O rumor e a dor

As flatulências, verbais e escritas, de Isabel dos Santos levam-nos, muitas vezes, a duvidar da sua verdadeira formação académica. Ela, que ulula uma licenciatura do King’s College de Londres, é incapaz de interpretar os textos do Folha 8 ou do Rafael Marques? Por Veríssimo Kambiote Achamos muito estranha essa sua formação anglo-saxónica porque esse tipo de formação, em universidades de língua inglesa, obriga a obter aproveitamento na análise de comunicações escritas e faladas, para depois interpretar, objectivamente, os ensinamentos científicos mais específicos. As crianças do ensino elementar e médio nos…

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O ministro do inTerror

O ministro do inTerror de Angola não é verdadeiramente um ministro, é mais uma caricatura. De facto, a ditadura é muito fértil a gerar e parir este tipo de caricaturas para exercerem um papel fundamental no elenco governamental. Por Domingos Kambunji O ministro do inTerrror é assim como que um clone do Alcapone com um ar intelectual de filósofo de curral. Ele tem conhecimentos muito vastos, próprios de quem raciocina com os cascos, o que nalguns lugares designam, eufemisticamente, por calcanhares. O ministério do inTerror está muito ofendido com a…

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Do socialismo soviético
ao capitalismo selvagem

José Eduardo dos Santos é o chefe de Angola. Após quase quatro décadas no poder e mais de uma dúzia de anos que afirma serem de paz, apenas conseguiu produzir um general “sargenteiro” para herdeiro do trono da Presidência. Por Domingos Kambunji Convenhamos que isso diz muito da sua incompetência para promover sinergias e harmonia em Angola, para facilitar a existência de um sistema democrático no país. Este é um dos muitos exemplos de como ele sempre demonstrou uma elevada incompetência para liderar, revelando-se apenas capaz de emanar “ordens superiores”,…

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Que país é este?

Num país governado por vigaristas, se até o João “Malandro” Lourenço e o Bento Kangamba são generais, também o José Ribeiro e o Victor Carvalho podem ser (isto é como quem diz!) jornalistas. Deveriam, aliás, ser igualmente generais… Por Domingos Kambunji Num país em que o presidente é comandante-chefe da corrupção, não é de admirar que José Ribeiro, um aldrabão, seja o director do pasquim oficial de desinformação e de soberba propaganda. Num país que está no lugar 132, entre 149 países, em Educação, não é de estranhar que o…

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Metodologia saprófita

As pessoas já não questionam porque é que o boçal passa tanto tempo a informar que o pasquim oficial é imparcial. É óbvio de que este ser, fanaticamente partidário e partidariamente fanático, é demasiadamente parasitário e esse é um tropismo que lhe possibilita viver no parasitismo. Por Domingos Kambunji Uma mulher ou um homem de elevada estatura, com os cabelos e olhos negros não tem necessidade de informar, ecolalicamente, de que é alta(o) e possui cabelos e olhos negros. É óbvio, todos podemos ver. Também é óbvio que o complexo…

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Sipaios ao ataque

Ainda ecoam os efeitos de alguns dos amargos de boca que o MPLA e os seus sipaios sentiram por aquilo a que chamaram, a despropósito, de “imparcialidade” no modo como a imprensa do regime retrata o cenário político. Por Victor José Carvalho Ribeiro Esses amargos de boca resultavam, fundamentalmente, por aquilo que conseguimos perceber, do que os sipaios do regime diziam ser a “exagerada cobertura mediática” que era dispensada aos candidatos da Oposição. O assunto, de tão grave que esses acólitos do regime rotulavam, chegou mesmo a merecer um pedido…

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As mãos de Lourenço têm sangue do Povo de Cabinda

Considerações prévias. O discurso político tem elementos fundamentais que é preciso realçar antes de mais nada: oportunidade, interesse público, veracidade, ética, capacidade persuasiva e objectividade. Refiro-me ao discurso político dentro dos parâmetros da ciência política que não se revê com discursos politiqueiros eivados de retórica demagógica, revolucionarista ou populista. Por Raul Tati No âmbito da comunicação entre um candidato à eleição e o potencial eleitorado esta distinção é essencial. Na verdade, a comunicação política, sendo a expressão do pensamento e da alma de um candidato, pode também ser o seu…

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Cabeça de batata (podre)

As nossas crianças gostam muito de brincar com o Senhor Cabeça de Batata. Talvez tenha sido esse o principal motivo porque José Eduardo dos Santos escolheu uma “batatáceo” para dirigir o Jornal de Angola, tentando distrair os angolanos. Por Domingos Kambunji É por isso que muitos classificam o pasquim oficial como um órgão de propaganda que usa a lógica da batata para explicar o inexplicável, para disfarçar o indisfarçável, para raciocinar com uma lógica escatológica. O “Mister Potato Head “ do MPLA lançou-se agora na missão, impossível, de tentar demonstrar…

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A coisificação do povo angolano

O ano eleitoral é o momento supremo para afirmação do poder popular, pois é nessa altura em que o poder real se encontra na rua, nas mãos do seu verdadeiro detentor – o povo – e tem novamente a oportunidade de decidir a quem conceder o seu poder para, em seu nome apenas, gerir o Estado. Por Sedrick de Carvalho Porém, é imperioso que o sistema eleitoral seja justo e transparente para que o poder do povo não seja usurpado por quem não mereceu, nas urnas, a confiança do povo…

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Basta! Este não é o meu MPLA

Peço as minhas desculpas a todos pela minha frontalidade, mas felizmente fui, sou e serei sempre assim. Doa a quem doer e que sofra quem sofrer. Como militante que sou do verdadeiro MPLA, e tendo como o principal lema: O importante é resolver os problemas do Povo, não tenho como esconder a minha revolta. Por Jorge Correia Revolta pela falta de respeito, falta da verdade com tantas e tamanhas mentiras, que os governantes e donos do MPLA que eles comandam têm para com o Povo Angolano e para com a…

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