No próximo dia 16, sexta-feira, pelas 16 horas, na União dos Escritores de Angola, será apresento o livro “Cartilha do Delegado de Lista”, de William Tonet. A apresentação da obra, da Editora FVIII, estará a cargo do advogado Inglês Pinto, ex-bastonário da Ordem de Advogados de Angola. Segundo Caetano de Sousa, antigo Presidente da Comissão Nacional Eleitoral, “a Cartilha do Delegado de Lista de que William Tonet é autor abrange todo o processo de votação em linguagem acessível, acompanhado de banda desenhada. É cartilha acessível a todo o cidadão eleitor…
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William Tonet demite-se da
vice-presidência da CASA-CE e não integrará listas
Na política ainda existe, pese a podridão que grassa em muitos palcos, nobreza, princípios e valores. Amiúde sinto uma certa frustração, não com ela (política), mas com determinados políticos de pacotilha, que a intoxicam. E, quando os valores são premeditada e dolosamente violados, os íntegros, em nome da coerência, justiça, imparcialidade e democracia, por defensores de projectos, andam em sentido contrário. Por William Tonet (*) Não tem sido prática trazer à praça pública questões internas, não resolvidas, nas organizações, no caso na CASA-CE, mas estando a injustiça, a calúnia e…
Leia maisNada tenho contra ele.
Ele tem tudo contra mim
O político de pacotilha é fértil em imaginação, principalmente se bajuladora a favor de um bajulado, obtusamente maldoso, ao ponto de considerar ser alguém capaz, de no seu juízo perfeito, de atentar contra a própria vida. “Estes dois acidentes você forjou para prejudicar o camarada Presidente e o Governo do MPLA, junto do teu governo americano. Você como agente da CIA tens muita capacidade e treinamento para fazer isso”, disse um acólito bajulador do reino da Segurança de Estado de sua majestade. Por William Tonet Na realidade não sabia ser…
Leia maisHá um antes F8 e um depois F8
O aparecimento da imprensa em Angola data de 1845, contando-se 46 títulos na passagem do século passado. Pormenor de nota é a referência a jornais produzidos por “angolenses”, o termo usado na altura para os naturais de Angola, por oposição aos colonos provenientes de Portugal. O primeiro jornal numa língua nacional “O Kimbundu” foi feito em Nova Iorque, em Fevereiro de 1896. O aparecimento do diário A Província de Angola (PA) em 1923 é considerado como o início da imprensa comercial e de circulação regular. Em 1936 surge o Diário…
Leia maisCarrascos voltaram a falhar
Vários amigos perguntaram-nos, na passa terça-feira (dia 7), se era verdade que o nosso Director, William Tonet, sofrera um atentado e que estaria gravemente ferido. Não era totalmente verdade. Ou seja, sofreu um atentado mas foi no dia seguinte e saiu ileso. Coincidências. Por Orlando Castro A pergunta desses nossos amigos baseava-se no que, em Luanda e em círculos próximos do regime, se comentava à boca pequena. Foi um mal-entendido, concluímos nesse dia, terça-feira. No entanto, habituados a estas coisas, ficamos a pensar que por regra não há fumo sem…
Leia maisLindo Bernardo Tito
– “mercenário chiclete”
Seja em que língua for, existe um provérbio transversal às pessoas de bem e às sociedades mais íntegras, que diz que quem não se sente não é filho de boa gente. Nós aqui no Folha 8 temos orgulho em sermos filhos de boa gente e, por isso, não admitimos que um escroque venha pôr em causa a honorabilidade do nosso Jornal nem das pessoas que aqui trabalham em prol do Povo angolano. Daí este texto. Por Orlando Castro De entre uma enciclopédia de crimes morais e éticos de Lindo Bernardo…
Leia maisAtirar a pedra e esconder a pata
O nosso Director, William Tonet (que se encontra no continente americano) foi hoje alertado para um texto que, alegadamente, teria escrito e colocado na sua página pessoal do Facebook. Embora as pessoas minimamente atentas percebam de imediato que se trata de uma torpe montagem, importa não deixar passar em claro a abjecta atitude deste, ou destes, energúmeno que do meio do seu habitat (os esgotos da sociedade) resolveu atirar a pedra e esconder a pata. Por Direcção do Folha 8 Importa esclarecer os símios detractores, desesperados e intriguistas, certamente (re)compensados…
Leia maisPorque José Eduardo dos Santos me persegue tanto?
Estou a viver as primeiras horas, na semana do primeiro mês do ano 2017, na expectativa, ainda que improvável, de assistir uma governação mais coerente, responsável e cidadã, pelo menos nos aspectos fundamentais, como o Direito à vida. Por William Tonet Sou céptico. O ADN do Titular do Poder Executivo, parecer não ter a latitude de estender a mão a quem não gravite em torno do seu cordão umbilical, mesmo quando em causa está algo de muito mais nobre: Angola e os angolanos. Se o conseguisse, ou fosse sensível a…
Leia maisNas ditaduras a luta é, terá de ser sempre, contínua
Um ataque terrorista de extremistas islâmicos, em Paris, contra o semanário satírico Charlie Hebdo, no dia 7 de Janeiro de 2015, fez vários mortos, entre os quais alguns jornalistas. Mataram alguns mensageiros. A liberdade, essa continua viva. Por Orlando Castro Foi há dois anos. Assassinaram jornalistas e polícias, em Paris, num atentado contra o semanário “Charlie Hebdo”. Foi também um ataque contra a liberdade de expressão. Foi visto assim por muitos, alguns apenas como forma de cumprirem uma formalidade politicamente correcta. Mesmo em países não muçulmanos o lamento sabe a…
Leia maisPorque é que eles mandam matar inocentes?
Roubam! Destroem! Assassinam! Esta é a máxima de 41 anos de regime. Os vampiros assassinaram Weza, mais uma zungueira inocente. Os mandantes, quais covardes da pior estirpe, remeteram-se ao silêncio. E porquê? Por ela ser pobre, preta e de apelido, Ngola, enquadrando o descaso da sua vida, num infame comunicado da Polícia. Por William Tonet Sanguinários! Este é designativo que, apesar de benévolo, melhor qualifica os responsáveis. O 2016 foi um ano marcante, pela negativa, com muitos lares marcados pelo desemprego, fome, miséria e luto, face à incompetência (na circunstância…
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