Nas ditaduras a luta é, terá de ser sempre, contínua

Um ataque terrorista de extremistas islâmicos, em Paris, contra o semanário satírico Charlie Hebdo, no dia 7 de Janeiro de 2015, fez vários mortos, entre os quais alguns jornalistas. Mataram alguns mensageiros. A liberdade, essa continua viva. Por Orlando Castro [dropcap]F[/dropcap]oi há dois anos. Assassinaram jornalistas e polícias, em Paris, num atentado contra o semanário “Charlie Hebdo”. Foi também um ataque contra a liberdade de expressão. Foi visto assim por muitos, alguns apenas como forma de cumprirem uma formalidade politicamente correcta. Mesmo em países não muçulmanos o lamento sabe a…

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Porque é que eles mandam matar inocentes?

Roubam! Destroem! Assassinam! Esta é a máxima de 41 anos de regime. Os vampiros assassinaram Weza, mais uma zungueira inocente. Os mandantes, quais covardes da pior estirpe, remeteram-se ao silêncio. E porquê? Por ela ser pobre, preta e de apelido, Ngola, enquadrando o descaso da sua vida, num infame comunicado da Polícia. Por William Tonet [dropcap]S[/dropcap]anguinários! Este é designativo que, apesar de benévolo, melhor qualifica os responsáveis. O 2016 foi um ano marcante, pela negativa, com muitos lares marcados pelo desemprego, fome, miséria e luto, face à incompetência (na circunstância…

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Média versus direitos fundamentais

É uma honra poder estar num meio tão distinto como é este da classe jornalística para, entre nós, distantes da visão partidocrata, à qual muitas vezes nos subjugamos, valorar, discutir e aprofundar a doutrina, num dos seus habitat. Por William Tonet (*) [dropcap]P[/dropcap]or isso sou impelido a recordar um dos grandes pensadores e filósofo francês (27.02.13 -20.05.2005), Paul Ricoeur: “Aquilo que se pensa ser bom é a ética. Aquilo que se impõe como obrigatório é a moral”. Perguntaram-me as razões de ter aceite participar neste debate. A resposta foi a…

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CASA-CE destaca papel de Tonet

Ao fazer o balanço do 2º Congresso Ordinário da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), a direcção da comissão organizadora do Conclave mostrou admiração, congratulando-se com o trabalho empreendido pelo militante William Afonso Tonet em prol da criação de condições para a realização do congresso, que teve lugar entre os dias 6 e 8 de Setembro do corrente ano, na Tenda do Hotel de Convenções de Talatona (HCTA), em Luanda. [dropcap]S[/dropcap]egundo Félix Miranda, director de comunicação e imagem da Presidência, apesar da CASA-CE não possuir muitos…

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Carta aberta a Rafael Marques e William Tonet

“Eu sinto uma enorme revolta cada vez que leio as vossas reportagens e opiniões na Comunicação Social. Nota-se perfeitamente que vocês não foram alunos, nem são discípulos, do professor de Educação Patriótica especialista em fugas dos casinos do Mónaco, da justiça brasileira e empresário de eventos. [dropcap]C[/dropcap]omo é que vocês se atrevem a criticar o re(i)gime de José Eduardo dos Santos se nem sequer vivem em Angola? O Luís Fernando disse que os críticos do o re(i)gime vivem, principalmente, em Portugal. Penso que vocês não residem nas Torres do Estoril,…

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Parecer jurídico sobre a proposta de lei de Amnistia do Presidente da República

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, na condição de Titular do Poder Executivo, com a legitimidade conferida pela Constituição de 2010, enviou no mês de Julho de 2016, à Assembleia Nacional, uma proposta de lei de amnistia, após aprovação no Conselho de Ministro (órgão auxiliar do Titular do Poder Executivo). Por Dr. William Tonet (*) [dropcap]P[/dropcap]or esta razão, há duas formas de se analisar esta controversa proposta de amnistia: uma mais literal e outra mais sistemática. Vejamos: a) Na realidade, o Presidente da República, neste sistema cesarista napoleónico,…

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Luís Nascimento acusa:
Justiça angolana é perversa

Luís Nascimento é um dos advogados dos jovens activistas políticos conhecidos por 15+2 e que, nesta altura, estão em liberdade com Termo de Identidade e Residência. A sua libertação, embora provisória, mostrou a fibra profissional, a ética e o respeito pela Constituição e pelas leis do Dr. Luís Nascimento e dos seus pares que, reconheça-se, honraram a Justiça e são dignas de algo que, infelizmente, Angola ainda não é: um Estado de Direito Democrático. Por William Tonet Folha 8 – Dr. Luís Nascimento, parece que ainda não consegue medir a…

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Em honra dos activistas
e em honra da liberdade

Dezenas de pessoas, entre as quais o nosso Director, William Tonet, concentraram-se hoje em Lisboa para assinalar o primeiro aniversário da detenção dos 17 activistas angolanos, numa iniciativa convocada pelas redes sociais e também programada para diversas cidades angolanas. [dropcap]A[/dropcap]o final da tarde, em plena praça do Rossio, uma instalação de três painéis que imitavam as paredes de tijolo de uma prisão com janelas de grades, com as frases num cartaz amarelo ‘Liberdade de expressão em Angola’, ‘Libertem os activistas!’ e uma vela contornada por arame farpado, assinalavam a presença…

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Do Cauango a Bicesse

Ao que parece, fazendo fé na verdade oficial do regime, continua a ser crime (talvez contra a segurança do Estado) o facto de esse acordo do Alto Cauango ter sido mediado, em 1991, por um autóctone angolano, com cultura do Sul e que pensa pela sua própria cabeça, William Tonet. [dropcap]N[/dropcap]ão adianta o MPLA, o regime e outros sipaios que se julgam donos da verdade, “esquecerem” a verdade dos factos. Eles são exactamente isso, factos. E um deles, o de ter sido um angolano a mediar pela primeira vez o…

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“Juízes são uns coitados”

Marcolino Moco, antigo primeiro-ministro de Angola, afirmou hoje que os órgãos judiciais em Angola estão “manietados” pelo regime de José Eduardo dos Santos e que os juízes “são uns coitados”, uma vez que não conseguem combater a “manipulação”. [dropcap]C[/dropcap]ontactado telefonicamente pela agência Lusa, Marcolino Moco, hoje advogado e crítico do regime angolano, comentava a decisão do Tribunal de Luanda, que, num edital publicado hoje no Pravda do regime (Jornal de Angola), o incluiu numa lista de pessoas a ouvir no quadro do julgamento/farsa dos 17 activistas angolanos acusados de, entre…

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