelado e contido pela força do regime comunista e autoritário angolano, e…
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CARTA ABERTA A EMMANUEL MACRON – UM APELO POR CABINDA
Excelentíssimo Senhor Presidente Emmanuel Macron. Com todo o respeito pela sua posição, decidimos dirigir-lhe esta carta para chamar a sua atenção para pontos de suma importância, realçando a coerência da nossa abordagem e a defesa dos princípios que a França defende. m primeiro lugar, gostaríamos de lhe lembrar que o nosso coletivo, enquanto cidadãos, lhe enviou um Manifesto datado de 19 de maio de 2025, do qual recebemos confirmação de receção. Este documento levantou questões importantes relativas à situação política, social e humanitária em Cabinda. Senhor Presidente, dada a urgência…
Leia maisCINQUENTA ANOS DE INDEPENDÊNCIA E DE OPRESSÃO DE CABINDA
A conquista da soberania nunca foi uma dádiva. Sempre resultou de um gigantesco esforço de homens e mulheres corajosos, movidos de convicções inabaláveis de defesa de uma identidade verdadeira e um destino próprio. É com essa mesma garra que o povo irmão de Angola enfrentou o colonialismo português e conquistou, com sacrifício e bravura, a sua independência nacional em 11 de Novembro de 1975. Todavia, a mesma data que para Angola simboliza a libertação, para Cabinda marca o início de um neocolonialismo angolano, uma nova forma de dominação, agora não…
Leia maisMPLA CELEBRA DESESPERO DO POVO DE CABINDA
Para justificar esta questão, que me parece relevante e essencial quer da perspectiva de Cabinda, quer da de Angola, limitar-me-ei a oferecer ao valente povo de Cabinda uma mensagem de conforto e esperança. Por Osvaldo Franque Buela (*) alente e heróico povo de Cabinda, o caminho para a autodeterminação é longo e está repleto de obstáculos, mas a história ensina-nos que a perseverança é a verdadeira moeda da liberdade. A sua luta pela dignidade e pela justiça está gravada não só no Tratado de Simulambuco, mas no coração de cada…
Leia mais50 ANOS DEPOIS, O QUE QUER REALMENTE O POVO DE CABINDA?
Esta pergunta aparentemente banal, como outros dirão, é essencial de ser feita à luz de todos os debates que acompanhamos nas redes sociais, que por vezes resultam em insultos e outros nomes, mas aos quais devemos responder analisando as causas profundas que minam a nossa luta, sem nos afastarmos das problemáticas do conflito. Por Osvaldo Franque Buela (*) resposta concreta ao que o povo cabindense realmente quer é, do meu ponto de vista, cada vez mais complexa e dividida, dadas as divisões dos seus dirigentes, e reflecte-se directamente na crise…
Leia maisÉ IMPOSSÍVEL O ENTENDIMENTO ENTRE LÍDERES CABINDAS?
No que me diz respeito e após observação e análise, o entendimento fraterno dos dirigentes cabindas está longe de se concretizar, mesmo com um MPLA encurralado e um elevado índice de impopularidade de quase uma década de governação de João Lourenço, que deveria estar sujeito a fortes pressões políticas do povo cabindense, como os angolanos, apesar de enfrentar as mesmas forças de repressão e a falta de soluções para os problemas básicos do povo. Por Osvaldo Franque Buela (*) ltimamente, tenho observado com frequência nas redes sociais, como todos, o…
Leia maisCABINDA? REGIME DO MPLA DESMENTE REGIME DO… MPLA
O político angolano Raul Tati lamentou que o “diferendo político e militar” de Cabinda não conste das celebrações oficias dos 50 anos de independência de Angola e acusou os governantes de “falta de juízo” para solucionar crises do país. ara o também padre suspenso do sacerdócio há 14 anos, após “crise” da Igreja Católica em Angola, a província de Cabinda vive um “diferendo político, jurídico e militar”, que “é um passivo da descolonização que não correu como deveria ser”. “Cabinda deveria ter uma descolonização à parte porque sempre foi protectorado…
Leia maisLIBERTAR UM POVO? É PRECISO FAZÊ-LO COM O POVO…
Sei que muitos de vós se questionarão se esta pergunta se justifica ou não, mas para mim, este questionamento surge do facto de observar a multiplicação de diversas iniciativas e projectos políticos em prol de um único objectivo e de um único povo, o povo de Cabinda e o seu território… Por Osvaldo Franque Buela (*) á algum tempo que se tem verificado nas redes sociais uma onda de uma nova associação política que comunica agressivamente com uma certa clareza eloquente sobre os méritos da sua visão para Cabinda, e…
Leia maisFRANÇA, PALESTINA, CABINDA E.…PORTUGAL ?
Esta é uma pergunta que muitos cabindenses terão a curiosidade em colocar, após o reconhecimento do Estado palestiniano pela França na próxima sessão das Nações Unidas. Este gesto de Emmanuel Macron tem um significado altamente simbólico em termos de respeito pelo direito internacional, mas também representa uma realidade geopolítica dura e cruel, distante das expectativas do povo cabindenses quanto ao seu direito à autodeterminação, e quer queiramos quer não… Por Osvaldo Franque Buela (*) ada a fragilidade e a ausência de uma liderança cabindense forte, unida e carismática, que goze…
Leia maisO QUE PENSA JOÃO LOURENÇO SOBRE O FCD E O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO DO NAMIBE?
Com efeito, depois da visita de João Lourenço a Cabinda onde inaugurou uma refinaria que ainda não produziu um único litro de combustível, bem como a sede da governação colonial do território, creio que é tempo, e com a maior seriedade, de nós, cabindenses, filhos e filhas, nos colocarmos esta questão, tanto mais que João Lourenço nunca mencionou os seus acordos, nem a FCD nos seus discursos, em 8 anos de poder… E porquê? Por Osvaldo Franque Buela (*) omissão expressa e desdenhosa do Presidente João Lourenço em mencionar os…
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