Os 17 activistas angolanos condenados a penas de prisão por – entre outras farsas – suposta e nunca provada rebelião realizam na quarta-feira uma conferência de imprensa para explicarem o “encarceramento bárbaro” que viveram e que, como se sabe, faz parte do ADN do regime de sua majestade o rei José Eduardo dos Santos. Por Orlando Castro O evento vai acontecer no mesmo dia em que arranca o congresso do MPLA para reeleição de José Eduardo dos Santos. É, aliás, uma justa homenagem ao “querido líder”, ao “escolhido de Deus”…
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Activista meliantes,
Polícia do regime rapta esposa de Luaty Beirão
A Polícia Nacional foi acusada de ter hoje raptado nas imediações do Tribunal Provincial de Luanda, no Benfica, durante cerca de três horas, a cidadã Mónica de Almeida, a esposa do activista Henriques Luaty da Silva Beirão, um dos jovens envolvidos no caso dos 15+2 acusados e condenados por supostos e nunca provados actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores. Por Pedrowski Teca Mónica Almeida foi posteriormente localizada na esquadra policial do bairro Nova Vida, em Luanda, onde a Polícia Nacional admitiu aos familiares tê-la confundido com uma assaltante.…
Leia mais“Amnistia é mero expediente”
O activista e jornalista angolano Rafael Marques disse hoje que a amnistia para crimes com penas até 12 anos, aprovada pela Assembleia Nacional, é um “expediente político” para “aliviar a pressão” sobre o Presidente José Eduardo dos Santos. A medida poderá ser aplicada já em Agosto a 8.000 condenados, por crimes cometidos até 11 de Novembro de 2015 – com excepção dos de sangue ou sexuais -, mas Rafael Marques diz que “serve também para tentar dar uma folga ao sistema judicial”, que ficou “totalmente exposto como um mero acessório…
Leia maisUNITA dá o dito por não dito
A UNITA disse hoje que uma “sobreposição” de eventos provocou a indisponibilidade do complexo que possui nos arredores de Luanda para acolher, como estava anunciado, uma conferência de imprensa promovida pelos 17 activistas condenados por suposta e nunca provada rebelião. A informação foi prestada pelo porta-voz da UNITA, Alcides Sakala, depois de os 17 activistas terem anunciado o adiamento do evento, por não ter sido autorizada a utilização do complexo Sovsmo, nos arredores de Luanda, propriedade do maior partido da oposição angolana, contrariamente ao previsto anteriormente. Dizem os activistas: “As…
Leia maisA luta continua.
A vitória é certa
Os 17 activistas angolanos condenados a penas de prisão por suposta e nunca provada rebelião e libertados por decisão do Tribunal Supremo realizam quarta-feira, em Luanda, uma conferência de imprensa para, dizem, explicar o “encarceramento bárbaro” que viveram no último ano. Os activistas, detidos a 20 de Junho de 2015, foram condenados em 28 de Março último a penas entre 2 anos e 3 meses e os 8 anos e meio de prisão, também por suposta associação de malfeitores, tendo sido libertados a 29 de Junho, na sequência de um…
Leia maisSupremo deu ordem para devolver bens dos activistas
O Tribunal Supremo de Angola notificou já o juiz da causa do julgamento dos 17 activistas angolanos, condenados em Março e libertados no final de Junho, para a restituição imediata dos bens arrolados ao processo. A informação foi hoje prestada pelo secretário judicial daquele tribunal, Garcia Sumbu, a cinco dos 17 activistas em liberdade condicional, que se deslocaram igualmente à Procuradoria-Geral da República de Angola, para exigir a devolução dos meios apreendidos, há um ano, por altura da sua detenção. O grupo, composto pelos activistas Luaty Beirão, Mbanza Hanza, Benedito…
Leia maisSe tiver vergonha, juiz muda de profissão (e de país)
O Tribunal Supremo (TS) angolano critica duramente o juiz Januário Domingos, responsável pela farsa a que se chamou julgamento e que a 28 de Março condenou 17 activistas angolanos até oito anos e meio de prisão. O TS acusa a figura (juiz) de ter contribuído para os meses de prisão destes jovens. A posição surge no acórdão sobre o “habeas corpus” apresentado pela Defesa dos activistas a 1 de Abril, pedindo a libertação, mas que só em Junho chegou às mãos do Supremo para analisar e que ordenou a soltura…
Leia maisLuís Nascimento acusa:
Justiça angolana é perversa
Luís Nascimento é um dos advogados dos jovens activistas políticos conhecidos por 15+2 e que, nesta altura, estão em liberdade com Termo de Identidade e Residência. A sua libertação, embora provisória, mostrou a fibra profissional, a ética e o respeito pela Constituição e pelas leis do Dr. Luís Nascimento e dos seus pares que, reconheça-se, honraram a Justiça e são dignas de algo que, infelizmente, Angola ainda não é: um Estado de Direito Democrático. Por William Tonet Folha 8 – Dr. Luís Nascimento, parece que ainda não consegue medir a…
Leia maisAo Estado o que é do Estado e ao Povo o que é do Povo
As mães de 17 activistas angolanos, condenados por suposta e nunca provada rebelião e libertados provisoriamente na quarta-feira, iniciaram uma campanha internacional de recolha de fundos exclusivamente para pagar os uniformes prisionais dos filhos, agora acusados da sua destruição. Em causa estão frases de contestação ao Presidente (nunca nominalmente eleito e no poder desde 1979) José Eduardo dos Santos, ao sistema judiciário e à governação o país (a mesma desde 1975), que os 15 activistas (duas jovens só foram conduzidas à cadeia após a condenação) escreveram nos uniformes dos serviços…
Leia maisCASA-CE comenta libertação dos activistas
O Conselho Presidencial da CASA-CE tomou hoje posição, em comunicado, sobre a decisão do Tribunal Supremo de Luanda sobre o processo conhecido por 15+2 e da qual resultou a libertação dos detidos. Eis o comunicado: “O Conselho Presidencial da CASA-CE ao tomar contacto com o comunicado emitido pela Secretaria Judicial da Câmara Criminal do Tribunal Supremo de Luanda, datado de 28 de Junho que dá Provimento a Providência de Habeas Corpus exarada pelo mesmo Tribunal, e consequentemente a emissão dos respectivos mandados de soltura dos jovens do processo conhecido 15+2…
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