A Luísa Damião é nojenta

A Luísa Damião, vice-presidente do MPLA, é nojenta. É necessário revelar um enorme desrespeito pelos mais elementares valores éticos para se ser oportunista ao ponto de permitir ser fotografada com uma criança órfã, porque a mãe, Juliana Jacinto Félix, pobre, foi fuzilada pela polícia ao serviço do MPLA. Este é o partido que iniciou a guerra civil em Angola e revela com uma elevada densidade populacional de ladrões e de autores de crimes contra a humanidade. Por José Filipe Rodrigues (*) O luto merece respeito e, muitas vezes, alguma confidencialidade.…

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“Operação Resgate” assassina zungueira

A brutalidade e boçalidade de agentes dos Serviços de Fiscalização e da Polícia Nacional, maioritariamente mal formados (como o Folha 8 denunciou sistematicamente) quanto à adopção de métodos republicanos de actuação junto dos cidadãos. Por William Tonet Se ao longo dos anos a Polícia já vinha agindo com brutalidade excessiva, com a implantação da, por muitos considerada, famigerada, “Operação Resgate”, decretada pelo Titular do Poder Executivo, aumentou exponencialmente a brutalidade no excesso das acções que têm sido levadas a cabo, culminou, no dia 12 de Março, com um dos mais…

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Marimbondofobia e marimbondocidas

Para bem da clareza e ante vocábulos novos, ou velhos mas com novos significados, convém aferirmos com um mínimo de rigor o que querem dizer, para que não sejam usados debalde, confundindo o leitor, pelo que se me afigura de capital importância e deveras útil esclarecer e definir, “breve”, “rápido” e de uma vez por todas, o conceito de “marimbondo” bem como todos as palavras derivadas deste semantema (que é como quem diz, da raiz da palavra) como por exemplo a “marimbondofobia”. Por Brandão de Pinho Que se saiba o…

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A farpa e a corrupção

Esta história foi-me contada, há quarenta e tal anos, pelo enfermeiro Lucas que, à época, exercia a sua profissão na fábrica de cervejas Cuca, em Nova Lisboa (Huambo), onde também trabalhava (como carpinteiro) o meu pai. Por Orlando Castro Então é assim. Num determinado consultório, um médico e o seu empregado enfermeiro, prestavam cuidados de saúde à população razoavelmente abastada. Todas as semanas um doente ia lá fazer o curativo a uma ferida que teimava, há meses, em não curar. O médico, com a assistência do enfermeiro, fazia o respectivo…

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As ca(e)tanadas

Esta semana ficámos a saber que o governo da Re(i)pública da Angola do MPLA pretende enviar, por ano, para universidades de prestígio no estrangeiro, 300 estudantes. A China, com um desenvolvimento socio-económico muito superior, só para as universidades dos Estados Unidos da América envia, por ano, milhares de estudantes… Por Domingos Kambunji Há quantos anos anda o governo da Re(i)pública da Angola do MPLA a enviar estudantes para as universidades do estrangeiro para depois regressarem, muito doutores de fato e gravata, apenas obedecerem às ordens superiores patetas? Uma das maiores…

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Confuso combate à corrupção ou alta podridão nas elites

O País clama por bom senso, cidadania, moral, ética, sentido de Estado e pedido de perdão, como gesto de humildade dos políticos governantes, na rota de curvarem o dorso e de um estender de mão nas rotas, para uma verdadeira reconciliação entre todos os angolanos, mais do que show-off, de uns, para o mais do mesmo. Por William Tonet Por muito que nos custe, o PASSADO não volta, pese todos os erros cometidos, a podridão da e na elite “emepeliana”, que defraudou o país, com o acumular de assassinatos selectivos…

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Entre a ajuda humanitária e o uso (ilegal) da força

O recurso ao meio bélico, enquanto forma de resolução de atritos entre Estados, quase levou o mundo, por duas vezes, ao abismo. A primeira, sendo o evento da 1ª Guerra Mundial, e a segunda, sendo o acontecer da 2ª Guerra Mundial. Por António Viegas Bexigas (*) É no intento de evitar que tal volte a suceder, que logo após o término da II grande guerra mundial e num espírito de cooperação e amizade, acordou-se na criação da Organização das Nações Unidas (ONU), com base em princípios sólidos da igualdade soberana,…

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Exibição pobre e histriónica de um “estadista” medíocre

O chefe de Estado português elogiou o “projecto de paz, de democracia, de regeneração financeira, de desenvolvimento económico, de combate à corrupção” protagonizado pelo Presidente de Angola, João Lourenço. Se o MPLA dizia que José Eduardo dos Santos era o “escolhido de Deus”, Marcelo Rebelo de Sousa diz que João Lourenço é o próprio… “Deus”. Por Orlando Castro N uma intervenção durante um jantar oficial oferecido por João Lourenço, no Palácio Presidencial, em Luanda, Marcelo Rebelo de Sousa saudou-o como “o vulto cimeiro de um novo tempo angolano”. Não se…

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Socorro. Lourenço na RTP lança o seu charme

Lourenço – a muito custo e com um ar enfadonho (o que não é de estranhar tão enfastiado e entediante é o entrevistador da RTP) – a uma questão sobre a coincidência do seu aniversário com a presença de “Ticelitium”, ainda que auto-imposta, em Angola, ia mesmo para dizer que em política não há confidências para jornalecos e publicistas de pacotilha, mas acabou por dizer que não há coincidências, como poderia ter dito o contrário, se acaso lhe viesse isso à cabeça e justificar-se assertivamente no seu tom monocórdico e…

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Marcelo ajuda Lourenço
a “sacar” dinheiro fresco

João Lourenço explicou finalmente porque elegeu o combate à grande corrupção em Angola como sua prioridade: “Se não se combater a corrupção, não há investimento estrangeiro” – declarou em entrevista à televisão pública portuguesa. Não está preocupado com justiça e equidade, não o apoquenta a fome e a miséria dos angolanos. Por Paulo de Morais (*) O que João Lourenço quer é dinheiro fresco, vindo de fora. A sua visita a Portugal, há meses atrás, bem como a visita do Presidente da República de Portugal a Angola constituem pois acções…

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