Eu não sou oposição! A ala fascista do MPLA/Estado, sim! Esta gentalha que desonra o MPLA/Original, discrimina, humilha, ostraciza, prende, arbitrariamente e, bastas vezes, assassina, masoquistamente. A afirmação é peremptória! ASSUMO! Ao longo dos anos tenho sido vítima e, agora, na esquina do ano, sob nova e requintada espiral de ameaças, exigem-me contenção, abandono de pensamento, para abrir alas, aos delírios maléficos. Por William Tonet Não me demito de escrutinar, enquanto jornalista, a fanfarra fascistóide causadora de um mal incalculável aos povos angolanos, desde 1975. São 45 anos! Não os…
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Editorial por William Tonet
MPLA está a vender o país ao capital estrangeiro
O MPLA, definitivamente, com base na estratégia do seu presidente, João Manuel Gonçalves Lourenço, está a vender o país ao capital estrangeiro. É um crime contra a soberania angolana, principalmente por estar a ser em tempo de crise, onde os que detém poder e dinheiro se unem como uma verdadeira matilha de cães selvagens, para devorar os pobres, os 20 milhões de pobres. Por William Tonet O ano foi ali. Não volta! É passado. No fim da linha, ficou! E, quando mais se esperava, 2020, não “kandandou” (abraçou) 2021, com…
Leia maisDitadura quer assassinar a liberdade de Imprensa
A Rádio Despertar, um dos órgãos que, desde o seu nascimento, escancara as portas ao pluralismo de ideias e opiniões, comemorou no dia 26 de Dezembro de 2020, catorze anos de existência, brindando-me com o papel de prelector, ladeado por gente honrada. Por William Tonet (*) Aceitei, o repto, mas pensei, ingenuamente, que um dos colegas de painel, não se fizesse presente, o Dr. Israel Bonifácio, do MPLA, mas eis que se fez presente, chegando mesmo antes do presidente da UNITA, do líder da bancada parlamentar deste partido, do secretário…
Leia maisColonização mental ocidental é contínua contra África
O mundo… parou! A minha “topografia-umbilical”, qual mundo, orgulhosamente, de utopia, carrega hoje, mais do que ontem, vergonha incontida, face à nossa colectiva omissão, inacção ou voto depositado, na maioria das vezes, ingenuamente, a favor de uma casta governante, incompetente, ditatorial, corrupta, malfeitora e assassina, cujo “mérito” é a criminosa liderança de países africanos e subdesenvolvidos, para o abismo sub-humano, superando os índices do colonizador. Por William Tonet A COVID-19 está aí, como prova acabada… O MPLA/actual, infelizmente, não se distingue, dos demais, pelo contrário… Estes falsos revolucionários, no período…
Leia maisMPLA (des)caracterizado assume ditadura
As semelhanças comportamentais, separadas pelo tempo, aproximam-se, todos os dias, do espelho identitário, parido em 1964, por António Agostinho Neto e, recriado em 2017, por João Manuel Gonçalves Lourenço. Por William Tonet A natureza perversa do “MPLA/vingativo, que assassinou o MPLA/nacionalista e democrático de Viriato da Cruz, Mário Pinto de Andrade, Matias Miguéis e outros, autoritariamente imposta, em 1964, por Agostinho Neto e Lúcio Lara, a ferro, fogo e rios de sangue e, quando se pensava ter essa época dantesca ficado no passado, eis que ressuscita, no máximo esplendor, em…
Leia maisHerói ou vilão? A mentira contumaz…
O MPLA diz-se profundamente sentido, muito chocado, pelo facto de jovens revolucionários, em representação de uma maioria, sem escola, sem saneamento básico, sem água canalizada, sem emprego, sem esperança e sem futuro, indiferentes às guerras, à tragédia do 27 de Maio de 1977, à bestialidade e boçalidade dos actuais políticos, no poder, terem, estoicamente, escalado (subido) a estátua de António Agostinho Neto, durante a manifestação do dia 10 de Dezembro de 2020, no largo 1.º de Maio, data considerada como da fundação do MPLA. Por William Tonet Foi um feito…
Leia maisÉ ousado comparar Lourenço a Abimeleque?
A situação em Angola é cada vez mais preocupante e nada indica haver interesse e capacidade da liderança para unir as lianas de descontentamento, impostas pela obsessiva e errónea estratégia de consolidação de poder, muito próxima da utilizada pelos imperadores romanos: César Augusto (nascido em 63 aC), que governou, absolutamente, por 45 anos, até à sua morte em 14dC através da força e temor, contra adversários e inimigos, seguiu-lhe as peugadas, Nero Cláudio César Augusto Germânico que comandou o império entre os anos 54 e 68, não se importando, num…
Leia maisA montanha (só) pariu um rato
A situação e a estratégia (apesar de querer ser megalómana é tão só minimalista) política do regime em Angola parece (ou é) uma autêntica tragicomédia, tal é a desfaçatez dos dirigentes transformarem o mal em bem e o errado em certo, num exercício de canibalismo económico e social. É a loucura em potência. Por William Tonet Mais grave é ver o absurdo trilhar as mais altas cortes do poder, com a incompetência a ter estatuto de liderança, com os néscios a alcandorarem-se ao patamar de uma suposta genialidade. O quadro…
Leia maisJoão Lourenço inverte poder de Bobbio
O tempo é um bom conselheiro e, por vezes, o tempo a seu tempo, leva-nos a rememorar, não só princípios como o de “o poder corrompe e o excesso do poder corrompe muito mais”, como a tese de algumas figuras importantes do mundo das ciências e da política mundial, como o italiano Norberto Bobbio, pela ousadia da sua tríade: poder económico, poder ideológico e poder político, em contraste com a tese de Aristóteles e John Locke, defensores do poder paternal; poder despótico; poder político, para o alcance do poder. Por…
Leia maisHonra não permite fugir ao desafio e à provocação
Nos últimos dias temos sido confrontados com uma série de questionamentos e provocações, vindos de pessoas “politicamente maldosas”, com pitadas de gindungo de kaombo, acusando-nos de parcialidade, “pois nuns casos estás sempre a condenar o combate do Presidente da República, aos crimes de corrupção, a brilhante actuação da PGR, o desempenho do Tribunal Constitucional, as acções sociais da primeira-dama, Ana Dias Lourenço, o enfraquecimento do director do gabinete do presidente, Edeltrudes Costa, mas, noutros casos proteges o teu amigo Abel Chivukuvuku e os jovens arruaceiros, das manifestações”, atira a pedra…
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