Esta semana ficámos a saber que o governo da Re(i)pública da Angola do MPLA pretende enviar, por ano, para universidades de prestígio no estrangeiro, 300 estudantes. A China, com um desenvolvimento socio-económico muito superior, só para as universidades dos Estados Unidos da América envia, por ano, milhares de estudantes…

Por Domingos Kambunji

Há quantos anos anda o governo da Re(i)pública da Angola do MPLA a enviar estudantes para as universidades do estrangeiro para depois regressarem, muito doutores de fato e gravata, apenas obedecerem às ordens superiores patetas?

Uma das maiores anedotas é um dos megafones do João Lourenço para a Comunicação Social, que estudou no estrangeiro, formatado em Cuba, tentar dar-nos lições de democracia. Outra grande anedota é o Ministro da Propaganda e Educação Patriótica, João Melo, servente obediente do ditador anterior, que não conseguiu concluir a licenciatura em Portugal, a tentar convencer-nos de que é intelectual, pensador…

O que o governo da Re(i)pública da Angola do MPLA soube fazer, como propaganda demagógica, foi fundar universidades, muitas universidades para satisfazer os egos de sanguinários e seus descendentes, como é o caso das universidades Neto & dos Santos, para homenagear criminosos contra os direitos humanos. Estas universidades licenciam enormes cardumes de estudantes que, posteriormente, são incapazes de demonstrar conhecimentos técnicos e científicos nos mais elementares testes de avaliação inteligente.

Quer isto dizer que as universidades da Re(i)pública da Angola do MPLA conseguem produzir um recorde mundial, o maior número de licenciados ignorantes e analfabetos per capita.

A comunicação social, megalómana, narcisista, matumbamente domesticada e subserviente também apresenta estas características. Na Re(i)pública da Angola do MPLA qualquer zé balelas consegue ser nomeado para o cargo de director ou de director-adjunto da rádio, da televisão ou do jornal oficiais, para vomitar ca(e)tanadas.

Já imaginaram como seria muito melhor a qualidade de vida na Re(i)pública da Angola do MPLA se este partido tivesse investido no ensino e na saúde em vez de optar por investir na guerra civil, que iniciou em Angola? Já imaginaram como poderia ser a assistência médica na Re(i)pública da Angola do MPLA se este partido tivesse investido no ensino e na qualidade de vida dos angolanos em vez de investir no enriquecimento fraudulento dos principais dirigentes e generais do MPLA, incluindo o seu presidente?

O Caetano anda muito preocupado com a sobrefacturação do ADSE em Portugal, por instituições de serviços médicos privados, fazendo uma analogia com o que se verifica na Re(i)pública da Angola do MPLA. Isso é o mesmo que comparar alhos com bugalhos ou as cacimbas construídas no Cunene pelo General Arquitecto Kundi paiLama, com o túnel do canal da Mancha!

A realidade da Re(i)pública da Angola do MPLA diz-nos que existe uma subfacturação do ensino e da saúde, em benefício da sub(re)facturação do Ministério da Guerra. A realidade na Re(i)pública da Angola do MPLA diz-nos que existe uma sobrefacturação com os salários dos “deturpados do paraLamento” em detrimento dos que auferem um subfacturado salário mínimo nacional.

Querem as catanadas juniores do Caetano tentar convencer-nos de que as mortes devido a epidemias, como é o caso da malária e da tuberculose, se devem ao facto de as, poucas, instituições privadas que prestam serviços de saúde na Re(i)pública da Angola do MPLA sobrecarregarem o Estado com despesas inflacionadas? Querem essas catanadas do Caetano tentar lançar areia para os olhos dos angolanos, procurando evitar que verifiquem o aumento de casos de lepra, de subnutrição… e do fracasso de tantas promessas demagógicas que impedem a melhoria do bem estar das populações.

Uma das causas porque a assistência médica na Re(i)pública da Angola do MPLA está tão doente é o facto de se gastarem tantos milhões no aluguer de aviões de luxo, para o Marimbondo Malandro se deslocar ao estrangeiro, em visitas privadas ou oficiais.

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