“O Que Acontece com o Mundo Acontece Connosco”. Bienal de fotografia do Porto (Portugal). Na Reitoria da Universidade do Porto, a Bienal apresenta o diálogo entre “Travessia”, de Susan Meiselas, e “Muxima”, de Alfredo Jaar, sobre a herança do colonialismo português em diferentes geografias – no Porto e em Angola – evidenciando os desafios socioculturais que produzem as realidades de precariedade e resiliência das comunidades africanas e afrodescendentes nos dois continentes. Por Orlando Castro Em tempos, almocei num restaurante do Porto com mais três amigos. A simpatia do empregado levou-o…
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Tudo pelo Poder, nada pela democracia
O poder. O poder. O poder! Nada mais do que o poder, as chaves dos cofres e o domínio da administração pública. Só existe essa máxima na matriz mental da autocracia dominante, ainda que transvertida de ovelha democrática, quando se lhe conhece, mesmo fora da calada da noite, o lobo mau que se esconde debaixo das vestes da bandeira tricolor. Por William Tonet Em 2022 a lógica de manutenção no poder de qualquer forma, tudo indica, com os Lussaty e companhia, será a tónica dominante. Resta agora à sociedade saber…
Leia maisNorberta, a heroína
O estado da Nação é mau e a Nação já não é um Estado em mau estado. É apenas um local muito mal frequentado. Se dúvidas existirem basta ver como uma das mais preponderantes servas (para todos os serviços) do Reino, Norberta, mostra à sociedade angolana e ao Mundo que o MPLA apenas pensa com a cabeça (do dedo) que vai puxar o gatilho da guerra. Por Orlando Castro No dia 21 de Dezembro de 2017, a Secretária para a Informação e Propaganda do Bureau Político do MPLA rejeitou a…
Leia maisSe Marcelo diz é… mentira!
O Presidente da República de Portugal defende que a “Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital” que promulgou não institui nenhuma forma de censura por parte do Estado e realçou que foi aprovada “praticamente por unanimidade”. Se Marcelo Rebelo de Sousa o diz é porque é… mentira! Por Orlando Castro (*) “Seria grave se o Estado fizesse censura, seria mesmo intolerável, e seria intolerável que, mesmo não fazendo censura prévia, fizesse censura à posteriori. Eu nunca promulgaria um diploma desses, passei toda a minha vida a defender a liberdade…
Leia maisProblema não são os “Lussaty”, mas a idolatria da ditadura
O regime já não tem voltas a dar. Corroeu, gangrenou e a sobrevivência só é possível, com o recurso ao bico das baionetas, das balas assassinas e das bombas dos canhões, que também tem os dias contados, pois os “disparadores”, tratados como carne para canhão e muitos pós desmobilização, têm como reforma, vegetar nos contentores de lixo, para sobreviver, começam a ganhar consciência de serem usados como meros assassinos, para defender um regime e casta, que não lhes tem respeito e consideração, pois usam-nos apenas em proveito umbilical, para continuarem…
Leia maisQuem fez o general prosperar, ter barriga grande?
Raramente o jornalista é notícia. Contudo, não deixa, antes e durante, de ser um cidadão que, mais do que qualquer outro, tem responsabilidades acrescidas, devendo por isso, sem pretensiosismos nem falsas modéstias, assumir junto daqueles a quem exclusivamente deve explicações, neste caso os angolanos, a verdade dos acontecimentos. Por Orlando Castro Volta a ser o caso em resultado das monumentais mentiras do General Higino Carneiro que, cobardemente, quer reescrever a História e esconder eventuais rabos-de-palha. Joseph Goebbels (1897-1945) foi um político alemão, ministro da Propaganda e da Informação Pública da…
Leia maisRTP “apoia” o mercenário
Os iluminados do MPLA de João Lourenço estão a recuperar os acéfalos mercenários do MPLA de José Eduardo dos Santos. Quando souberam que Artur Queiroz tinha sido operado, com sucesso, para mudar o cérebro do intestino delgado para o grosso, resolveram pedir-lhe ajuda. Foi contratado. É que o cheiro que ele agora exala transporta-os de forma mais emocional para as origens do partido. A “recuperação” contou agora, a propósito do 27 de Maio, com a ajuda da RTP África (órgão público português), num programa de Victor Hugo Mendes. Por Orlando…
Leia maisPerdão sem compromisso é humilhação às vítimas
Os grandes homens erram e, tendo elevada estatura, ética, moral e republicana, reconhecem os mesmos, penitenciando-se ante a memória das vítimas e dos governados, numa meritória e solene atitude de humildade. Um “grande homem”, diferente de “homem grande”, faz da desculpa um princípio verdadeiro, imparcial, geral e abstracto, isento de matreirice rasca! Um líder distingue-se de um dirigente, porque enquanto aquele privilegia a justiça e os órgãos de soberania fortes, este último, favorece os algozes, escondendo por debaixo do pedestal a covardia dos assassinos e atingindo as vítimas, nominalmente identificadas.…
Leia maisMano, estás enganado!
O meu Amigo e velho companheiro dos bancos da escola, Paulo Lukamba Gato, raramente se engana. Mas, agora, ao comentar o plano estratégico do regime para combater o líder da UNITA, enganou-se. O Mais Velho dele, e também meu, continua a ter razão. De facto, “estamos a dormir e o MPLA está a enganar-nos”. Por Orlando Castro «O que me deixa tranquilo no entanto, é que contrariamente aos exemplos atrás citados, no contexto actual já não há partidos políticos armados. Hoje os instrumentos de luta são a argumentação política e…
Leia maisAlgozes e traidores querem polir o genocídio de Neto
A Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP), obviamente do MPLA e não republicana e independente, pretende, depois de várias peripécias em que os algozes desempenham papel, também, de vítimas, mas por serem vampiros, pretendem polir, branquear e quase desmentir o maior genocídio praticado por António Agostinho Neto, então presidente do MPLA e da República Popular de Angola, depois da II Guerra Mundial, ao mandar assassinar e, as palavras são dele, “sem perder tempo com julgamentos”, no 27 de Maio de 1977, cerca de 80.000 cidadãos…
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