Entre os avanços e os retrocessos

Uma reflexão sobre a XI Assembleia Municipal de balanço e renovação de mandatos na Juventude do Movimento Popular de Libertação de Angola (JMPLA) na Matala, no passado dia 27, enquadrada por uma análise política de âmbito mais geral, embora não perdendo de vista o seu enquadramento interno. Por Jesus Domingos (*) A coragem de homens guerreiros, desde o congresso do pan-africanismo em Nova Iorque, suscitou uma grande esperança aos africanos e não só, surgiram movimentos de libertação que começaram a desencadear luta de libertação contra a opressão, escravatura e a…

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Vingança servir-se-á fria?

Não tenho dúvidas nenhumas que se as eleições presidenciais de Angola dependessem dos votos dos portugueses ou até dos restantes habitantes do planeta Terra incluindo os africanos, JLo ganharia com percentagens estalinistas tal a forma eficiente como a máquina propagandista emepeliana trabalha. Por Brandão de Pinho Todavia para já e até ver – mesmo que porventura nem todos possam poder exercer o direito de voto nas autárquicas – só os angolanos inscritos nos cadernos eleitorais poderão participar no escrutínio para eleger o próximo presidente da República de Angola. Muitas vezes…

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Ao contrário do MPLA, JLO promete aposta no mérito

O Presidente angolano, João Lourenço, pediu hoje uma mudança radical na gestão do Ministério das Relações Exteriores, que para racionalizar recursos vai reduzir as missões diplomáticas e consulares, bem como o pessoal que nelas trabalha. Talvez também fosse útil instituir o primado da competência e não só o da filiação no MPLA. João Lourenço discursava na abertura da VIII reunião de embaixadores de Angola no exterior, encontro em que serão abordados aspectos administrativos e financeiros do Ministério das Relações Exteriores. O chefe de Estado referiu que, na actual conjuntura de…

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William Tonet e o amor
ao seu Povo e ao seu país

Artigo de Francisco Luemba: À primeira vista, parecia-me não ter nada a dizer de Willian Tonet. Na verdade, apenas nos encontrámos duas ou três vezes, entre 2002 e 2014, salvo erro, em actividades da sociedade civil. Para além das saudações de praxe, pouco mais havia para se dizer, por falta de tempo e por o ambiente não ser propício a conversas demoradas e profundas. Por Francisco Luemba Mas o que parece nem sempre é. A verdade é que, dum modo geral, todos nós podemos ter duas ou três coisas a…

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Fazer muito em pouco tempo é diferente de pouco em muito

O cidadão comum pretende colocar na linha da frente os políticos que, ascendendo ao poder, cumprem com as promessas eleitorais que os catapultaram, transformando-se em verdadeiros servidores públicos, adoptando uma gestão pública cidadã, debitando respeito para com os povos e consolidando as liberdades, a competência, a unidade e a democracia. Por William Tonet Estes homens descomprometidos com as excentricidades monetárias, que consideram sagrado os cofres do erário público, exigindo rigor nas contas e na sua aplicação financeira, em benefício das populações, principalmente, as mais carenciadas, perduram na memória colectiva, para…

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