FLEC/FAC condena “acções bárbaras e selváticas”

Em comunicado enviado ao Folha 8, a FLEC/FAC “condena energicamente o comportamento e os actos bárbaros do governo angolano que pratica a lei selvática da opressão contra as populações indefesas no território de Cabinda”. [dropcap] “M[/dropcap] ais uma vez alertamos a comunidade internacional e especialmente os Estados Unidos da América, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Portugal, União Europeia e União Africana, sobre o maior risco de represálias que as populações indefesas de Cabinda atravessam neste momento, depois das acções militares que tiveram lugar ultimamente no território entre as Forças Armadas agressoras angolanas…

Leia mais

“Luanda oprime Cabinda pela força. A FLEC/FAC defende Cabinda pela força”

[dropcap]E[/dropcap]m entrevista exclusiva ao Folha 8, Jean Claude Nzita, porta-voz da FLEC/FAC, fala da realidade actual, da repressão imposta pelo regime de Eduardo dos Santos e das aspirações do povo de Cabinda. Arrasa a posição portuguesa (“Portugal é agora uma colónia sem escrúpulos”) e diz que a CPLP “é uma organização politicamente impotente”. Por Orlando Castro Como vê a actual situação de Cabinda, nomeadamente quanto aos direitos e garantias dos cidadãos? Angola priva o povo de Cabinda do seu direito à autodeterminação. Privando o povo de Cabinda a este direito…

Leia mais

FLEC recorda a Portugal Tratado de Simulambuco

O Tratado de Simulambuco assinado a 1 de Fevereiro de 1885 é considerado pelos cabindas como um tratado de Direito Internacional que lhes dá a possibilidade de reivindicar a sua soberania. [dropcap]E[/dropcap]is, na íntegra, o comunicado da FLEC, assinado pelo seu porta-voz, Jean Claude Nzita, e hoje recebido na Redacção do Folha 8. “Na ocasião da celebração do 131º aniversário do Tratado Luso-Cabindês de Simulambuco, assinado a 1 de Fevereiro de 1885 e validado durante a Conferencia de Berlim, a FLEC recorda, ao Governo Português que o Tratado de Simulambuco…

Leia mais

ONU exige libertação imediata de José Marcos Mavungo

O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenções Arbitrárias (UNWGAD) exige a “libertação imediata” do activista dos Direitos Humanos angolano José Marcos Mavungo, considerando “arbitrária” e “violadora” da lei internacional a detenção e condenação. [dropcap]N[/dropcap] um comunicado, a instituição da ONU, além de exigir a libertação, pede ao Governo de Luanda que pague uma indemnização a Marcos Mavungo, detido em Março de 2015 sob a acusação de “rebelião” por ter organizado uma manifestação para protestar pacificamente contra as violações aos Direitos Humanos e a “má governação” em Cabinda. “A…

Leia mais

Cabinda é livre para ser o que já é: colónia do regime

Resposta à proibição da marcha pacífica que teria lugar no dia 12/12/2015 em saudação ao 67º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamado no dia 10/12/1948. [dropcap] “O[/dropcap] s signatários da marcha abortada pelo Governo Provincial de Cabinda, vimos pela presente nótula informar, a Vossa Excelência Dra. Aldina Matilde da Lomba Catembo, governadora da Província, de que, a Sociedade Cível de Cabinda, impugna veementemente a decisão saída por intermédio deste Órgão da Administração Local do Estado, por ter proibido uma eventual marcha pacífica que pretendíamos realizar em saudação ao…

Leia mais

Diocese de Cabinda está há um ano sem bispo diocesano

Desde a nomeação do D. Filomeno Vieira Dias para o cargo de Arcebispo Metropolita de Luanda, a 8 de Dezembro de 2014, a Diocese de Cabinda continua com o estatuto canónico de “sede vacante”, assistida pastoralmente por um Administrador Apostólico na pessoa do assim designado Bispo demissionário. Por Raul Tati Professor de Relações Internacionais [dropcap]I[/dropcap] sto significa em termos miúdos que a Diocese está sob “governação” directa da Santa Sé até que se eleja o sucessor de D. Filomeno. Ora, a sucessão pode acontecer dentro de seis meses, segundo a…

Leia mais

Na Igreja Católica a verdade tem prazo de validade?

Filomeno do Nascimento Vieira Dias passa a ser o presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), em substituição de Gabriel Mbilingue, arcebispo do Lubango. É, creio, altura para ir à memória buscar factos que importa não esquecer. Desde logo porque a verdade não prescreve. Por Orlando Castro [dropcap]E[/dropcap] mbora de vez em quando surjam revoltas dentro da própria Igreja Católica, certo é que a sua hierarquia em Angola continua a fazer o jogo do regime, esquecendo que o rebanho é que precisa de ser protegido. Contrariando os…

Leia mais

MPLA ataca em Ponta Negra

O que está a acontecer em Ponta Negra é obra do Governo do MPLA, que já há algum tempo tem infiltrado, nessa região um efectivo de 200 homens das forças de segurança. [dropcap]T[/dropcap] rata-se de uma infiltração secreta, dos serviços secretos de José Eduardo dos Santos, mais exactamente na cidade portuária de Ponta Negra, Região de Kouilou. A FLEC/FAC duvida que essa presença tenha apenas a ver com a perseguição dos seus homens. “Do nosso ponto de vista, há qualquer outra coisa que está na cabeça de José Eduardo dos…

Leia mais

Um Tribunal partidário ou uma justiça “colonial”

Em Angola, numa altura em que o regime se pavoneia em apresentar um balanço positivo dos 40 anos de governação, no pós-independência, na justiça o gráfico é altamente assustador. Negativo. Diabólico. Por William Tonet [dropcap]E[/dropcap] m pleno século XXI, o país posiciona-se abaixo do sistema implantado por Luís XIV, em França onde a restrição das liberdades, violação dos direitos humanos e assassinatos de opositores, estava, intrinsecamente, ligada a mente tacanha e ao discricionarismo do rei, que condenava a seu bel-prazer todos que não o bajulassem e a sua corte. Nessa…

Leia mais

“Diante de Deus, de joelhos.
Diante dos homens, de… pé”

O regime angolano continua a usar a razão da força para calar, para prender, para assassinar a força da razão na sua colónia de Cabinda. Tal e qual como Portugal fazia em relação a Angola. A ONU, a CPLP, calam-se. Portugal põe o rabinho entre as pernas e olha para o lado. Por Orlando Castro [dropcap]H[/dropcap] á alguns anos, no limiar do novo milénio, o governo belga apresentou ao Povo da República Democrática do Congo desculpas formais e oficiais pelo seu envolvimento no assassinato de Patrice Lumumba, herói da independência…

Leia mais