O político angolano Raul Tati em declarações ao Folha 8, a propósito do marco histórico que pavimentou o caminho para a independência conquistada em 1975, o 4 de Fevereiro, fiz que há narrativas bastantes enviesadas e outras até marcadas por questões ideológicas dos próprios movimentos de libertação. Por Laplaine Brito aul Tati diz que “às histórias que andamos a consumir nestes últimos tempos, desde há 50 anos de independência, é aquela contada pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)”. “Existem documentos, e até mesmo testemunhas deste acontecimento, que comprovam…
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PARA O MPLA TUDO SÃO… “CARNAVAIS”
O Bureau Político do MPLA reafirma a sua posição de “defensor incondicional” dos feitos dos heróis nacionais, com particular ênfase aos envolvidos nos ataques às cadeias da PIDE-DGS, em Luanda. Trata-se de ataques que ocorreram na madrugada de 4 de Fevereiro de 1961, para libertar nacionalistas angolanos engajados com a luta pela Independência Nacional. A fase dos massacres de 27 de Maio de 1977 continua à espera de as galinhas terem dentes. posição do MPLA vem expressa numa declaração alusiva ao 62º aniversário do início da luta armada de libertação…
Leia mais“O SAUDOSO CAMARADA PRESIDENTE AGOSTINHO NETO”
O MPLA, partido no poder em Angola há 46 anos, considera que as próximas eleições gerais, previstas para Agosto, devem servir para a “expressão de acções de consolidação da paz, democracia, coesão e de reforço da cidadania participativa”. O partido no poder refere que, no espírito da libertação nacional, as eleições gerais, previstas para a segunda quinzena de Agosto deste ano, devem servir para “expressão de acções de consolidação da paz e da democracia, preservação da unidade e da coesão nacionais e demais conquistas do povo, bem como o reforço…
Leia maisMENTIRAS ALIMENTAM A COBARDIA DO MPLA
Ninguém pode mentir a um povo por todo o tempo. É hora dos políticos no poder serem ponderados, humildes e sinceros, em relação à história do país e não de tentarem impor aos demais as suas histórias, muitas da carochinha, como sendo marcos da história nacionalista. Senão vejamos, o slogan: INÍCIO DA LUTA ARMADA PELO MPLA. É bom esclarecer, que num dia como o 24 de Fevereiro de 1961 não teve início a luta armada, mas a segunda insurreição, nas cidades, para criar impacto mediático, depois da Baixa de Cassange,…
Leia maisA verdade dói mas liberta-nos da mentira
Ninguém pode mentir a um povo por todo o tempo. É hora dos políticos no poder serem ponderados, humildes e sinceros, em relação a história do país e não de tentarem impor aos demais as suas estórias, muitas da carochinha, como sendo marcos da história nacionalista. Por William Tonet Senão vejamos, o slogan: INÍCIO DA LUTA ARMADA PELO MPLA. É bom esclarecer, que num dia como o de hoje: 04.02.61, não teve início a luta armada, mas a segunda insurreição, nas cidades, para criar impacto mediático, depois da Baixa de…
Leia maisFoi há 60 anos
O MPLA, partido que “só” está no poder em Angola desde 1975, assinala hoje a passagem de mais um aniversário do ataque de nacionalistas às cadeias de Luanda defendendo aquilo que não fez durante 45 anos: “mais disciplina” e “controlo” nos gastos nacionais para acabar com as “sequelas do colonialismo”. Por Orlando Castro A propósito do 4 de Fevereiro de 1961, data que o partido defende como o início da luta armada pela independência, o MPLA advoga que a libertação total do povo angolano e a liquidação de todas as…
Leia maisCarta Aberta ao Presidente da República
A propósito do 4 de Fevereiro, José Marcos Mavungo, a partir da “Ilha da Utopia”, activista dos Direitos Humanos, dirigiu a presente “Carta Aberta” a João Lourenço, Presidente da República de Angola, com conhecimento aos deputados da Assembleia Nacional, Procuradoria-Geral de Angola, General Hélder Pitta Grós, ministro da Justiça e Direitos Humanos, Francisco Manuel Monteiro de Queiroz e ministro do Interior, Eugénio César Laborinho. «Lembrei-me de que hoje é o 60º aniversário de 4 de Fevereiro de 1961. Para V/ Excelência este dia é um banquete que não desejava abandonar…
Leia maisManifestação em Luanda… amanhã
Jovens activistas em Luanda marcham na quinta-feira pelas ruas da capital angolana para “protestar e exigir alternância política” em Angola, considerando que os 45 anos de governação do MPLA, no poder desde 1975, “é muito”, foi hoje anunciado. Será que, como o MPLA diz que aconteceu na Lunda, vão munidos “de armas-de-fogo do tipo AKM, caçadeiras, ferros, paus e outras armas brancas, bem como pequenos engenhos explosivos artesanais”? Os propósitos e motivações desta marcha, que deve culminar a 100 metros do Palácio Presidencial, foram apresentados hoje em conferência de imprensa,…
Leia maisFoi há 58 anos que a luta
de libertação começou
Actividades recreativas, culturais e desportivas, a par de uma manifestação de protesto contra o aumento dos preços dos documentos de identificação, marcam hoje o 58º aniversário do início da luta armada contra a administração colonial portuguesa em Angola. O acto central das comemorações, sob o lema “Honrar os Heróis, Preservando os Valores da Pátria”, decorre em Cabinda, liderado pelo ministro da Administração do Território e Reforma do Estado, Adão de Almeida, em que o foco passa por “resgatar a História” junto das novas gerações. A efeméride foi aproveitada por um…
Leia maisColonialismo derrotado
foi substituído por outro
O MPLA, partido que “só” está no poder em Angola desde 1975, assinalou hoje a passagem de mais um aniversário do ataque de nacionalistas às cadeias de Luanda defendendo aquilo que não fez durante quase 43 anos: “mais disciplina” e “controlo” nos gastos nacionais para acabar com as “sequelas do colonialismo”. Por Orlando Castro Aliás, devem ser essas “sequelas do colonialismo” que fizeram com que o clã, “lato sensu”, de José Eduardo dos Santos (presidente nunca nominalmente eleito e que esteve 38 anos no poder) represente quase 100% do Produto…
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