Uau! 43 anos depois o MPLA aceita exemplos coloniais

O ministro do Desenvolvimento de Angola, Manuel Nunes Júnior, considera que o modelo de distribuição e comercialização de produtos no tempo colonial tinha elementos positivos que devem ser usados como exemplo para os dias de hoje. Demorou 43 anos e, embora de forma tímida e ainda complexada, o MPLA chegou lá. Num debate com deputados para apresentar o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022, o ministro Manuel Nunes Júnior reconheceu a necessidade de uma rede de distribuição capaz de assegurar as necessidades do país. “Para todos nós que estudamos história…

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Do turismo potencial
à potência da gasosa

Apenas um pequeno preâmbulo neste primeiro parágrafo: desde que fui honrado com o privilégio de escrever regularmente uma – chamemos-lhe crónica, aceitei de imediato porque me deram liberdade total e também porque me revejo na filosofia e conduta do Folha 8 apesar de discordar de algumas poucas coisas e de não ser angolano nem descendente de angolanos, o que compenso com a minha visão de um V Império sonhado pelo Padre Vieira, consubstanciado por Pessoa e amadurecido com Agostinho da Silva, e que vai do Minho até Timor como disse…

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Oxalá que substituir comida por armas dê certo

O cenário da tribo política dominante, pese a transição, na liderança, não dá sinais de ter um plano coerente de reforma da angolanidade e do poder do Estado, para saída da podridão partidocrata, que desde 1975, atolou o país. Por William Tonet À época (1975), aqueles que consideramos nacionalistas, patriotas e revolucionários socialistas, excluíram, completamente, a cidadania social, substituindo-a, pela cidadania partidocrata do MPLA, apresentada como a melhor, por ser de cariz socialista. Com chavões de esquerda, proletarizaram as mentes da maioria dos cidadãos, numa pretensa igualdade, induzindo-os a odiar…

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Uma relação agridoce

A propósito da contínua e acelerada peregrinação de políticos portugueses a Angola, o Folha 8 inicia hoje, com um texto do Professor Universitário e Deputado da UNITA eleito pelo Círculo Eleitoral Provincial de Cabinda, Raul Tati, a publicação de uma série de artigos sobre este tema. «Desde que Angola se tornou um Estado soberano em 1975 a ruptura com a antiga potência colonial – num contexto político marcado pelo fervor revolucionarista quer na Metrópole, quer em Angola – desenvolveu-se uma espécie de ”complexo de culpa” por parte dos descolonizadores e…

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Que tal aprendermos com
os exemplos dos colonos?

Uma doação de 189.190 euros (49,253 milhões de kwanzas) para financiar a produção de café na província de Cabinda foi entregue pelo Fundo de Apoio Social (FAS) e a União Europeia (UE). No café, como no ferro, nos diamantes, na agricultura etc. qual foi o legado deixado pelos portugueses? A São beneficiários directos do financiamento da EU as organizações Baiona, Cooperativa Agrícola dos Cafeicultores de Buco Zau e a empresa AM Consulting, cujos projectos foram aprovados de um total de sete seleccionados. A União Europeia vai apostar no sector da…

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Visão neocolonial do MPLA

O partido no poder, MPLA numa clara visão neocolonial continua de mãos dadas com uma abjecta e persistente incoerência histórica. Por um lado, diz ser Angola independente de Portugal e constituir um novo ente jurídico internacional, no concerto das nações mundiais, desde 11 de Novembro de 1975, quando abdicou, “de jure” de ser província, para se converter em República Popular de Angola. No entanto, “de facto” a realidade é diferente, em função dos complexos da maioria dos altos dirigentes do MPLA, que por tudo e por nada, adoptam e copiam…

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