Nem tudo vai mal, dirão alguns. Direi eu, apenas, que (quase) tudo poderia ir bem melhor. Habituámo-nos (nós, o Povo) a viver “das migalhas do festim”, e a contentarmo-nos com um desempenho menos que sofrível por parte da nossa eterna “elite dirigente”, sectária e ultrapassada pelo passo da História. Por Tchockwe Tchockwe [dropcap]O[/dropcap] “bode-expiatório” das crises económica, financeira, e cambial, tantas vezes invocado para “justificar o injustificável”, apenas serve para esconder uma crise muito mais grave e profunda: a crise dos valores éticos, morais e civilizacionais. Coitado do país que…
Leia maisEtiqueta: Independência
Líder da CASA-CE não sabe o que diz nem diz o que sabe
CABINDA. Abel Chivukuvuku que é por vocação um grande político e que tem uma visão profunda para a mudança em Angola com a promoção da democracia participativa, visão que ele defende com a maior determinação, é um homem de inegável progresso com grandes qualidades humanas reconhecidas. Por Osvaldo Franque Buela (*) [dropcap]A[/dropcap]ssim, depois de ter passado toda a sua carreira política na UNITA, depois de concorrer ao cargo máximo deste partido onde saiu derrotado, quando constatou que suas ideias de progresso já não davam mais ecos dentro do partido, decidiu…
Leia maisCabinda. “A luta continua e a vitória é certa”, diz a FLEC
Os independentistas da Frente de Libertação do Estado de Cabinda reivindicaram hoje a autoria de dois ataques, este mês, a patrulhas das Forças Armadas Angolanas (FAA), naquele enclave, os quais terão provocado a morte a nove militares. [dropcap]N[/dropcap]um “comunicado de guerra” distribuído hoje, a Frente de Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) refere que o primeiro destes ataques teve lugar na segunda-feira quando uma patrulha das FAA terá encontrado forças rebeldes nas matas de Buco-Zau. Neste confronto, a FLEC-FAC afirma que morreram quatro soldados angolanos,…
Leia maisA voz da Liberdade
Ainda em fase experimental, a Rádio Folha 8 aí está a dar o seu contributo para que Angola venha a ser uma Democracia e um Estado de Direito. Sob o lema “A voz da liberdade e da democracia”, pode ser escutada em radiof8.net. [dropcap]A[/dropcap] Rádio F8 é (tal como os restantes meios do Folha 8) um órgão de informação generalista, independente, nacionalista, vocacionada para a defesa e divulgação da verdade, dando voz a quem a não tem e prioridade ao que for de interesse público. A Rádio F8 privilegiará todas…
Leia maisEm Angola existe paz
mas em Cabinda não
Os independentistas da Frente de Libertação do Estado de Cabinda, que este ano já reivindicaram a morte naquele território de vários militares angolanos, avisaram hoje, em comunicado, que Cabinda “continuará em guerra”. [dropcap]A[/dropcap] posição foi divulgada hoje, precisamente no dia em que se assinala a passagem dos 15 anos sobre a assinatura, no Luena, dos acordos de paz entre as chefias militares do Governo do MPLA e da UNITA, terminando com quase 30 anos de guerra civil. “O MPLA e a UNITA vão comemorar o seu acordo de Luena. Isso…
Leia maisFLEC proíbe exploração de madeira em Cabinda
Em “comunicado de guerra”, assinado pelo tenente-general Alfonso Nzau, Chefe da Brigada de Maoimbe Sul, o Comando das Forças Armadas de Cabinda (FAC), dos independentistas da FLEC, anunciou hoje unilateralmente que “proíbe a todas empresas madeireiras” a continuação da exploração da floresta do Maiombe, naquele enclave angolano, por o território continuar “em guerra”. [dropcap]D[/dropcap]ado o “agravamento da segurança e confrontos” entre as FAC e as FAA, o Comando das Forças Armadas de Cabinda apela aos empresários estrangeiros que operam na indústria da madeira nas regiões de Buco Zau, Miconje, Massabi…
Leia maisDo colonialismo português
ao colonialismo do… MPLA
O MPLA, partido que “só” está no poder em Angola desde 1975, assinalou hoje a passagem dos 56 anos do ataque de nacionalistas às cadeias de Luanda defendendo aquilo que não fez durante os últimos 41 anos: “mais disciplina” e “controlo” nos gastos nacionais para acabar com as “sequelas do colonialismo”. Por Orlando Castro [dropcap]A[/dropcap]liás, devem ser essas “sequelas do colonialismo” que fizeram com que o clã, “lato sensu”, de José Eduardo dos Santos (presidente nunca nominalmente eleito e há 37 anos no poder) represente quase 100% do Produto Interno…
Leia mais“Não votar nas eleições é um dever dos cabindas”
Para marcar o 132° aniversário do Tratado de Simulambuco, de 1 de Fevereiro de 1885, a liderança política da FLEC-FAC vem chamar a atenção dos Estados-Membros da União Europeia e lembrar o Reino Unido, a França, a Bélgica e a Alemanha, países que participaram na partilha da bacia do Congo, para a necessidade de reconhecerem oficialmente Cabinda como um estado soberano. [dropcap]C[/dropcap]abinda, diz a FLEC-FAC, “é um território, povo, nação com cultura e história. Tal como acontece com Timor-Leste, Eritreia, República Sarauí.” “A FLEC-FAC não aceita a permanência de uma…
Leia maisCarta do líder da Flec aos cabindas e aos angolanos
“Caros compatriotas. Por mais de quarenta anos, o território de Cabinda é ocupado pelo governo colonialista Angolano. Quarenta anos já se passaram desde que em 1976, muitos dos Cabindenses começaram as suas novas vidas de exilados. [dropcap]D[/dropcap]urante esse tempo que caracteriza o período mais negro da nossa história, mais de uma geração do nosso povo viveu passando por incríveis dificuldades e terríveis sofrimentos. Até à data presente, a questão de Cabinda é, no entanto, sempre de actualidade. Que o governo angolano reconheça-o ou não, o mundo inteiro está completamente consciente…
Leia maisEngolir (ainda mais) sapos ou cuspir fogo?
O líder da UNITA, Isaías Samakuva, afirma que está a “engolir muitos sapos” para preservar a paz no país, face às constantes provocações que diz visarem o partido. Finalmente? Ou apenas fogo-de-vista? Por Óscar Cabinda [dropcap]O[/dropcap] líder da UNITA foi um dos convidados da conferência nacional sobre Paz, Democracia e Direitos Humanos em Angola, organizada pela Associação Mãos Livres, o Fórum das Mulheres Jornalistas e a Associação Justiça, Paz e Democracia (AJPD), que hoje decorreu em Luanda. No painel sobre a visão dos partidos políticos na manutenção da paz e…
Leia mais