Política é de sarjeta e, por isso, porca

Ponto prévio: A política é suja, mas não navega na pocilga, pese ter nela muitos políticos porcos, intelectualmente, opacos, cujo cérebro está ligado ao intestino grosso. Por William Tonet Declaração de intenção. Estimado presidente do MPLA, João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, Titular do Poder Executivo, João Manuel Gonçalves Lourenço, Chefe de Estado, João Manuel Gonçalves Lourenço, Comandante em Chefe das FAA, João Manuel Gonçalves Lourenço, Nomeador, discricionário, do Procurador-Geral da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, Nomeador/indicador discricionário e exclusivo dos presidentes e juízes conselheiros…

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É hora da verdade

A verdade quando, conscientemente, aniquilada, confere à mentira um pedestal institucional e aos seus autores um carácter narcisista. O Presidente da República de Moçambique, faltou com a verdade quando, na qualidade de presidente da SADC, considerou ter havido uma vitória militar do exército angolano/FAPLA/MPLA, na batalha do Kuito Kwanavale, considerando por via disso o dia 23 de Março como de libertação da África Austral. Por William Tonet PRIMEIRA MENTIRA: Se fosse de libertação da África Austral, Moçambique teria parado a guerra em 23 de Março d 1988, mas a Frelimo/governo…

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Política porca

PONTO PRÉVIO: A política é suja, mas não navega na pocilga, pese ter nela muitos políticos, intelectualmente, porcos, que têm o cérebro ligado ao intestino grosso. A discriminação da comunicação social pública é latente, quando se trata de dar voz aos intelectuais livres ou à oposição real, catalogados como adversários e ou inimigos pelo partido no poder, mas esta mesma imprensa, de forma espúria estende tapete vermelho para quem, camaleonicamente, pretenda atacar e destratar, alguém, conotado pelo MPLA e pelo seu líder, como inimigo. Por William Tonet E é por…

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Os paladinos da desgraça constitucional

Na política, como no cosmos, poucos são os cometas, numa maioria de estrelas. Por isso são abençoados os países em cuja liderança emergem humildes e pujantes cometas, que fazem da governação um acto de servir, unir a cidadania, solucionar os conflitos e diferendos, no espírito da harmonia, garante da estabilidade social e bem gerir a rés-pública. Por William Tonet Angola, infelizmente, não tem sido bafejada pela sorte, quanto a cometas, pese ter havido, nos últimos tempos, uma réstia de esperança, que rapidamente se esvaiu. Em 2017, início da passagem do…

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O show off da revisão constitucional

“O fim do Direito não é abolir nem restringir, mas preservar e ampliar a liberdade” (John Locke). 2021 será um “NÃO” ano político. Desgraça ou graça? A esquina responderá, porque não fervilhará a adrenalina partidária… Por William Tonet Maquiavelicamente assassinado o sonho das eleições autárquicas, com o anúncio de revisão constitucional, resta à Oposição buscar consensos, para uma nova aurora. Um dia qualquer, na impossibilidade de ser o tão esperado sonho de coabitação político-territorial. Era expectável tal desiderato, mas vindo da parte de quem mais resistência dela tinha, assemelha-se a…

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O poder e a força da… politicagem

O sonho acabou! Definitivamente! “Desacredito”, na capacidade de uma inversão da actual situação sócio-económica, política e financeira, salvo para pior! E o pior será a continuidade da chacina em série… Do Monte Sumi a Kafunfu, com o mesmo no fuzil, abrindo champanhe na mais cruel impunidade… Ontem e hoje! Por William Tonet Nunca um regime se orgulhou, em tão pouco tempo (três anos), da paternidade de uma veia genocida, que não respeita o Direito à vida (consagração constitucional), art.º 30.º: “O Estado respeita e protege a vida da pessoa humana,…

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Sem rumo, sem lei e o poder da baderna

O MPLA está moribundo, ideológica e materialmente, podendo, se as forças patrióticas nada fizerem, transformar Angola num Estado pária. Pária, sim, uma vez o combate selectivo contra os crimes de corrupção estarem a representar mais prejuízos do que ganhos para os cofres públicos. Por William Tonet A tese de retirar, sob coacção, os bens e património dos próximos de José Eduardo dos Santos, também eles do MPLA (único partido que dirige Angola desde 1975), sem uma estratégia republicana e justiça imparcial, causa mais prejuízos ao Estado, sem capacidade de gestão…

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Incitação à guerra e genocídio no pedestal institucional

A imagem do Executivo angolano, face à brutalidade e boçalidade dos corpos policial e militar, assumidamente, partidocratas, no genocídio cometido, dia 30 de Janeiro, no Cafunfo, afundou ainda mais, junto da comunidade internacional a credibilidade de João Lourenço. Por William Tonet Atentar de forma leviana contra os direitos humanos, disparando balas de guerra, contra cidadãos desarmados, no pleno uso de um direito constitucionalmente consagrado: Direito de reunião e manifestação (art.º 47.º CRA), coloca o regime angolano no patamar das mais abjectas e violentas ditaduras. Os pergaminhos da democracia foram assassinados.…

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A verdade dói mas liberta-nos da mentira

Ninguém pode mentir a um povo por todo o tempo. É hora dos políticos no poder serem ponderados, humildes e sinceros, em relação a história do país e não de tentarem impor aos demais as suas estórias, muitas da carochinha, como sendo marcos da história nacionalista. Por William Tonet Senão vejamos, o slogan: INÍCIO DA LUTA ARMADA PELO MPLA. É bom esclarecer, que num dia como o de hoje: 04.02.61, não teve início a luta armada, mas a segunda insurreição, nas cidades, para criar impacto mediático, depois da Baixa de…

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Dentro de ti ó Angola, quem mais orden(h)a é o xerife

O Titular do Poder Executivo parece ter uma equipa talhada para o cometimento de borradas de todo o calibre, comprometedoras contra o próprio João Lourenço, como foi a série televisiva o “Banquet”, exibido na TPA, que ao mostrar, selectivamente, alguns corruptos, todos do MPLA, mostrou não só a natureza perversa deste partido, mas coloca o seu presidente, como chefe de uma quadrilha de delinquentes e assaltantes de colarinho branco. Por William Tonet Ficou provado, serem exclusivamente, altos membros do partido/Estado, desde 1975, os únicos delapidadores dos milhões do país, para…

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