O Governo socialista português (conhecido por ser o mais “traz…parente” de sempre) tem como objectivo um crescimento anual de 3% das exportações para os países lusófonos, em seis ou sete anos, disse à Lusa o secretário de Estado português da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias. Eurico Brilhante Dias referiu que para cumprir a meta estabelecida pelo executivo de as exportações nacionais atingirem um peso de 50% no Produto Interno Bruto português em meados da próxima década, seria “útil que a presença nos mercados lusófonos, quer em África, quer, em particular, no…
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Malária é o espelho de quem governa desde 1975
O director do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) de Portugal, Paulo Ferrinho, defende que a malária continua a ser um grande problema em todos os países africanos lusófonos e um desafio maior em matéria de doenças tropicais. “A malária continua a ser um grande problema em todos os países lusófonos em África, sem excepção. Não podemos dizer que a situação está controlada e, em situações de crise, como a que temos agora em Moçambique, com cheias, esperamos um agravamento da situação”, disse Paulo Ferrinho, em entrevista à agência…
Leia maisPatrono da demagogia
Há alguns dias ouvimos dizer que iam atribuir um prémio honorífico aos escritores da lusofonia que se destacarem nas publicações literários. Muitas das vezes este tipo de prémios tem por objectivo promover os organizadores, muito mais do que os homenageados. Por Veríssimo Kambiote Muitas pessoas do Bié e de outras províncias da Re(i)pública da Angola do MPLA, que estão em vias de morrer de fome ainda durante este ano, prefeririam ser premiados com comida, daquela tangível, em vez de alimentação de ficção. Rapidamente vieram ao centro da sanzala vários “intelequetuais”…
Leia maisUau! Já não somos os mais corruptos da… Lusofonia
A maioria dos países do mundo é incapaz de controlar e lutar contra a corrupção, o que está a contribuir para “uma crise da democracia à escala mundial.” A conclusão consta na edição de 2018 do Índice de Percepções de Corrupção (IPC), elaborado pela organização não-governamental Transparency Internacional (TI). Depois de ter deixado de ser o pior país na Lusofonia (é agora a Guiné-Bissau), Angola voltou a melhorar duas posições neste estudo (165.º), ainda que a pontuação seja a mesma (IPC 19). Em sentido inverso, Moçambique vê nesta última edição…
Leia maisHá muito que já era tempo…
O músico Waldemar Bastos, um dos maiores de Angola, de África e da Lusofonia, é o vencedor do Prémio Nacional de Cultura e Artes, edição 2018, nas modalidade musical, anunciou nesta quarta-feira, em Luanda, o presidente do júri, Vatómene Kukanda. Segundo o júri, o prémio foi-lhe atribuído como incentivo pelo facto de as suas composições e interpretações incidirem sobre a música revolucionária, popular urbana e clássica de dimensão nacional e internacional. Waldemar dos Santos Alonso de Almeida Bastos, conhecido como Waldemar Bastos, nasceu em M’Banza Kongo, capital da província do…
Leia maisA Portugal bastará ser protectorado de Angola?
Portugal parece ter descoberto, ontem e hoje, em Luanda, que em matéria africana vai nu. Mas vai nu há já muito tempo. Há mais de dez anos que nós, aqui no Folha 8, afirmamos isso mesmo. No entanto, honra lhe seja feita, foi preciso João Lourenço ir à Europa sem incluir Portugal, para que os políticos de Lisboa acordassem. Se é que acordaram mesmo. Por Orlando Castro “O problema é que durante muito tempo Portugal olhou só para a Europa e o Brasil olhou para o mundo inteiro”, disse em…
Leia maisGermano Almeida recebe,
no Brasil, o Prémio Camões
O Prémio Camões é hoje entregue ao escritor cabo-verdiano Germano Almeida, numa cerimónia a decorrer na Biblioteca Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, com a presença dos ministros da Cultura do Brasil, de Portugal e de Cabo Verde. O escritor foi escolhido, por unanimidade, no passado mês de Maio, na reunião do júri do Prémio Camões, em Lisboa, tendo sido destacada “a riqueza de uma obra” na qual “se equilibram a memória, o testemunho e a imaginação”. Nascido em 1945, na ilha da Boavista e a viver actualmente no…
Leia maisMemória de todos também comanda a vida, a verdade
Domingos Simões Pereira, então secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) incentivou no dia 12 de Março de 2009 a criação de uma associação de jornalistas no espaço lusófono que possa contribuir para uma maior comunicação entre os Estados membros da instituição. Até pareceu uma boa ideia. E pareceu, desde logo, porque parte de um organismo que enquanto tal não existe e, é claro, porque respeita a uma profissão – veja-se o caso português – que tende a deixar de existir. À delegação que o informou sobre…
Leia maisDesilusão Marcelista ou a primavera que não floriu
Senhoras e senhores, neste ambiente de língua portuguesa (que podia ser a castelhana, a francesa, a inglesa e, quem sabe, um dia, a língua chinesa) eu tenho o direito, o privilégio, o prazer e o condão de vos comunicar que está aberto e declarado o combate, em meu nome expresso, e por todos aqueles que, por enquanto permanecem no silêncio, pela dignidade e respeito pelas gentes do Império Emisferiano das culturas latinas, asiáticas, africanas, ameríndias e oceânicas, pela protecção, amadurecimento, desenvolvimento e expansão das suas características e dos seus interesses…
Leia maisCPLP? Mas o que é isso?
Francofonia? É claro!
Durante a visita oficial que está fazer a França, o presidente João Lourenço manifestou o interesse de Angola em ser membro da Organização Internacional da Francofonia, considerando que Paris é para o MPLA a porta de entrada na Europa. Não poderia ter sido mais claro. Por Orlando Castro João Lourenço dá (quer dar) um xeque-mate à CPLP e, não satisfeito por ver Portugal de cócoras, quer mesmo enxovalhar ao máximo o velho colonizador. Portugal começa já, aliás, a ter saudades de José Eduardo dos Santos. Revelando um enorme complexo de…
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