A verdade dói mas liberta-nos da mentira

Ninguém pode mentir a um povo por todo o tempo. É hora dos políticos no poder serem ponderados, humildes e sinceros, em relação a história do país e não de tentarem impor aos demais as suas estórias, muitas da carochinha, como sendo marcos da história nacionalista. Por William Tonet Senão vejamos, o slogan: INÍCIO DA LUTA ARMADA PELO MPLA. É bom esclarecer, que num dia como o de hoje: 04.02.61, não teve início a luta armada, mas a segunda insurreição, nas cidades, para criar impacto mediático, depois da Baixa de…

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Foi há 60 anos

O MPLA, partido que “só” está no poder em Angola desde 1975, assinala hoje a passagem de mais um aniversário do ataque de nacionalistas às cadeias de Luanda defendendo aquilo que não fez durante 45 anos: “mais disciplina” e “controlo” nos gastos nacionais para acabar com as “sequelas do colonialismo”. Por Orlando Castro A propósito do 4 de Fevereiro de 1961, data que o partido defende como o início da luta armada pela independência, o MPLA advoga que a libertação total do povo angolano e a liquidação de todas as…

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Carta Aberta ao Presidente da República

A propósito do 4 de Fevereiro, José Marcos Mavungo, a partir da “Ilha da Utopia”, activista dos Direitos Humanos, dirigiu a presente “Carta Aberta” a João Lourenço, Presidente da República de Angola, com conhecimento aos deputados da Assembleia Nacional, Procuradoria-Geral de Angola, General Hélder Pitta Grós, ministro da Justiça e Direitos Humanos, Francisco Manuel Monteiro de Queiroz e ministro do Interior, Eugénio César Laborinho. «Lembrei-me de que hoje é o 60º aniversário de 4 de Fevereiro de 1961. Para V/ Excelência este dia é um banquete que não desejava abandonar…

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Manifestação em Luanda… amanhã

Jovens activistas em Luanda marcham na quinta-feira pelas ruas da capital angolana para “protestar e exigir alternância política” em Angola, considerando que os 45 anos de governação do MPLA, no poder desde 1975, “é muito”, foi hoje anunciado. Será que, como o MPLA diz que aconteceu na Lunda, vão munidos “de armas-de-fogo do tipo AKM, caçadeiras, ferros, paus e outras armas brancas, bem como pequenos engenhos explosivos artesanais”? Os propósitos e motivações desta marcha, que deve culminar a 100 metros do Palácio Presidencial, foram apresentados hoje em conferência de imprensa,…

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Foi há 58 anos que a luta
de libertação começou

Actividades recreativas, culturais e desportivas, a par de uma manifestação de protesto contra o aumento dos preços dos documentos de identificação, marcam hoje o 58º aniversário do início da luta armada contra a administração colonial portuguesa em Angola. O acto central das comemorações, sob o lema “Honrar os Heróis, Preservando os Valores da Pátria”, decorre em Cabinda, liderado pelo ministro da Administração do Território e Reforma do Estado, Adão de Almeida, em que o foco passa por “resgatar a História” junto das novas gerações. A efeméride foi aproveitada por um…

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Colonialismo derrotado
foi substituído por outro

O MPLA, partido que “só” está no poder em Angola desde 1975, assinalou hoje a passagem de mais um aniversário do ataque de nacionalistas às cadeias de Luanda defendendo aquilo que não fez durante quase 43 anos: “mais disciplina” e “controlo” nos gastos nacionais para acabar com as “sequelas do colonialismo”. Por Orlando Castro Aliás, devem ser essas “sequelas do colonialismo” que fizeram com que o clã, “lato sensu”, de José Eduardo dos Santos (presidente nunca nominalmente eleito e que esteve 38 anos no poder) represente quase 100% do Produto…

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Crise? Crise foi a guerra

O ministro da Defesa de Angola, João Lourenço, lembrou hoje que a “pior crise” foi a da guerra e que as actuais dificuldades financeiras provocadas pela quebra com as receitas do petróleo “não podem vergar” o país. O governante falava em Menongue, capital do Cuando Cubango, em representação do Presidente José Eduardo dos Santos, no acto central nacional comemorativo do 4 de Fevereiro de 1961, alusivo à revolta popular contra instituições do poder colonial em Luanda. “Hoje fala-se de crise, mas não existe crise pior do que situação de guerra.…

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E foi (+ ou -) assim o 4 de Fevereiro de 1961

A 4 de Fevereiro de 1961, cidadãos ligados ao MPLA, desencadearam um ataque contra a Cadeia de São Paulo e a Casa de Reclusão, em Luanda, dando início à luta armada que culminou com a proclamação da independência de Angola, em 11 de Novembro de 1975. Por Orlando Castro V árias fontes sustentam que deveriam participar no ataque cerca 2100 pessoas, mas as detenções efectuadas pela polícia política (PIDE) nos dias anteriores à acção, na sequência de denúncias, fizeram reduzir o número para pouco mais de 200 intervenientes. Diversas fontes…

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A rebelião de um sacerdote

A rebelião de um sacerdote - Folha 8

«Na origem da rebelião de 1961, como seu inspirador, esteve o cónego Manuel Joaquim Mendes das Neves, mestiço, natural da vila do Golungo-Alto e missionário da arquidiocese de Luanda. Por Carlos Pacheco U mas três centenas de homens escutaram a sua voz e hastearam o pendão da revolta. Nenhum tinha ligações ao MPLA. («Quem tiver provas do contrário que as faça apresentar, publicar, divulgar e impor como verdade a todo o povo de Angola (A.S.)») Já demonstrei em livro e em vários outros textos que o MPLA jamais existiu antes…

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“SÓ UM REGIME INCOMPETENTE TEM MEDO E PERSEGUE A COMPETÊNCIA”

“SÓ UM REGIME INCOMPETENTE TEM MEDO E PERSEGUE A COMPETÊNCIA" - Folha 8

O nosso país está, embora nem todos tenham percepção disso, em cima de um barril de pólvora. Vários são os rastilhos que já estão acesos embora, por enquanto, o lume ainda seja brando. Mas qualquer brisa pode ser suficiente para provocar a explosão. C onvenhamos que, por manifesta inépcia e falta de sentido de Estado, o Presidente da República está a contribuir para a implosão de Angola. Indiferente ao país real, que não conhece, José Eduardo dos Santos está a ser o pirómano que se presta a incendiar o país.…

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