A UNITA, o maior partido da oposição que o MPLA permite que exista em Angola, defende que as operações apresentadas como de segurança em curso no país são “insuficientes” para resolver os problemas estruturais do país, já que apenas atacam os “sintomas” e “não as causas profundas”. Contudo, o MPLA nunca disse que queria resolver as “causas profundas”. Se as resolvesse o partido que reina desde 1975… acabaria. [dropcap]A[/dropcap] crítica da UNITA está contida num comunicado saído da reunião do Comité Permanente da Comissão Política e relacionado com a análise…
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O MPLA gosta das cócegas
UNITA quer outra e muito distinta Operação Resgate
Até aos séculos XVII e XVIII, a revolução era entendida principalmente como rebelião: era considerada uma forma extrema de resistência contra os governantes. Desde essa época – por causa da revolução francesa, e em menor medida, da revolução inglesa de 1688 e da revolução americana, que foram pacíficas, e por causa da mudança de mentalidades que as prepara, a revolução passou a ser encarada não tanto pelo seu sentido negativo, mas pelo seu sentido positivo. Por Isaías Samakuva (*) [dropcap]P[/dropcap]assa a ser encarada não tanto como substituição de um governo…
Leia maisOGE “esquece” áreas sociais
A UNITA, o maior partido da oposição angolana, criticou hoje as baixas percentagens que a proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) de Angola para 2019 reserva para as áreas sociais, “muito abaixo” da média da SADC. Tudo normal, tudo como no tempo da outra “senhora”. [dropcap]E[/dropcap]m declarações à agência Lusa, o porta-voz e também secretário para as Relações Exteriores da UNITA, Alcides Sakala, indicou que o seu partido ainda não recebeu o documento – que hoje foi entregue pelo Governo no Parlamento – na íntegra, e que por isso…
Leia maisDe ilusão em ilusão
A UNITA, maior partido na oposição em Angola, reafirmou hoje a necessidade da construção de um Estado “verdadeiramente democrático e de direito” longe da “excessiva partidarização” das instituições, argumentando que “parece” haver essa vontade política do actual Governo. [dropcap]E[/dropcap]m declarações à agência Lusa por telefone, o porta-voz da UNITA, Alcides Sakala, referiu que o “combate cerrado” à corrupção “reafirmado ao longo dos anos” pelo seu partido, “converge” com a visão que tem sido manifestada pelo Presidente angolano, João Lourenço, é também um mecanismo para construção de um Estado democrático. A…
Leia maisCloete Breytenbach,
o fotojornalista de confiança de Jonas Savimbi
Entre 1967 e 1987, ele foi o único homem branco no seio do grupo militar da UNITA. “Comia o que eles comiam, dormia onde eles dormiam. Quiseram dar-me uma arma, mas eu disse-lhes que já tinha a minha câmara fotográfica.” Algumas das imagens que recolheu entre a guerra da independência e a guerra civil angolana, muitas delas inéditas, podem ser vistas até 10 de Novembro no Espaço Mira, no Porto (Portugal). Por Ana Marques Maia/Público [dropcap]D[/dropcap]ecorria o ano de 1966. Cloete Breytenbach contava então com 15 anos de carreira como…
Leia maisONU “segura” JLo para não passar já de bestial a besta
Hoje, as Nações Unidas deram razão aos que, como é o caso da UNITA, defendem uma renegociação da dívida pública, interna e externa, para que Angola possa investir no desenvolvimento económico inclusivo. Recorde-se que Isaías Samakuva (ver artigo aqui no Folha 8) vai mais longe ao dizer também que urge cortar “nos contratos milionários, nos roubos e nos gastos supérfluos do Governo”. [dropcap]E[/dropcap]m declarações à agência Lusa, em Luanda, à margem da cerimónia que marcou, em Luanda, o 73.º aniversário da ONU, o coordenador do Sistema das Nações Unidas (SNU)…
Leia maisOposição paleolítica
É muito mais fácil fazer uma análise à oposição quando se tem em conta o factor tempo. Quanto mais tarda e vai decorrendo, tanto melhor, e, mais fácil será fazê-la de forma criteriosa e imparcial dentro das limitações humanas. Em Angola cometeram-se, cometem-se e infelizmente cometer-se-ão equívocos e desacertos, sobretudo político-partidários, que constituem um ataque cerrado à sua débil democracia e é por isso – e se há ciência que parecendo supérflua tem uma importância desmedida – que a História é tão essencial. Por Brandão de Pinho [dropcap]J[/dropcap]oão Lourenço é…
Leia maisDívida pública foi em 2017,
diz o BNA, superior a 71%
O Banco Nacional de Angola (BNA) colocou hoje a dívida pública total do país no final do ano passado em 78.500 milhões de dólares, representando 71,04% do Produto Interno Bruto (PIB), devido à subida do endividamento interno. UNITA exige “auditoria exaustiva” à dívida e “cortes nos roubos e nos gastos supérfluos do Governo”. [dropcap]N[/dropcap]o Relatório e Contas de 2017, o BNA diz que “a dívida pública total situou-se em 78,57 mil milhões de dólares (68,9 mil milhões de euros), representando 71,04% do PIB, situando-se fora da meta de SADC de…
Leia maisUNITA tem a força da razão MPLA tem a razão da força
Desta vez pela boca do próprio líder, a UNITA insiste (em termos teóricos porque, na prática e como de costume, vai ser como o MPLA quiser) que a realização das primeiras eleições autárquicas em Angola, marcadas para 2020, devem realizar-se em simultâneo em todo o país e não de forma gradual, como defende o Governo angolano. [dropcap]I[/dropcap]saías Samakuva, lembra que as autarquias “até já existem” e que as pessoas “estão lá”. “Ninguém deve ter medo das autarquias. As autarquias locais são um factor imprescindível para o desenvolvimento harmonioso do país,…
Leia mais“Futuro de Angola depende apenas da nossa coragem!”
O líder da UNITA, Isaías Samakuva, afirmou hoje que “estão equivocados” os que, face às medidas populares tomadas pelo Presidente angolano, pensaram que o papel da oposição ficou “esvaziado”, garantindo que sucedeu o contrário. [dropcap] “E[/dropcap] stão enganados, porque é precisamente o contrário. É o Presidente da República que vem ao encontro dos anseios do povo por mudança e é assim que deve ser”, afirmou Isaías Samakuva, numa “réplica” ao discurso sobre o estado da Nação, proferido por João Lourenço, no Parlamento, a 15 deste mês. Tem razão. No entanto,…
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