O Maio de 2026 foi-se. Mais um. A vala do Cemitério do 14, veio apenas acirrar mais as feridas. Romperam-se as cicatriz, de novo. A perfídia, lógica sionista continua instituição do regime. A nossa memória colectiva, foi mais uma vez, provocada, pelos “brutus”. Mas, continuaremos a resistir de coluna erecta, nunca como caracóis, até a verdade final, em memória do comandante Nito Alves e todos os mártires de 27 de Maio de 1977. Nunca os trairemos… Por William Tonet A reconciliação não é, não pode ser uma palavra vã. Tão…
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SEM JUSTIÇA, O PASSADO SERÁ SEMPRE… PRESENTE
Não sei se ter memória é, nos tempos que correm (e “nasceram” há mais de 50 anos), uma qualidade. Creio que não. Alguém disse que quem estiver sempre a falar do passado deve perder um olho. No entanto, acrescentou que quem o esquecer deve perder os dois… Eu não estou sempre a falar do passado. Enquanto não for feita justiça, o passado é, será sempre, Presente. Por Orlando Castro al como o Papa Bento XVI recordou na sua viagem a Luanda, perante quase um milhão de fiéis, as “consequências terríveis”…
Leia maisANGOLA NUNCA TEVE PENA DE MORTE
Os mercenários da mentira e perfídia, autênticos mitómanos, continuam a cruzada, para legitimar o oceano de sangue e horrores cometidos em 1977. Estamos em Maio. Aproximamo-nos do fatídico dia 27! Por William Tonet uarenta e nove anos depois, os sobreviventes não devem continuar a resignar-se com retóricas assassinas, assentes na construção de estórias vampiras, quando se requer a manutenção e defesa da verdade com H de história real. Em 2026, o país é surpreendido com a estória de através de meios sofisticados de pesquisa cadavérica, técnicos, nominalmente identificados do regime,…
Leia maisULIKA DOS SANTOS. LEMBRA-SE, PRESIDENTE?
A conferência de imprensa, em Lisboa (onde volta a estar), do Presidente João Lourenço, foi interrompida no dia 24 de Novembro de 2018 por uma órfã dos massacres, ou genocídio, do 27 de Maio de 1977, que tentava recitar um poema em memória do pai, vítima da repressão ordenada por Agostinho Neto, presidente do MPLA. Recordam-se? Nós recordamos. Por Orlando Castro Presidente angolano, João Lourenço, permitiu a intervenção, mas não autorizou que declamasse o poema, considerando, pouco depois, questionado pelos jornalistas, que o caso de 27 de Maio de 1977…
Leia maisMPLA NÃO CONSEGUIU MASSACRAR A VERDADE
Do alto da sua torre de divina sabedoria, o Presidente do MPLA (por inerência também Presidente da República, general João Lourenço, ordenou a criação de uma comissão para elaborar um plano geral de homenagem às vítimas dos conflitos políticos que ocorreram em Angola entre 11 de Novembro de 1975 a 4 de Abril de 2002. Para mostrar a equidade, a equidistância e a imparcialidade da iniciativa, integraram a comissão elementos da sua confiança, todos do MPLA. Aplaudamos, irmãos! Por Orlando Castro egundo uma nota da Casa Civil do Presidente da…
Leia mais«NUVEM NEGRA – O DRAMA DO 27 DE MAIO DE 1977»
A obra Nuvem Negra – O Drama do 27 de Maio de 1977, da autoria de Michel (pseudónimo de Miguel Francisco), será apresentada no dia 27 de maio de 2025, às 19h00, na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa. Esta nova edição, publicada pela Perfil Criativo | AUTORES.club, resgata um dos testemunhos mais pungentes da história recente de Angola. evento contará com a presença do autor, que atravessou um dos capítulos mais sombrios do pós-independência angolano: os campos de concentração resultantes da repressão desencadeada após os acontecimentos do 27 de Maio…
Leia maisSER CONIVENTE TAMBÉM É CRIME
A Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço, exortou a juventude angolana a reflectir sobre os “ensinamentos bíblicos” deixados pelo maior genocida da história de Angola, Agostinho Neto, de modo a tornarem-se bons filhos, cidadãos e patriotas e – a fazer fé no exemplo do assassino – estarem sempre prontos a mandar, como aconteceu nos massacres de 27 de Maio de 1977, assassinar milhares e milhares de angolanos. Por Orlando Castro na Dias Lourenço, que discursava este sábado na cerimónia de lançamento do livro (de cariz religioso e de panegírico ao…
Leia maisESPÍRITO DE MAIO DEVE RESISTIR OS ALGOZES E VENDE-PÁTRIAS
O 27 de Maio está a chegar. Mais um aniversário. 47 anos! Muita reflexão dos sofredores. Das vítimas, espoliados nos seus direitos fundamentais. O Executivo do MPLA, deveria, em 2024, INDEMNIZAR as vítimas do 27 de Maio de 1977, com milhões de penitência, humildade e VERDADE, sobre o bárbaro genocídio cometido sob a liderança de Agostinho Neto. Por William Tonet regime teimando não desconectar o cérebro dos intestinos, insiste na arrogância mentirosa de equiparar os acéfalos assassinos da polícia política de Agostinho Neto, que assassinou 80.000 (oitenta mil) inocentes com…
Leia maisA MENTIRA DA PALMEIRA NO GENOCÍDIO DE MAIO
O 27 de Maio de 1977 aproxima-se (faltam cerca de três meses) de mais um aniversário. 46 anos de lembranças, memórias, angústias, resiliência e, fundamentalmente, memória. Muita! Uma memória que obriga os sobreviventes e vítimas, do maior genocídio de viés político, cometido por Agostinho Neto e o MPLA/Estado, a cerrarem fileiras, resistir as intrigas e divisões, engendradas pelos inimigos da história, em nome da preservação da VERDADE SOBRE A BARBÁRIE. Precisamos verdadeiramente de traçar uma pauta de maior unidade, para a permanente e blindada defesa da memória daqueles companheiros, camaradas…
Leia maisNéscios querem sangue
O MPLA (partido que “só” está no poder em Angola desde 1975) está a viver o seu estertor (momento que antecede a morte, agonia) político de domínio absoluto, de único partido numa “democracia” de vários partidos. O seu órgão oficial (Jornal de Angola) é a prova provada disso. Por Orlando Castro Quando foi publicado o livro “Agostinho Neto – O Perfil de um Ditador – A História do MPLA em Carne Viva”, do historiador luso-angolano Carlos Pacheco, o MPLA disse: “A República de Angola está a ser vítima, mais uma…
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