O rei das Lundas, autoridade máxima fora do Estado daquelas províncias do norte de Angola, afirma que os detentores do poder tradicional devem defender o seu povo, e não os partidos, e defendeu que devem ser mais ouvidos pelos políticos. Muatchissengue Wa Tembo, o título real usado por José Estêvão, de 42 anos, que representa o povo Tchokwe argumentou que a existência de legislação específica para regular as autoridades tradicionais e a sua relação com o Estado seria benéfica até para afastar usurpadores, que têm sido usados, nas Lundas e…
Leia maisCategoria: Política
O IMPARÁVEL LÍDER DO MPLA
O presidente do MPLA (partido no Poder há 46 anos), Presidente da República e Titular do Poder Executivo, João Lourenço, reafirmou ontem pela milésima vez, a aposta da sua seita na defesa, ampliação e consolidação dos avanços sociais já conquistados. Informação pedagógica ao Departamento de Informação e Propaganda do MPLA e respectivas sucursais (ERCA, PGR, CNE, Tribunal Constitucional, etc.). Seita: Grupo organizado que tem ideias ou causas em comum = Bando, Partido. Ao discursar na abertura da XIII Conferência Ordinária Provincial de Luanda, que reconduziu um deus mais emblemáticos peritos,…
Leia maisCOM O MPLA NADA SE PERDE, (QUASE) TODOS SE COMPRAM
Em Março de 2019, Rafael Marques afirmou que a retirada das queixas contra o antigo gestor do fundo soberano de Angola, Jean-Claude Bastos de Morais, foi “a primeira declaração oficial de impunidade” concedida pelo presidente João Lourenço. Mas como com este MPLA tudo (ou quase) tem preço, se calhar o seu Presidente vai reactivar o Ministério da Comunicação Social. E potencial ministro já tem… Rafael Marques investia em – como diz o povo – “mijar fora do penico” do novo presidente. No entanto, João Lourenço fez com que ele acertasse…
Leia maisDEMOCRACIA SIGNIFICA MPLA E NÃO GOVERNO DO POVO
O alerta é da rede de sondagens Afrobarometer, que numa investigação recente dá conta que 34 países africanos têm uma média de apenas 37% cidadãos satisfeitos com a democracia. Em Angola, a média é de 17%. Mesmo em Angola é um bom resultado. Desde logo porque julgam que a democracia se resume à existência (embora controlada por todos os meios, legais ou não) de vários partidos. Menos de quatro em cada dez cidadãos africanos estão satisfeitos com o funcionamento da democracia nos seus países, uma média que está a piorar…
Leia maisDE JOÃO PINTO A FILIPE ZAU
No dia 28 de Janeiro de 2015, o ex-vice-reitor para os Assuntos Académicos, ex-decano, ex-vice-decano, ex-conselheiro do ex-reitor e ex-docente da Faculdade de Direito da Universidade Independente de Angola (UnIA), João Pinto Manuel Francisco, criticou severamente o reitor da mesma universidade, Filipe Silva de Pina Zau na sua página de “Facebook”. O docente e deputado, entre outras “pintacoadas” escreveu o seguinte: “(…) o Doutor Filipe Zau mostrou claramente que ser pedagógico pode convir para o ensino primário ou médio, mas na Universidade implica cientificidade, humildade, debate permanente, liberdade e tradição”…
Leia maisFILIPE ZAU SUBSTITUI JOMO FORTUNATO
O Presidente angolano, João Lourenço, exonerou hoje o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, que vai ser substituído pelo académico Filipe Zau (foto). O decreto, divulgado pela Casa Civil do Presidente refere que Jomo Fortunato, que tinha sido nomeado para o cargo em Novembro de 2020, foi exonerado por conveniência de serviço. Jomo Fortunato, jornalista da área cultural e professor universitário, sucedeu à bióloga Adjany Costa, a primeira ministra a assumir a tutela das três pastas que foi nomeada em 6 de Abril de 2020, mantendo-se apenas sete…
Leia maisSAMAKUVA, A TSÉ-TSÉ QUE O MPLA FORNECE DE BORLA
A UNITA considerou “insultuosas, maliciosas e provocadoras” as palavras que o Presidente de Angola, João Lourenço, dirigiu – sem qualquer reacção “in continenti” do visado – ao líder (por imposição terceiro-mundista do MPLA) do maior partido da oposição possível, Isaías Samakuva, ao desejar-lhe que “desta vez viesse para ficar”. A posição vem expressa num comunicado final do Comité Permanente da UNITA, que refere que o Comité Permanente apreciou as palavras de João Lourenço proferidas durante a sessão de tomada de posse de Isaías Samakuva no Conselho da República, depois de…
Leia maisNOTÍCIAS SOBRE A UNITA? SÓ FALANDO COM O… MPLA
O presidente da UNITA, “nomeado” pelo MPLA através da sua sucursal chamada Tribunal Constitucional, Isaías Samakuva, convocou o XIII Congresso do partido, onde deverá ser eleito um novo presidente que tenha sido previamente aprovado pelo MPLA, na sequência do afastamento de Adalberto da Costa Júnior (decretado pelo MPLA), para os dias 2, 3 e 4 de Dezembro. O XIII Congresso ordinário do partido realiza-se sob o lema (já aceite pelo Tribunal Constitucional) “Unidade, Cidadania para a Alternância”. Da agenda do conclave, também ela aprovada pelo MPLA, constam os seguintes pontos:…
Leia maisTRANSPARÊNCIA CONTEmplaTIVA
O director-geral da Mosaiko, organização angolana de promoção dos direitos humanos, disse hoje que é preciso aumentar e melhorar a partilha de informação entre Governo, empresas e os cidadãos quando se fala na extracção de recursos naturais. Provavelmente se, parafraseando o Presidente da República, “haver” necessidade, seria bom ensinar ao MPLA a diferença entre diálogo e monólogo. Frei Júlio Candeeiro falava em Luanda, à margem de uma conferência promovida pela Tchota, plataforma que integra várias organizações não-governamentais (ONG) nacionais, que durante dois dias vai abordar vários temas à volta do…
Leia maisGATO ESCALDADO DE ÁGUA FRIA TEM MEDO
Membros da sociedade civil angolana alertaram hoje os organismos internacionais para o “cuidado na escolha de membros” para observação eleitoral em Angola, prevista para 2022, considerando que nas eleições anteriores houve “observadores questionáveis e com reputação duvidosa”. A posição surge numa carta dirigida a alguns organismos internacionais, apresentada hoje em conferência de imprensa, na qual pedem observadores eleitorais “credíveis, com experiência e reputação internacional”. “É necessário a presença de observadores porque em todas as eleições anteriores, elas não foram livres, justas e nem transparentes. Por isso, os resultados são sempre…
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