Algozes e traidores querem polir o genocídio de Neto

A Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP), obviamente do MPLA e não republicana e independente, pretende, depois de várias peripécias em que os algozes desempenham papel, também, de vítimas, mas por serem vampiros, pretendem polir, branquear e quase desmentir o maior genocídio praticado por António Agostinho Neto, então presidente do MPLA e da República Popular de Angola, depois da II Guerra Mundial, ao mandar assassinar e, as palavras são dele, “sem perder tempo com julgamentos”, no 27 de Maio de 1977, cerca de 80.000 cidadãos…

Leia mais

Premiar escritores… assassinos

O escritor angolano Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos) considerou hoje que Presidente de Angola, João Lourenço, deve vencer as próximas eleições, mas com margem reduzida sobre a oposição, considerando que Abel Chivukuvuku “é um bom candidato” e uma ameaça. Se alguém que fez parte da máquina assassina que engendrou o genocídio de 80 mil angolanos, nos massacres de 27 de Maio de 1977, ordenado pelo herói nacional do MPLA, Agostinho Neto, o diz… Em entrevista à Lusa em Lisboa, o escritor (que pertenceu a uma Comissão do MPLA…

Leia mais

Ter memória é nunca esquecer

Dezenas de pessoas estiveram hoje presentes na abertura do Museu do Holocausto do Porto (Portugal) que, além de um equipamento cultural, pretende relembrar e informar sobre uma tragédia que “não se pretende que volte a acontecer”. Se Angola fosse, de facto, um país à procura de uma verdadeira reconciliação e um Estado de Direito, em Luanda teríamos um museu do holocausto de 27 de Maio de 1977. Mas não. O que temos é a veneração acéfala, mas oficial, ao genocida responsável pelos massacres (Agostinho Neto), considerado pelo MPLA como herói…

Leia mais

Se o Holocausto “pode acontecer outra vez”…

O Papa Francisco assinalou hoje o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto alertando para o risco de voltar a acontecer. Fazendo nossas as palavras do Papa, o Folha 8 relembra os massacres de 27 de Maio de 1977, alertando igualmente para o risco de voltarem a acontecer. “Tenham atenção, vejam como começou esta estrada de morte, de extermínio, de brutalidade”, disse Francisco, no final da audiência geral, na biblioteca do Palácio Apostólico, realizada com transmissão online e sem fiéis devido à pandemia. O argentino chefe da Igreja Católica…

Leia mais

Criminoso do MPLA é sempre herói

O Presidente de alguns angolanos do MPLA, João Lourenço, homenageou hoje o “nacionalista” Ludy Kissassunda, manifestando “profundos sentimentos de pesar à família”, pela morte do general que foi criminoso activo nos massacres de 27 de Maio de 1977, ou não tivesse sido, entre 1975 e 1979, o director geral da DISA (Direcção de Informação e Segurança de Angola), a antiga “secreta” do MPLA/Neto, uma verdadeira organização criminosa e terrorista. Por Orlando Castro (*) João Rodrigues Lopes, conhecido como Ludy Kissassunda, morreu em Portugal no passado dia 6 de Janeiro, por…

Leia mais

Só os criminosos idolatram os genocidas

A Plataforma 27 de Maio defende que o presidente angolano, João Lourenço, na qualidade de mais alto representante da nação e do partido do poder há 45 anos, MPLA, deve pedir desculpas públicas às milhares de vítimas dos massacres ordenados por Agostinho Neto em “27 de Maio de 1977”. Por Orlando Castro (*) A proposta foi apresentada na reunião da Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP), altura em que foi feito um balanço de 2020, e contribui, segundo João Saraiva de Carvalho, ele próprio órfão…

Leia mais

Francisco Joseph Queiroz Goebbels

A candura recente do Governo só convence os incautos ou, é claro, todos os que têm o cérebro com ligação directa, e exclusiva, ao Comité Centra do MPLA. Recordemos, por exemplo, que duas dezenas de jovens activistas manifestaram-se no dia 27 de Maio de 2018 na Praça da Independência, centro de Luanda, exigindo respostas para o massacre de milhares de angolanos, em 27 de Maio de 1977, protesto travado poucos minutos depois com a civilidade táctico-policial da equipa de Eugénio Laborinho. A democracia, a liberdade e as leis “made in…

Leia mais

Reconciliar sim, branquear não!

O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, pediu hoje empenho e dedicação no processo de emissão de certidões de óbito das vítimas de conflitos políticos em Angola, falecidas entre 1975 e 2002, para disponibilização “dentro dos melhores prazos”. Francisco Queiroz discursava hoje na I sessão ordinária da Comissão de Averiguação e Certificação de Óbitos das Vítimas dos Conflitos Políticos, que marcou o início formal das suas actividades, e apelou aos membros da comissão patriotismo na “desafiante e honrosa missão”. “Solicito também empenho e dedicação na execução das…

Leia mais

No Ruanda, Agostinho Neto diz-se Theoneste Bagosora!

O primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, é considerado pelo MPLA como impulsionador da libertação da África Austral e um defensor intransigente da luta de libertação dos povos em África e no mundo. Assim disse o docente universitário Francisco Bala Francisco, em Setembro de 2017. É, portanto, certo para o MPLA que o massacre de milhares e milhares de angolanos no 27 de Maio de 1977 contribuiu para essa “libertação dos povos em África e no mundo”. Por Orlando Castro Em 2017, em declarações à Angop, a propósito da…

Leia mais

Há acontecimentos que o tempo não resolve

A ideia dos vencedores no 27 de Maio de 1977 (invocando uma ideologia que apresentavam como libertadora) de que fariam esquecer com o tempo o que se passou, não funcionou. O erro foi gigantesco. Por Domingos Lopes (*) Não se pode construir o futuro colocando pedras no passado tentando enterrar a História sem que os enterrados e os seus familiares saibam onde estão os seus entes desaparecidos. O Esquerda.net republica este texto de Domingos Lopes escrito para o dossier sobre o 27 de Maio de 1977 há 3 anos. As…

Leia mais